Página do curso de Ecologia vegetal (código: 5920813) do curso de licenciatura e bacharelado em Ciências Biológicas.

 

A Lenda da Vitória-Régia

Nos contos dos pajés e caciques, Jaci (a Lua, que brilhava no céu a iluminar as noites), de quando em quando descia à Terra para buscar alguma bela virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Ouvindo aquilo, uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci e quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.
Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá , mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Esperava sua subida e descida no horizonte e já quase de manhãzinha saia correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia, até que adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.
Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do lago a fizeram exultar de felicidade! Naiá, em sua inocência, pensou que a Lua tinha vindo se banhar no lago e permitir que fosse tocada. Finalmente estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas, mas acabou se afogando. Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá não estava no céu, mas nas águas a refletir o clarão do luar. Jaci transformou-a na Vitória Régia, que sempre dança com as estrelas e com a lua, quando os lagos refletem o céu em todo o seu esplendor.
Até hoje, em noites de lua cheia, Naiá, a Vitória Régia, abre suas flores brancas para se banhar com a luz de Jaci...
(Texto compilado por Pamela Costa Adorno da Silva)


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Sobre Antonio Abujamra

Antônio Abujamra é uma história de teatro. É também, em essência, o rompimento com a história de si mesmo e do próprio teatro. Destrói o que derruba conceitos e padrões em seu discurso certeiro. Na forma, está sempre começando, por isso se refere sempre a seus trabalhos como "fracassos".
Dirigiu mais de cem peças de teatro, tendo conquistado diversos prêmios, entre eles o Prêmio Juscelino Kubistchek de Oliveira pela direção de "A Cantora Careca" de Eugène Ionesco em 1959, além de receber o Prêmio "Lifetime Achievement" no XI Festival Internacional de Teatro Hispânico em Miami, Estados Unidos, no ano de 1998.
Em Paris, trabalhou com Roger Planchon e Jean Villar e, na Alemanha, passou uma boa temporada no endeusado "Berliner Ensemble", de Bertolt Brecht.
Como intérprete, Abujamra recebeu o prêmio de melhor ator com "O Contrabaixo", de Patrick Suskind (1987/1995), Prêmio Kikito em Gramado pelo filme "Festa", de Hugo Giorgetti, e o prêmio de melhor ator de TV por sua participação como Havengar na novela "Que rei sou eu?", de Cassiano Gabus Mendes, na TV Globo.
Desde a antiga TV Tupi de São Paulo à atual TV Cultura, Abujamra reúne perto de 40 anos de inovação na televisão, criando, dirigindo e apresentando programas. Em 1998, esteve em Monte Carlo, principado de Mônaco, ao lado de celebridades como Cláudia Cardinale, Annie Girardot e Yehudi Menuhim, no júri do Festival Mundial de Televisão, como único latino-americano convidado.
Abu, como é conhecido, é o que se pode chamar de figura emblemática do meio artístico e cultural.

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Secos & Molhados

Se, naquele tempo, uma nava-mãe tivesse pousado, por exemplo, na Praça dos Três Poderes, em Brasília e despejasse através de suas portas alguns alienígenas, ela não teria causado um impacto, uma perplexidade e um maravilhamento que pudessem rivalizar com os provocados pelas primeiras apresentações ao vivo de um novo grupo de música popular brasileira chamado Secos & Molhados. Foi um espanto! O impacto inicialera visual: nunca se tinham visto aquelas roupas, aquelas maquiagens, aquelas cores edesenhos; e mais: a movimentação no palco, em especial a coreografia exótica e sensual de Ney Matogrosso era simplesmente desconcertante. O impacto seguinte era sonoro, o espanto também era auditivo. O Som dos Secos & Molhados surpreendia não apenas pelo timbre insólitos da voz de Ney mas tembém impressionava pela sua musiclidade exuberante, nas composições agudas e envolventes, nos arranjos modernos mas sutis e na qualidade contagiante das interpretações. A fase áurea dos Secos & Molhados é um momento singular da história da música popular brasileira. E eles só tiveram a fase áurea! Surgiram e acabaram logo, para dar lugar a carreiras solo de seus componentes, como se tivessem sido o brilho súbito de um quasar, uma suave explosão, um sonho irrepetível.

Luiz Carlos Maciel

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Disco 1973

(dica: clique com o botão direito e escolha "salvar destino como"

Sangue latino

O vira

O patrão nosso de cada dia

Amor

Primavera nos dentes

Assim assado

Mulher barriguda

El Rey

Rosa de Hiroshima

Prece cósmica

Rondó do capitão

As andorinhas

Fala

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Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão Das 10
Raul Seixas, Sergio Sampaio, Míriam Batucada e Edy Star

Raul Seixas passa, em 1970, a trabalhar como produtor da gravadora CBS. Em 1971, aproveitando a viagem do presidente da CBS, Raul produz e grava às escondidas na empresa o anárquico disco 'Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta: Sessão das Dez', com participações do próprio Raul, com Sérgio Sampaio, Miriam Batucada e Edy Star.

Isso lhe valeu a expulsão da CBS e o disco sumiu, "misteriosamente", do mercado.

(dica: clique com o botão direito e escolha "salvar destino como"

Êta vida (Raul Seixas - Sergio Sampaio)
Interpretação: Raul Seixas / Sergio Sampaio

Sessão das 10 (Raul Seixas)
Interpretação: Edy Star

Eu vou botar pra ferver (Raul Seixas)
Interpretação: Raul Seixas / Sergio Sampaio

Eu acho graça (Sergio Sampaio)
Interpretação: Sergio Sampaio

Chorinho inconseqüente (Erivaldo Santos - Sergio Sampaio)
Interpretação: Míriam Batucada

Quero ir (Raul Seixas - Sergio Sampaio)
Interpretação: Raul Seixas / Sergio Sampaio

Soul tabarôa (Jocafi - Antônio Carlos)
Interpretação: Míriam Batucada

Todo mundo está feliz (Sergio Sampaio)
Interpretação: Sergio Sampaio

Aos trancos e barrancos (Raul Seixas)
Interpretação: Raul Seixas

Eu não quero dizer nada (Sergio Sampaio)
Interpretação: Edy Star

Dr. Paxeco (Raul Seixas)
Interpretação: Raul Seixas

Finale (Vinheta)

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