Poesias Etográficas

 

O nunca não existe

 

Vivi enfim todas - Primaveras.
Sonhei intensidade realmente.
 Fui incrivelmente, mais crente.
Sobrevivi às banais quimeras.
Eu que tanto - Ofertei ternura.
Cheguei a Perdoar a maldade.
Acreditando sim na felicidade.
Ainda tentei evitar a amargura.
Para ti entreguei, o meu corpo.
Mas conservando a alma pura.
Sonhador: procurando o horto.
Sinceramente: agora já não sei.
Se foi o bem ou o meu pior mal.
Sabes bem o tanto que te amei,


Mas tempo passa e ele passou.
Fui barco sem chegar ao porto.
Se tudo acaba: o Amor acabou.
Mas tudo muda e até eu mudei.
Quantas ilusões única quimera.
 Parece foram inúteis, as ilusões.
Contudo confesso que não Sei...
Enfim este eterno Amor - Já Era!
Deixa-me Enlouquecido Absorto.
Cada dia fico ainda mais Esquivo.
Às vezes... Nem sei se estou Vivo.
Mas talvez realmente esteja Morto.

Só de uma coisa tenho certeza sei.
 Nunca não existe, ainda te amarei.
 

 


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Edvaldo Feitosa
( Direitos autorais reservados)
* Fundação Biblioteca Nacional - nº180859 *




 

   

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