Não    

                      

                                            

                                                                               

Palavra infinita, e, cruel... Escrita com três letras - somente.
Eu esperando a tua resposta... Ingênuo e, bem feliz - enfim.
Ah! Ainda não sabia... Como um não - pode doer na gente.
Quando uma prece de amor... Sem começo - chega ao fim. 

Esperava trêmulo, alma demais crente... Esperava - um sim!
Meus sentimentos deliravam e, eu todo – somente, coração.
Jamais imaginei teu regresso, sorridente... A dizer-me assim.
Perdoa meu grande amigo... A resposta, infelizmente, é não.

Dia do não e, da recusa... Marcaram para sempre. Esse Não.
Lembrança mais atroz, mais funesta, de todas às lembranças.
Desde então apenas vago semimorto procurando te esquecer.

Recusa o - não! Espada fria cravada no mais fundo da ilusão.
Tento ainda sobreviver, com as mais improváveis esperanças.

Todos sabem ser loucura, também sei, mas eu não sei porque.

 Edvaldo Feitosa - (2002)
(Direitos autorais reservados)
* Fundação Biblioteca Nacional - nº180859 *


  

A vida é uma sinfonia inacabada!


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