Sol de Outono                                         

 

 

            Não sei aonde procurar os meus sonhos se morreram: de tristeza.
           
Só solidão pode almejar quem tem um coração, assim, tão louco.
           
Dizem ser aceito o antônimo da pura Fé... Chamar-seincerteza.
           
Pouco sobra para quem tudo quer ou para quem quer tão pouco.

 

            Tenho teus sonhos de menina a embalar os meus já tão cansados.
           
E isso me faz querer viver, mas como é dura e melancólica a sina.
           
Quase sempre quando a gente se aproxima, os sonhos desejados.
            
Com a mesma velocidade e de maneira tão sutil - à ilusão termina.

   

           Realmente, tenho quase tudo nesta vida! E... Ainda assim reclamo.
          
Os meus sonhos ultrapassam as possibilidades - desta alma minha.
          
A vida vive sempre lamentando, as pequenas migalhas que perdeu.

  

           Assim, tenho na realidade tudo para ser feliz! Eis porque exclamo.
          
Embora sabendo ser tolice reclamar o que passou - o que se tinha.
          
Minha consciência descobre sutilmente o único e real culpado. Eu.

 

 

Edvaldo Feitosa
( Direitos  autorais  reservados  sob  o  nº 180859 )
* Fundação Biblioteca Nacional *

 Gostou deste Soneto?
 Envie para quem Você Ama. 

Envie o endereço aos seus amigos (as) ou para seu Amor. Pelo MSN  -  ou através do seu E-mail.
http://geocities.yahoo.com.br/ed_poeta1/ref_son15.htm

 

 

    Soneto          16

  Home  Page   2

Home  Page   1

Soneto         14

E-mail

 

Site n° 1

          A pomba levará você à  Página Inicial.

 

1