Site Oficial do Agentes Comunitários de Saúde do DF

As equipes do pacs.


 

Desenvolvido pelo Governo Federal em parceria com os governos estaduais e municipais, o Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACs) representa um dos principais instrumentos para atenção à saúde dos brasileiros. O agente comunitário leva às comunidades informações sobre os cuidados básicos com a saúde e realiza o diagnóstico de várias doenças. Caso haja necessidade, ele encaminha o paciente ao atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). Como reconhecimento a uma das experiências do PACs, no dia 7 de junho o Programa de Agentes Comunitários do Distrito Federal recebeu o Prêmio Eleutério Rodriguez Neto, no valor de R$ 10 mil, durante a 1ª Mostra Nacional de Vivências Inovadoras de Gestão no SUS (Expogest). O prêmio foi criado pelo Ministério da Saúde para incentivar práticas inovadoras de gestão do SUS. A escolha do PACs como um dos contemplados pelo prêmio partiu do público que participou do evento, em Brasília. Nacionalmente o PACs surgiu em 1992, com a proposta de integrar neste trabalho as três esferas de poder público (federal, municipal e estadual). Nesse contexto, a atuação da Secretaria Municipal é fundamental para o controle social do programa. Os agentes comunitários promovem um envolvimento maior entre a população e o serviço de saúde local e atuam em pequenas regiões como bairros ou comunidades. Os agentes são pessoas dessas áreas, contratados para atuar nos locais onde vivem. No Distrito Federal, o programa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Saúde do DF e a Fundação Zerbini. O PACs chegou ao Distrito Federal em 2003. Aqui os agentes comunitários são responsáveis pela saúde das famílias das áreas urbanas e rurais e também das populações que vivem em penitenciárias, diz a diretora-técnica do Programa no DF, Marilda de Cássia Castro. ;Outra função dos nossos agentes é participar de atividades relacionadas à saúde mental, nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), e de saúde bucal, complementa Marilda. No Distrito Federal, o Programa de Agentes Comunitários de Saúde beneficia 133 mil famílias cadastradas. Cerca de 520 mil pessoas foram atendidas desde o início do programa em Brasília e nas cidades-satélites. Esse número corresponde a 20% de toda a população do DF. Postos - Os agentes comunitários de saúde atuam em várias frentes. Eles se envolvem com campanhas de vacinação, atendimento pré-natal, promoção da alimentação saudável e controle de doenças como tuberculose, diabetes e hipertensão arterial e combate à hanseníase. Geralmente esses profissionais trabalham nos chamados Postos Avançados. São locais como igrejas, escolas ou associações de moradores. Os representantes dessas entidades entram em contato com as secretarias municipais de saúde para receber a visita dos agentes comunitários. Somente no Distrito Federal, estima-se que existam 100 postos. Nesses locais, os agentes comunitários de saúde também promovem palestras e debates abordando temas importantes, como a prevenção ao câncer de colo de útero, à aids e às doenças sexualmente transmissíveis. Além do atendimento coletivo, em alguns casos, os agentes comunitários de saúde do Distrito Federal fazem visitas mensais nas residências dos pacientes. Essa iniciativa serve para acompanhar o crescimento das crianças com idade entre O a 5 anos, verificar seu peso e, em casos de desnutrição, administrar a multimistura que funciona como um complemento alimentar, explica Marilda de Cássia Castro. Para aprimorar a qualidade no atendimento oferecido pelo PACs, há uma avaliação do desempenho de cada agente pelos moradores do bairro e, em caso de falhas, ocorre a substituição do profissional. Os agentes são submetidos a treinamento a cada três meses. Essa tarefa fica a cargo da supervisora que, por sua vez, participa de reuniões periódicas na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no caso do DF, e nas secretarias estaduais de saúde; nas demais unidades da Federação. 


Nossos Parceiros.

Dr. Charles:

Médico ginecologista, tem desde a adolescência a vocação de ajudar ao próximo. A preocupação virou ação ainda jovem. A primeira iniciativa foi em prol dos meninos de rua, quando fundou e coordenou um grupo voluntário de apoio às crianças carentes. Formado, começou a se destacar por lutar em favor de um modelo diferenciado de saúde. Deixou sua marca no CST nº 4, ao torná-lo referência para o resto do país. Revolucionou o HRT ao mudar sua estrutura interna, valorizando o profissional com cursos de reciclagem e priorizando o paciente com atendimento de qualidade. Ao assumir um novo desafio, a direção do Programa Família Saudável, conseguiu novamente superar as expectativas, aumentando significativamente a cobertjura. Participou descisivamente da efetivação dos Agentes Comunitários de Saúde e de Vigilância Ambiental ao quadro permante da Secretaria de Estado de Saúde.

As atribuições são muitas, mas o compromisso com a sociedade é ainda maior, por isso fundou em 2003 a ONG Voluntários da Saúde, que faz atendimento médico em diversas especialidades e promove cursos que estimulam o crescimento social.

 

 

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