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Renato Russo Metal Contra as Nuvens |
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Metal Contra as Nuvens Letra: Renato Russo Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá I Não sou escravo de ninguém Ninguém senhor do meu domínio Sei o que devo defender E por valor eu tenho E temo o que agora se defaz. Viajamos sete léguas Por entre abismos e florestas Por Deus nunca me vi tão só É a própria fé o que destrói. Estes são dias desleais. Sou metal - raio, relâmpago e trovão Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão Sou metal: me sabe o sopro do dragão. Reconheço o meu pesar: Quando tudo é traição, O que venho encontrar É a virtude em outras mãos. Minha terra é a terra que é minha E sempre será minha terra Tem a lua, tem estrelas e sempre terá. II Quase acreditei na sua promessa E o que vejo é fome e destruição Perdi a minha sela e a minha espada Perdi o meu castelo e minha princesa. Quase acreditei, quase acreditei. E, por honra, se existir verdade Existem os tolos e existe o ladrão Há quem se alimente do que é roubo. Vou guardar o meu tesouro Caso você esteja mentindo. Olha o sopro do dragão. III É a verdade o que assombra O descaso que condena, A estupidez o que destrói. Eu vejo tudo que se foi E o que não existe mais. Tenho os sentidos já dormentes, O corpo quer, a alma entende. Esta é a terra-de-ninguém E sei que devo resitir- Eu quero a espada em minhas mãos. Sou metal - raio, relâmpago e trovão. Sou metal: eu sou o ouro em seu brasão. Sou metal: me sabe o sopro do dragão. Não me entrego sem lutar - Tenho ainda coração. Não aprendi a me render: Que caia o inimigo então. IV - Tudo passa, tudo passará. E nossa história não estará pelo avesso Assim, sem final feliz. Teremos coisas bonitas pra contar. E até lá, vamos viver Temos muito ainda por fazer. Não olhe para trás - Apenas começamos. O mundo começa agora - Apenas começamos. |