“A maior virtude do homem é a tolerância”. Voltaire

A única luta que se perde é a que se abandona!
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Fórum Social Mundial 2002
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O RETORNO À BARBÁRIE
Até que ponto pode chegar a estupidez humana? Será que a humanidade irá perecer desta forma melancólica? De um lado, um governo se afundando em gastos trilionários de guerra, lançando mísseis que custam US$ 1,5 milhão cada em cima de um dos países mais pobres do mundo. De outro, um fanático messiânico que vem representar o papel do herói dos oprimidos contra o imperialismo americano destruindo torres e enviando via correio bactérias assassinas. Enquanto isso, 99% da população mundial, trabalhadora e pacífica, assiste ao crescimento de uma carnificina sem precedentes, a uma guerra primitiva, depois de séculos de humanismo, ciência, arte e filosofia. Talvez seja hora dos americanos abandonarem seu patriotismo mesquinho e pensar no planeta como um todo, e não disperdiçar, em plena crise econômica, bilhões de dólares em armas, enriquecendo meia dúzia de empresas bélicas norte-americanas, israelenses e alemãs. Não seria o momento de se refletir que fortunas bilionárias em mãos de alguns poucos indivíduos resultam em miséria extrema para milhões de outros?
O gênio do mal contra o mocinho americano?
Festival de chorinho reúne bambas do gênero
                                          
Bruno Dorigatti
Sucesso de público e um alto nível dos participantes marcaram as três eliminatórias do Festival de Choro, realizado pelo Museu da Imagem e do Som (MIS). Desde o final de setembro, chorões de Brasília, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco e, sobretudo, Rio de Janeiro vêm se apresentando toda terça-feira na Sala Cecília Meirelles, no Largo da Lapa, reaberta recentemente. Além da forte disputa das músicas, que não se limitaram ao choro, com a participação de valsas e maxixes, o público pôde conferir homenagens a Luperce Miranda, com a apresentação de Luperce Miranda filho e seu grupo na primeira noite, e a Donga, por sua viúva Vó Maria entoando lundus, maxixes e sambas da década de 30 pra trás.
As mais de 200 inscrições são um forte indicativo de que a música popular, e especificamente o choro, um gênero genuinamente carioca, continua sendo produzida Brasil afora, necessitando somente de canais de divulgação. Os 36 participantes das eliminatórias já garantiram seu nome num CD duplo a ser lançado pelo MIS contendo as gravações do Festival. Para a final se classificaram nomes conhecidos LEIA+

Conheça um dos
maiores poetas árabes contemporâneos
Nascido em Damasco, Sìria, em 1923, Nizar Qabbani, é considerado um dos maiores poetas da língua árabe. Além disso, Qabbani sempre lutou pela liberdade, seja das mulheres, seja dos povos oprimidos pelos imperialismos ocidentais. Em seus textos, Qabbani busca mostrar que a cultura árabe carrega uma riqueza milenar, que influencia profundamente, há mais de mil anos, toda a civilização ocidental. A partir do iluminismo no século XVII, contudo, o primado da razão ocidental, juntamente com o crescimento de uma moralidade fundamentada na cobiça indiscrimada por riquezas, irá afastar as duas civilizações. Uma separação que trouxe muita injustiça para os povos árabes, e alimentando durante séculos o sentimento de vingança, que finalmente explodiu com os recentes atentados terroristas. Agora, com o crescimento da escalada da violência, cabe à humanidade redescobrir a riqueza cultural dos árabes, compreendê-los, aceitá-los e amá-los. É a única forma de salvar a humanidade da destruição total. O poema de Qabbani transcrito nesta edição foi escrito em 1997, antes da deflagração da guerra atual, e talvez seja útil para compreendermos a revolta árabe e buscarmos uma reconciliação entre as duas civilizações.LEIA+

Revolta e esperança
                                                                    Miguel do Rosário

O Fórum Social que ocorre em Porto Alegre representa um grande acontecimento na história mundial. Às discussões que ocorrem na capital gaúcha se somam o pensamento atento de milhões de pessoas em todo planeta, ansiosas por ideologias e soluções que apontem para um novo mundo possível. É a força esmagadora da vontade popular, que se imiscui de maneira sistemática e crescente em todos os canais de comunicação: imprensa, literatura, rádio, filosofia, ciências sociais, etc. Afinal, seria uma ingenuidade pensar que a civilização humana é composta de um submisso rebanho conduzido docilmente para onde as elites desejam. LEIA+


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Nizar Qabbani
Editorial - O começo do fim do império
Chorando de felicidade

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