SETEMBRO/2007

 

XIII BIENAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO - de 13 a 23/09/2007

METRÔ DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

por Ailton Chivita

Igreja São Francisco Xavier, naTijuca

Com minha visita à cidade Rio de Janeiro, para visitação a XIII BIENAL DO LIVRO e à BIBLIOTECA NACIONAL, acabei-me por alojar no bairro da Tijuca. Ali há uma Estação do Metrô - São Francisco Xavier. Quando embarquei no Metrô pela primeira vez, acabei, inconscientemente, sentando no banco de cor laranja queimado. Após um curto tempo, percebi que os mesmos eram destinados a passageiros idosos, deficientes, pessoas com criança de colo, etc.
Imediatamente levantei-me, apesar de não haver nenhuma das pessoas citadas para sentar.
Uma senhora me falou isso, mas eu lhe disse o seguinte: se eu ficar sentado e entrar alguém, posso inibi-las a sentar.
Agora o mais curioso: eu sentei naquele banco, pois é a cor do banco de uso geral do metrô paulistano. Os assentos destinados a passageiros especiais, em São Paulo, são na cor cinza.
Notei que os assentos destinados ao uso geral no metrô carioca são verdes e possuem sua disposição invertida, dependendo do lado do vagão. São bancos dispostos semelhantes aos ônibus.
A duas estações com maior fluxo de passageiros no embarque e desembarque são a CENTRAL e ESTÁCIO. A primeira, provavelmente por ter integração com trem e a segunda por ter integração com outra linha do metrô.

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Adolescente é condenada por agredir professora em SP

 A Justiça condenou uma estudante de 14 anos a cumprir pena de prestação de serviços à comunidade por um semestre por ter agredido a professora dentro da sala de aula. A adolescente, cuja identidade foi preservada, é estudante da 8ª série na escola municipal Melvin Jones, em Fernandópolis, a 555 quilômetros de São Paulo. Pela agressão, ela também ficará sob liberdade assistida e enfrentará restrição de horário em lugares públicos pelo mesmo período.

A agressão ocorreu no início de agosto, quando a professora de história Sílvia Regina Marques, de 44 anos, chamou atenção da aluna por estar sem uniforme escolar. As duas discutiram e ao se defender de uma agressão da aluna, Sílvia bateu o braço na lousa e fraturou um osso da mão direita. Com o braço engessado, Sílvia está afastada da sala de aula há 49 dias.

A punição foi determinada pelo juiz da Infância e da Juventude de Fernandópolis, Ivan Pelarin. Segundo ele, a garota vai prestar os serviços na própria escola. As tarefas serão escolhidas pela diretoria da unidade, que por enquanto decidiu colocar a garota para limpar salas de aulas e biblioteca. Além disso, segundo ele, um grupo de psicólogos e assistentes sociais vai se reunir semanalmente com a garota e a família por seis meses.

De acordo com Pelarin, a punição se ampara na aplicação rigorosa de medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "Temos de acabar com essa imagem falsa de que o ECA serve para proteger delinqüente juvenil ou passar a mão na cabeça de menor infrator. Precisamos tirar o aspecto da impunidade que parece dar ao menor infrator", comentou o juiz. (Agência Estado, de 19/09/2007)