Política

 

Covas passa bem e deve ser operado amanhã

O governador de São Paulo terminou uma série de exames operatórios no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor), onde está internado desde domingo SÃO PAULO - O governador Mário Covas terminou uma série de exames pré-operatórios na segunda-feira no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor), onde está internado desde domingo. A informação foi dada pelo Boletim Médico do Incor, divulgado pela assessoria de imprensa do governador. Covas será submetido à cirurgia na terça-feira por volta das 8 horas para a avaliação da extensão da reincindência de um tumor maligno, localizado na região entre a neobexiga e o reto. A bexiga foi reconstituída em uma operação que Covas fez em 1998, para a retirada de um tumor maligno. O governador foi submetido na segunda-feira a exames de eletrocardiograma, ecocardiograma, tomografia de crânio, face, tórax, abdômen e pélvis. Segundo o boletim médico, o governador passa bem. O boletim disse ainda que os "exames não são muito diferentes em relação àqueles realizados em outubro último, principalmente no que se refere ao estadiamento do tumor.'' De acordo ainda com o boletim, Covas esteve sob dieta líquida e começou na parte da tarde o processo de limpeza intestinal como preparação para a operação. A cirurgia de Covas será realizada pelo urologista Sami Arapi, o cirurgião do aparelho digestivo, Raul Cutait, os médicos cardiologistas Whady Hueb e Giovanni Bellotti, o infectologista David Uip e o anestesista José Otávio Auler Jr. A assessoria de imprensa do Palácio Bandeirantes divulgará um boletim médico logo após a cirurgia.

 

Política Deputados tentam votar Previdência

Deputados e senadores têm apenas 12 dias úteis de trabalho até o dia 15 de dezembro, quando termina o ano Legislativo. Nesta semana, se os deputados não decidirem pela votação do projeto de lei que regulamenta a Previdência Complementar da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, as demais propostas, como a que modifica a Lei das Sociedades Anônimas, ficam suspensas. O Governo pediu urgência constitucional para votação do projeto, e a Câmara, então, tinha o prazo de 45 dias para colocar a proposta na Ordem do Dia. A partir desse prazo, que expirou em outubro, nenhum outro projeto pode ser votado, antes da Previdência. Não há acordo entre os deputados da bancada governista, nem da oposição. Temer disse que conversou com o secretário-geral da Presidência da República, Aloysio Nunes Ferreira, e comunicou que, se até depois do feriado de 15 de novembro, não fosse votado o projeto que vai "denunciá-lo" - termo regimental - para que seja retirado de pauta. Os líderes partidários, em reunião com Temer, decidiram que Inocêncio Oliveira (PFL-PE), e Aécio Neves (PSDB-MG), iriam conversar com Aloysio para tentar a retirada da urgência do projeto para que a Câmara possa retomar as votações pela Ordem do Dia, que inclui vários outros projetos que, desde setembro, aguardam votação devido aos freqüentes adiamentos do projeto da Previdência.(Agência Brasil)

 

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