|
|
|
|
|
|
|
|
|
Baixo |
24,32
|
30,00
|
22,22
|
0,00
|
63,83
|
26,09
|
69,89
|
Médio-Baixo |
0,00
|
0,00
|
0,00
|
0,00
|
0,00
|
8,70
|
1,38
|
Médio |
47,30
|
60,00
|
66,67
|
42,86
|
36,17
|
39,13
|
24,83
|
Médio-Alto |
10,81
|
0,00
|
0,00
|
35,71
|
0,00
|
13,04
|
2,30
|
Alto |
17,57
|
10,00
|
11,11
|
21,43
|
0,00
|
13,04
|
1,61
|
Total de registros |
99
|
24
|
46
|
33
|
49
|
53
|
712
|
Desconhecidos (%) |
25,25
|
58,33
|
80,43
|
57,58
|
4,08
|
56,60
|
38,90
|
|
|
|
|
|
Baixo |
30,00
|
22,22
|
26,09
|
27,72
|
Médio-Baixo |
0,00
|
0,00
|
8,70
|
0,62
|
Médio |
60,00
|
66,67
|
39,13
|
40,62
|
Médio-Alto |
0,00
|
0,00
|
13,04
|
20,69
|
Alto |
10,00
|
11,11
|
13,04
|
0,41
|
Total de registros |
24
|
46
|
53
|
1450
|
Desconhecidos (%) |
58,33
|
80,43
|
56,60
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Baixo |
0,00
|
0,00
|
16,67
|
0,00
|
61,54
|
0,00
|
21,43
|
Médio-Baixo |
0,00
|
0,00
|
0,00
|
0,00
|
0,00
|
0,00
|
0,00
|
Médio |
42,86
|
66,67
|
16,67
|
0,00
|
38,46
|
33,33
|
14,29
|
Médio-Alto |
14,29
|
0,00
|
0,00
|
0,00
|
0,00
|
16,67
|
0,00
|
Alto |
35,71
|
16,67
|
0,00
|
33,33
|
0,00
|
16,67
|
0,00
|
Desconhecidos |
7,14
|
16,67
|
66,67
|
66,67
|
0,00
|
33,33
|
64,29
|
Total de registros |
14
|
6
|
6
|
3
|
13
|
6
|
28
|
"§ 2o – Proteger e defender perante os tribunais criminais todos os sócios que forem injustamente acusados ou perseguidos. (...)
§ 4o – Procurar ocupação para aqueles sócios que se acharem desempregados, isto quando estiver ao alcance da sociedade."
|
|
Associação Beneficente das Classes Laboriosas | Ato de 25 de setembro de 1880 |
Caixa de Socorros Marquez de Pombal | Ato n. 145 de 10 de outubro de 1882 |
Club [Sociedade] Beneficente Harmonia dos Artistas | Ato n. 9 de 4 de fevereiro de 1882 |
Grêmio dos Artistas | Ato n. 14 de 9 de fevereiro de 1882 |
Handwerk Verein | Ato de 2 de março de 1868 |
Hulfsverein der Deutschen | Ato de 31 de janeiro de 1880 |
Monte Pio Militar | Ato de 30 de junho de 1881 |
Pecúlio dos Empregados da Diretoria Geral da Fazenda Provincial | Ato n. 107 de 5 de agosto de 1882 |
Sociedade Beneficência dos Artistas (Rio Grande) | Ato de 20 de dezembro de 1880 |
Sociedade Beneficente Fraternidade Artística | Ato de 3 de março de 1881 |
Sociedade de Beneficência Porto Alegrense | Ato de 7 de maio de 1869 |
Sociedade de Beneficência Portuguesa [Bagé] | Ato de 6 de junho de 1871 |
Sociedade Philantropica | Ato. n. 269 de 23 de novembro de 1867 |
Sociedade Portuguesa de Beneficência [Porto Alegre] | Ato 120 de 14 de dezembro de 1876 |
Sociedade Portuguesa de Beneficência [Rio Grande] | Ato de 21 de janeiro de 1880 |
Societá Italiana Reunite Unione e Filantropia | Ato de 4 de maio de 1877 |
|
|
Deutscher Krankenverein | Porto Alegre, 30 nov. 1874. (Maço 174) |
L´Union Française | Pelotas, 2 dez. 1884. (Maço 214) |
Sociedade de Beneficência Brasileira União | Porto Alegre, 29 jan. 1861. (Maço 98) |
Sociedade Italiana Giuseppe Mazzini | Quaraí, 15 fev. 1888 (Maço 258) |
Sociedade Italiana de Mútuo Socorro Vitor Manuel | Porto Alegre, 1881 (Maço 198) |
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2 Os filiados a mutuais no Brasil em 1942 são cerca de 25% dos cobertos pela previdência pública, cf. INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTATÍSTICA, 1946, p. 363; 375-376. Em 1939, 10% da população de Rio Grande também é filiada, ao passo que parte dos maiores índices de Porto Alegre e Santa Maria (16% e 18%) deve-se ao fato de se computarem filiados de entidades estaduais com sede nessas cidades, cf. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, 1941.
3 São dissímiles as origens dos registros aqui utilizados, pois só manipulei o registro de sócios da Sociedade de Beneficência Porto Alegrense. Utilizei fontes secundárias para o registro de sócios e profissões da Sociedad Española, e fontes secundárias para o registro de sócios da Societé Française (sem a profissão). Para os outros casos, utilizei registros de assembléias gerais das entidades e, para descobrir suas profissões, principalmente o Fundo Requerimentos do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e secundárias: TELLES, 1974; MÜLLER, 1999, p. 211-231; GANS, 1996, p. 178-214; SPALDING, 1976; VARGAS, 1979, p. 122-124 e 141-142; BORGES, 1993, p. 103-172.
4 Caso diferente seria o da mutual escandinava de São Paulo, que só passou a ter membros da elite como dirigentes três décadas depois de sua fundação, cf. CLUBE ESCANDINAVO NORDLYSET 1891-1991, 1991, p. 61.