A constatação do fracasso da civilização criada pelas gerações anteriores de guerras, injustiças sociais, violência, opressão e a contemplação da massa amorfa de casos, dossiês e números em que é transformado o homem pela sociedade de consumo explodiram na consciência dos jovens dos anos 60, que passaram a negar todas as manifestações visíveis dessa sociedade. Às vezes recorrendo apenas ao poder da flo,. ás vezes usando armas e violência. Nessa guerra, onde desmoronavam iodas as ideologias e tradições, os jovens não tinham aliados: estavam tragicamente sós.

 

 

 

A contestação explode nos palcos "Roda Viva inaugura o"teatro da agressão"; "Caminhando" arrebata a plateia do Festival de 1968: Vém,vamos embora que esperar não é saber".

 

Janeiro de 1968. Uma peça de Chico Buarque de Holanda provoca, no Teatro Princesa Isabel, em Copacabana (RJ), um dos maiores escândalos nacionais. Encenada por José Celso Martinez Corrêa, Roda Viva é a história da as­censão e queda de um ídolo, alimentado por toda uma mi­tologia que é devolvida ao público em forma de antropofa­gia: como numa paródia moderna de Cristo, o anjo-empresário decide que o personagem principal, um cantor de televisão, precisa morrer; os fãs então arrancam-lhe o fí­gado e o devoram, em uma cerimonia solene de comu­nhão. Inaugurava-se o "teatro da agressão". Em julho, o espetáculo é levado para o Teatro Ruth Escobar, em São Paulo, onde provoca reações do Comando de Caça aos Co­munistas (CCC): cenários são destruídos e atores espanca­dos. Até a descoberta, em Roda Viva, das engrenagens que o assediavam ("A gente quer ter voz ativa,/ No nosso destino mandar./ Mas eis que chega a roda viva/ E carrega o destino pra lá"), Chico Buarque seguia um caminho cau­teloso. Ele vinha dos shows universitários da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e do Mackenzie para as Primeiras Audições, show de estreantes do segundo time. Um dos primeiros sucessos foi a Marcha para um Dia de Sol, lírica e pacifista: "Eu quero tanto um dia/ O pobre e o rico/ Andando mão em mão". Mesmo em 1968, enquanto Roda Viva explodia nos palcos, Chico e Tom Jobim concor­reram no III Festival Internacional da Canção com Sabiá, obra um tanto hermética, que enaltece o bucolismo tradicionalista: "Vou deitar à sombra de uma palmeira/ Que já não  há./ (...)Não vai serem vão/ Que fiz tantos planos/De enganar./ Como fiz de enganos/ De encontrar./ Como fiz estradas/ De me perder./ Fiz de tudo e nada/ De te esquecer". Ao mesmo tempo que Chico praticamente retrocedia em sua carreira, Geraldo Vandré concorre com uma obra explosiva: Caminhando. Era a época dos arranjos ricos, que incorporavam as conquistas técnicas da "beatlemania". Mas Vandré preferiu dispensar a orquestra e enfrentar, sozrinho, o público de 30 000 pessoas. Colocou o pé numa banqueta deu alguns acordes que se misturaram ao rumor das anarquibancadas e começou a cantar: "Caminhando e cantando e seguindo a canção/ Somos todos iguais/ Braços dados em não", numa clara referência às passeatas. Continuou: "Há soldados armados,/ Amados ou não./ Quase todos reca­dos,/ De armas na mão./ Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição./ De morrer pela pátria/ E viver sem razão.  Vem, vamos embora/ Que esperar não é saber./ Quero faz a hora,/ Não espera acontecer". O silêncio pesou no maracanãzinho superlotado. As pessoas, apanhadas de surpresa, digeriam a ousadia da mensagem. Alguns minutos depois, aos gritos, pediam a vitória de Caminhando — Não Dizer que Não Falei de Flores, Mas o júri evita o incendiário, e dá o primeiro lugar a Chico e Tom Jobim. Dias depois, o coronel Otávio Costa, num artigo intitulado “A Sexta Coluna", publicado no Correio da Manhã, pedia a prisão de Geraldo Vandré, por subversão.


 

 

 

No IV Festival da TVRecord (SP), o vanguardismo de Caetano Veloso, com É Proibido Proibir ("Derrubar as prateleiras,/

As vidraças, louças, vidros, sim./ E eu digo não,/ Eu digo não ao não.l Eu digo é proibido proibir" ), choca o

público, que o vaia. Irritado, Caetano responde: "Mas é isso que é a juventude que diz que quer tomar o poder? (...)São a mesma juventude que vão sempre (...) matar amanhã o velhote inimigo que morreu ontem. Vocês não estão entendendo nada,nada". Era o conflito público entre o iniernacionalismo da vanguarda cultural e o nacionalismo da vanguarda política.

 

Eventos internacionais, 1968/69

 

Bob Kennedy morto

Dia 6 de junho de 1968. O senador Robert (Bob) Kennedy é assassinado a tiros na Califórnia, por Sirhan Bishara Sirhan. Jacqueline, viúva do presidente John Kennedy (irmão de Bob), ao tomar conhecimento do novo atentado a família, soluça: "Isso não podia acontecer de novo", O clã dos Kennedy parecia amaldiçoado; nos últimos 25'anos viviam sob o impacto de tiros traiçoeiros e desastres aéreos, que até aquele momento tinham matado Joe Júnior, Kathleen, John e Bob. Para Rap Brown, um líder negro, a morte de Bob Kennedy era fruto das contradições da sociedade norte-americana: "A violência é algo tão profundamente americano quanto a torta de maçã".

 

Martin Luther King

A resistência passiva significa vontade de sofrer e sacrificar-se. Pode significar também a ida para o cárcere ou a morte física". Essas foram as únicas palavras de Martin Luther King, ao ser preso, em outubro de 1967, como desordeiro. Mas tinham um conteúdo profético, pois ele acabaria sendo morto pelos racistas norte-americanos. Pastor protestante, líder do movimenta pacifista pelos direitos civis dos negros nos EUA, Prémio Nobel da Paz em 1964, Luther King foi assassinado por um franco-alirador, em abril de 1968, na sacada do Hotel Lorraine, na cidade de Memphis, EUA. E os negros transformariam o seu pensamento em palavra de ordem da luta pela igualdade racial.

 

O homem na Lua

Este é um pequeno passo para um homem. Mas um salto gigantesco para a humanidade". Foram as primeiras palavras de Neil Armstrong após pisar o solo lunar, exatamente ás 23 horas, 56 minutos e 20 segundos (hora de Bfasflia) do dia 20 de julho de 1969. O módulo lunar permaneceu no solo 2! horas e 36 minutos. O astronauta Armstrong passeou durante 2 horas e 14 minutos, e Édwin Aldrin, 1 hora e 44 minutos, enquanto Michael Collins permaneceu em orbita em tomo da Lua, na nave Apoio 11, durante 59 horas e 35 minutos. Deixaram, pela primeira vez, as marcas da presença humana na Lua: pegadas, a bandeira dos EUA.

 

Ieda Maria Vargas, Miss Universo 1963.

 Na década de 60. a graça, o charme e o veneno da mulher brasileira foram, enfim, reconhecidos pelos júris internacionais de beleza. A trajetúria da gauchinha Ieda Maria Vargas, por exemplo, foi meteórica: em apenas dezoito meses conquistou cinco títulos de beleza, desde Rainha das Piscinas do Rio Grande do Sul até Miss Universo 1963. Cinco anos depois, outra brasileira, a baiana Marta Vasconcelos, era eleila a "mais linda do Universo". Antes de ser miss, a vida de Marta era simples como a da maioria das moças de classe média de Salvador: ia à praia, dava aula num colégio perlo de casa e. à noite, namorava no sofá da sala, sob os olhos dos pais.

 

Zerbini: transplante

São 6 horas e 50 minutos da manhã de de 26 de maio de 1968. No Hospital das Clinicas, cm São Paulo, 41 médicos, chefiados pelos doutores Eurfclides de Jesus Zerbini e Luís Decourt, preparam-se para realizar o primeiro transplante brasileiro de coração. Na sala de cirurgia, o paciente, o boiadeiro João Ferreira oa Cunha, de 23 anos. está pronto. Depois de sete horas de tensão, o dr. Zerbini sorri. Ele acabava de realizar o 17." transplante de coração em todo o mundo, mas utilizando uma nova técnica: o transplante aquente, sem a refrigeração do coração, usada nos'transplantes anteriores. Mas o paciente morreria um mês depois.


 

Década de 60: Drogas e Rock

Invasão Britânica : A Invasão Britânica (British Invasion) foi um influxo de artistas de rock and roll do Reino Unido (em sua maior parte originários da Inglaterra) que se tornaram populares nos Estados Unidos, Austrália, Canadá e outros países. A Invasão Britânica clássica ocorreu entre 1964 e 1966, mas o termo também se aplica a "ondas" posteriores de artistas britânicos que alcançaram um impacto significante em mercados de entretenimento fora da Grã-Bretanha. O sucesso que os Beatles e os Rolling Stones fizeram nesta época foi o responsável por difundir o Rock pelo planeta.

Momento mais popular e prolífero do rock, trazia as idéias de quem tinha visto o rock surgir e de quem não havia conseguido sucesso na década anterior. O movimento anti-guerra e as drogas, combinados, deram origem ao pensamento dessa década.

 

  • Rock experimental: Um rock que misturava elementos de vários estilos musicais associados ao rock ou não. Costuma ser confundido com o progressivo e/ou psicodélico, embora rock experimental seja a melhor denominação. Caracteriza-se pela complexidade musical, menor que a do rock progressivo, mas ainda assim elevada. Beatles (fase final), Iron Butterfly, Jimi Hendrix, Frank Zappa e vários outros encaixam-se nessa categoria.
  • Garage rock: Para estes roqueiros, celebridade e muita grana importavam ainda menos que sofisticação musical, qualquer um pode fazer rock de garagem, basta ter instrumentos, saber três acordes ou marcar um 4/4 e uma garagem ou quarto. É também conhecido como proto-punk, já que o punk foi inspirado nesse estilo. O estilo é conhecido, basicamente, pelas composições "Wild Thing", da banda inglesa The Troggs, e "Leader of the Pack", das americanas The Shangri-Las.
  • Iê-Iê-Iê: o rock´n´roll brasileiro era chamado de iê-iê-iê, por influência da "expressão " Yeah, yeah yeah, presente em músicas dos Beatles(como She Loves You). O rock brasileiro tinha como influências estadunidenses e inglesas, dependendo do artista/ Banda. Os principais roqueiros brasileiros do período são Roberto Carlos e Erasmo Carlos (Jovem Guarda).

Revolucionaria por excelência, quanto aos valores de sua época, a nostálgica década de 60 mudou o século XX. A música (com a invenção do pop rock), no comportamento (com a liberação sexual) e na moda feminina, (com a criação da minissaia por Mary  Quant). A minissaia surgiu na França, por uma ousadia da estilista inglesa Mary Quant. Desde então, a minissaia se popularizou e virou um dos símbolos da emancipação feminina.

Artistas, Festivais e Sucessos da Década de 60

Festival de Woodstock

O Festival de Música e Artes de Woodstock foi o mais importante festival de rock and roll de sua época. Foi realizado em uma fazenda em Bethel, Nova Iorque, durante os dias 15, 16 e 17 de agosto de 1969 e, embora tenha sido projetado para 50 000 pessoas, mais de 400 mil compareceram, a maioria das quais não pagaram o ingresso.

Todo o evento provocou uma grande balbúrdia, com rodovias congestionadas e Bethel sendo ocasionalmente considerada "área de calamidade pública". O Festival de Woodstock representou um marco no movimento de contracultura dos anos 60, e foi o auge da era hippie.

1965: abre-se a era dos festivais.

Que cantam a poesia dos pescadores, dos camponeses, das pequenas cidades do Sertao. Surgem Chico Buarque e Geraldo Vandré.

Na década de 60, a música popular brasileira, influencia­da por correntes nacionalistas e ritmos estrangeiros, principalmente pela música pop, atravessava uma fase de grande ecletismo, marcada pelo choque entre tendências (sam­ba versas Jovem Guarda, por exemplo). Esse fenóme­no, no entanto, tomará corpo a partir de 1965, com os festi­vais de música popular, inicialmente patrocinados pelas TVs Excelsior e Record, em São Paulo. Na verdade, os primeiros festivais paulistas assemelhavam-se muito aos antigos programas de auditório das rádios cariocas, já que contavam com faixas, fãs-clubes, coro (que lembrava as velhas claques), e vaias, sendo que a preferência pelo can­tor ou cantora prevalecia na hora do julgamento das músi­cas. Eram, em última instância, uma continuação do êxito dos espetáculos de Válter Silva no Teatro Paramount. As­sim, em São Paulo, "os festivais serviram para estimular a competição existente entre os adeptos de dois famosos pro­gramas: 'O Fino da Bossa', de Ehs Regina, e 'Jovem Guar­da', de Roberto Carlos" E foram imprimindo, a partir das preferências do público e dos júris, uma tendência que aca­baria conhecida como "música para ganhar festival", e que tinha como características a marca regional, o acento nordestino e a ausência de conotação urbana. Em 1965, a vitória de Arrastão (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), can­tada por Elis Regina no I Festival de Música Popular Brasi­leira, da TV Excelsior, no Guarujá, acabou fechando as portas para a valsa-canção Valsa do Amor que Não Vem (Baden Powell e Vinícius de Moraes), para o samba romântico Eu Só Queria Ser (Vera Brasil e Míriam Ribeiro). para o telecoteco Queixa (Sidney Miller, Zé Kéti e Pauto Tiago) e para o samba-exaltação Rio dos Meus Amores (Billy Blanco),

Em 1966, no H Festival de Música Popular Brasileira, no Teatro Record, Disparada (Geraldo Vandré e Theo de Barros), cantada por Jair Rodrigues, era obrigada, por exi­gência do público, a dividir o primeiro lugar com A Banda (Chico Buarque), defendida por Chico e Nara Leão.

Em outubro de 1966, surgia no Rio de Janeiro o I Festi­val Internacional da Canção (FIC), com característica bem diferentes das dos festivais paulistas. Era, na verdade um show no qual predominava o género canção. Ao contra rio do que ocorria em São Paulo, a força do intérprete e ; participação do público já não contavam tanto. No FIC. o géneros tradicionais (samba, samba-canção, marcha, ya] sa-serenata) tinham poucas possibilidades de êxito, pois parte nacional do festival tendia a escolher a música que t vesse melhores condições para competir com as apresent: das pelos outros países, e que seriam classificadas por ui júri internacional. Assim, Saveiros (Dori Caymmi e Ne son Motta), defendida por Nana Caymmi, não agrade muito ao público, mas obteve o primeiro lugar na fase n, cional e o segundo na internacional (o primeiro coube Pergunte ao Vento, dos alemães Heimut Zacharias e Kí Scuauble, cantada por Inge Brueck).

 

Roberto Carlos é o “Rei” da Jovem Guarda. O “marketing” aposta no novo mercado: a juventude

Cai uma flor no palco. O cantor se curva, apanha-a, olha para a plateia e leva a flor aos lábios. É o delírio. As meninas aplaudem, gritam, os rapazes assobiam. Uma jovem de 14 anos chora, enrolando nervosamente nos de­dos um lenço branco amarrotado. O cantor diz duas frases cheias de gíria, curva-se até a altura dos joelhos, estica o braço e anuncia: "O meu amigo, Erasmo Carlos" Estava no ar mais um programa "Jovem Guarda", do líder da ju­ventude iê-iê-iê nacional, Roberto Carlos. Falando da an­gústia e das alegrias do jovem de classe média na socieda­de de massas, o novo ídolo colocou em xeque os velhos valores da MPB, que se voltava para o regional, o sofri­mento e a pobreza das gentes do interior. Segundo Augus­to de Campos, "como excelentes 'tradutores' que são de um estilo internacional de música popular, Roberto e Eras­mo Carlos souberam degluti-lo e contribuir com algo mais: parecem ter logrado conciliar o mass appeal com o uso funcional e moderno da voz. Chegaram, assim, nesse mo­mento, a ser os veiculadores da 'informação nova' em ma­téria de música popular, apanhando a BN [bossa nova] des­prevenida, numa fase de aparente ecletismo". Apresenta­do ao vivo em São Paulo, pela TV Record, Canal 7, "Jo­vem Guarda" era retransmitido no Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, através de vídeo tape. Segundo as pesquisas do Ibope, o programa chegava a alcançar, só em São Paulo, quase 3 milhões de espectadores. Toda uma máquina comercial (markeíing) foi montada para aprovei­tar o "mercado jovem" que assistia ao programa: a marca Calhambeque (nome de uma música cantada por Roberto Carlos) disseminou-se em toda uma gama de produtos (ca­misas, sapatos, chapéus, chaveiros, cintos). Roberto Car­los, Erasmo Carlos e Wanderlea "estouravam" nas para­das de sucesso. Em 1966, O Calhambeque chegava a ser o segundo disco mais vendido em Paris. Portugal, Angola, Argentina, Uruguai, México e outros países começavam a ouvir Roberto Carlos. Nos países latino-americanos, O Ca­lhambeque conseguia tanta fama quanto Tico-Tico no Fu­bá ou Aquarela do Brasil. Em 1966, ao chegar da Europa, o jornalista José Carlos de Oliveira comentava o mais no­vo sucesso do ídolo, Quero que Vá Tudo pró Inferno: "Es­ta gravação está no mesmo nível das melhores dos Bea­tles. (...) Aí, Roberto Carlos é de uma sinceridade brutal. Realmente, o mais importante para cada um é sua vida in­dividual, sua mulheranha. Enquanto o homem se sentir só, não está apto para enfrentar os problemas dos outros ou crises políticas e sociais”.

 

Festival de Música Popular Brasileira

 Festival de Música Popular Brasileira foi um gênero de programa, competitivo e musical, apresentado por várias emissoras de televisão brasileiras (TV Excelsior, TV Record, TV Rio, Rede Globo) a partir de 1965 até 1985.

I Festival de Música Popular Brasileira

·   Local: Guarujá/SP - Data: Abril 1965

·   Classificação:

1º Lugar: Arrastão (Edu Lobo e Vinicius de Moraes) - Intérprete: Elis Regina

2º Lugar: Valsa do Amor Que Não Vem (Baden Powell e Vinicius de Moraes) - Intérprete: Elizete Cardoso

  Festival Nacional de Música Popular Brasileira

·   Data: Junho 1966

·   Classificação:

1º Lugar: Porta-Estandarte (Geraldo Vandré e Fernando Lona) - Intérpretes: Tuca e Airto Moreira

2º Lugar: Inaê (Vera Brasil e Maricene Costa) - Intérprete: Nilson

  II Festival de Música Popular Brasileira

·   Local: Teatro Record - Data: Setembro e Outubro 1966 - Prêmio Viola de Ouro

·   Classificação:

1º Lugar: A Banda (Chico Buarque) - Intérpretes: Chico Buarque e Nara Leão

Disparada (Geraldo Vandré e Teo de Barros) - Intérpretes: Jair Rodrigues, Trio Maraiá e Trio Novo

2º Lugar: De Amor ou Paz (Luís Carlos Paraná e Adauto Santos) - Intérprete: Elza Soares

  III Festival de Música Popular Brasileira

"O FESTIVAL DA VIRADA"

·   Local: Teatro Paramount  - Data: Outubro 1967 - Prêmio Sabiá de Ouro

·   Classificação:

1º Lugar: Ponteio (Edu Lobo e Capinam) - Intérpretes: Edu Lobo, Marília Medalha e Quarteto Novo

2º Lugar: Domingo no Parque (Gilberto Gil) - Intérpretes: Gilberto Gil e Os Mutantes

3º Lugar: Roda Viva (Chico Buarque) - Intérpretes: Chico Buarque e MPB-4

4º Lugar: Alegria, Alegria (Caetano Veloso) - Intérpretes: Caetano Veloso e Beat Boys

·   Melhor Intérprete: O Cantador (Dori Caymmi e Nelson Motta) - Intérprete: Elis Regina

·   Momento Marcante do III Festival de MPB

·   Beto Bom de Bola (Sérgio Ricardo) - Intérprete: Sérgio Ricardo

  IV Festival de Música Popular Brasileira

·   Local: Teatro Record - Data: Novembro e Dezembro 1968

·   Júri Especial e Júri Popular

·   Classificação:

1º Lugar (Júri Especial) e 5º lugar (Júri Popular): São, São Paulo Meu Amor (Tom Zé) - Intérprete: Tom Zé

1º Lugar (Júri Popular): Benvinda (Chico Buarque) - Intérprete: Chico Buarque

2º Lugar (Júri Especial) e 2º Lugar (Júri Popular): Memórias de Marta Saré (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri) - Intérpretes: Edu Lobo e Marília Medalha

3º Lugar (Júri Especial): Divino Maravilhoso (Caetano Veloso e Gilberto Gil) - Intérprete: Gal Costa

4º Lugar (Júri Especial): Dois Mil e Um (Rita Lee e Tom Zé) - Intérprete: Os Mutantes

  V Festival de Música Popular Brasileira

·   Local: Teatro Record -Data: Novembro 1969

·   Classificação

1º Lugar: Sinal Fechado (Paulinho da Viola) - Intérprete: Paulinho da Viola

2º Lugar: Clarisse (Eneida e João Magalhães) - Intérprete: Agnaldo Rayol

  Festival Internacional da Canção (TV Rio e Rede Globo)

  Local: Maracanãzinho - Rio de Janeiro  - Prêmio Galo de Ouro (Parte Nacional)

I FIC

·   Emissora: TV Rio - Data: Outubro 1966

·   Classificação:

1º Lugar: Saveiros (Dori Caymmi e Nelson Motta) - Intérprete: Nana Caymmi

2º Lugar: O Cavaleiro (Tuca e Geraldo Vandré) - Intérprete: Tuca

II FIC

·   Emissora: TV Globo - Data: Outubro l967

·   Classificação:

1º Lugar: Margarida (Gutemberg Guarabyra) - Intérprete: Gutemberg Guarabyra e Grupo Manifesto

2º Lugar: Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant) - Intérprete: Milton Nascimento

3º Lugar: Carolina (Chico Buarque) - Intérprete: Cynara e Cybele

III FIC

·   Emissora: TV Globo -Data: Setembro 1968

·   Classificação:

1º Lugar: Sabiá (Chico Buarque e Tom Jobim) - Intérpretes: Cynara e Cybele

2º Lugar: Prá Não Dizer Que Não Falei de Flores (Geraldo Vandré) - Intérprete: Geraldo Vandré

3º Lugar: Andança (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós - Intérpretes: Beth Carvalho e Golden Boys

·   Momento Marcante do III FIC: É Proibido Proibir (Caetano Veloso) - Intérprete: Caetano Veloso

IV FIC

·   Emissora: TV Globo - Data: Setembro 1969

·   Classificação:

1º Lugar: Cantiga por Luciana (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós) - Intérprete: Evinha

2º Lugar Juliana (Antônio Adolfo e Tibério Gaspar) - Intérprete: Brasuca

  II Festival de Música Popular Brasileira

·   Local: Teatro Record - Data: Setembro e Outubro 1966 - Prêmio Viola de Ouro

·   Classificação:

1º Lugar: A Banda (Chico Buarque) - Intérpretes: Chico Buarque e Nara Leão

Disparada (Geraldo Vandré e Teo de Barros) - Intérpretes: Jair Rodrigues, Trio Maraiá e Trio Novo

2º Lugar: De Amor ou Paz (Luís Carlos Paraná e Adauto Santos) - Intérprete: Elza Soares

  III Festival de Música Popular Brasileira

"O FESTIVAL DA VIRADA"

·   Local: Teatro Paramount - Data: Outubro 1967 - Prêmio Sabiá de Ouro

·   Classificação:

1º Lugar: Ponteio (Edu Lobo e Capinam) - Intérpretes: Edu Lobo, Marília Medalha e Quarteto Novo

2º Lugar: Domingo no Parque (Gilberto Gil) - Intérpretes: Gilberto Gil e Os Mutantes

3º Lugar: Roda Viva (Chico Buarque) - Intérpretes: Chico Buarque e MPB-4

4º Lugar: Alegria, Alegria (Caetano Veloso) - Intérpretes: Caetano Veloso e Beat Boys

·   Melhor Intérprete: O Cantador (Dori Caymmi e Nelson Motta) - Intérprete: Elis Regina

·   Momento Marcante do III Festival de MPB

·   Beto Bom de Bola (Sérgio Ricardo) - Intérprete: Sérgio Ricardo

  IV Festival de Música Popular Brasileira

·   Local: Teatro Record  - Data: Novembro e Dezembro 1968 - Júri Especial e Júri Popular

·   Classificação:

1º Lugar (Júri Especial) e 5º lugar (Júri Popular): São, São Paulo Meu Amor (Tom Zé) - Intérprete: Tom Zé

1º Lugar (Júri Popular): Benvinda (Chico Buarque) - Intérprete: Chico Buarque

2º Lugar (Júri Especial) e 2º Lugar (Júri Popular): Memórias de Marta Saré (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri) - Intérpretes: Edu Lobo e Marília Medalha

3º Lugar (Júri Especial): Divino Maravilhoso (Caetano Veloso e Gilberto Gil) - Intérprete: Gal Costa

4º Lugar (Júri Especial): Dois Mil e Um (Rita Lee e Tom Zé) - Intérprete: Os Mutantes

  V Festival de Música Popular Brasileira

·   Local: Teatro Record - Data: Novembro 1969 - Classificação

1º Lugar: Sinal Fechado (Paulinho da Viola) - Intérprete: Paulinho da Viola

2º Lugar: Clarisse (Eneida e João Magalhães) - Intérprete: Agnaldo Rayol

  Festival Internacional da Canção (TV Rio e Rede Globo)

 Local: Maracanãzinho - Rio de Janeiro  - Prêmio Galo de Ouro (Parte Nacional)

I FIC

·   Emissora: TV Rio - Data: Outubro 1966

·   Classificação:

1º Lugar: Saveiros (Dori Caymmi e Nelson Motta) - Intérprete: Nana Caymmi

2º Lugar: O Cavaleiro (Tuca e Geraldo Vandré) - Intérprete: Tuca

II FIC

·   Emissora: TV Globo - Data: Outubro l967

·   Classificação:

1º Lugar: Margarida (Gutemberg Guarabyra) - Intérprete: Gutemberg Guarabyra e Grupo Manifesto

2º Lugar: Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant) - Intérprete: Milton Nascimento

3º Lugar: Carolina (Chico Buarque) - Intérprete: Cynara e Cybele

III FIC

·   Emissora: TV Globo - Data: Setembro 1968

·   Classificação:

1º Lugar: Sabiá (Chico Buarque e Tom Jobim) - Intérpretes: Cynara e Cybele

2º Lugar: Prá Não Dizer Que Não Falei de Flores (Geraldo Vandré) - Intérprete: Geraldo Vandré

3º Lugar: Andança (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós - Intérpretes: Beth Carvalho e Golden Boys

·   Momento Marcante do III FIC: É Proibido Proibir (Caetano Veloso) - Intérprete: Caetano Veloso

IV FIC

Emissora: TV Globo - Data: Setembro 1969

·   Classificação:

1º Lugar: Cantiga por Luciana (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós) - Intérprete: Evinha

2º Lugar Juliana (Antônio Adolfo e Tibério Gaspar) - Intérprete: Brasuca

 

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