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Modernismo - Sobre o trabalho
de Adriano, Cauê, Felipe Carrhá, Felipe César, Rafael e Samir.

Ano: 1998
Tema: características gerais, fases e vultos. - 186 páginas - Nota: 10.

Capítulo 1 - Origem (Belle Époque, Poesia Moderna e Pressupostos Históricos.)
Capítulo 2 - Características Gerais, Estudo Sobre Crítica de Mário de Andrade e Estudo Sobre Característica na Poesia.)
Capítulo 3 - Fases e Escritores
Capítulo 4 - Analises de Textos
Capítulo 5 - Produções não Literárias do Modernismo

*Nota: O conteúdo sem link está exposto em: Modernismo e Pré-Modernismo

 

Créditos:

Adriano dos Santos Mello
Capa, Edição de Imagens. Projeto Gráfico e Capítulo 3.

Cauê Monteiro dos Santos
Revisão Geral Ortográfica e Gramatical e Capítulo 1.

Felipe Carrhá Machado
Capítulo 5

Felipe César Dias Diógenes
Revisão Geral de Conteúdo e Capítulo 4 .

Rafael de Carvalho Lindoso
Editor, Diagramação, Revisão Geral de Conteúdo e Capítulo 2 .

Samir Câmara Magalhães
Revisão Geral Ortográfica e Gramatical e Capítulo 2

Apresentação, Pesquisa, Introdução e Conclusão realizada por todos os integrantes
2o. TEB - Prof. Suelí

COLÉGIO BATISTA SANTOS DUMONT

 

Introdução:

O Brasil, país tão novo e de independência ainda mais recente, teve pouco tempo para desenvolver sua cultura. Na época Barroca Romântica, Árcade, o povoamento se restringia apenas a uma reduzida parte do país e o analfabetismo era imenso. Nos períodos Real-Naturalistas, parnasianos e simbolistas, já havia um certo desenvolvimento do país, porém a literatura não havia acompanhado-o. Só a partir do século vinte é que pode se falar em início da transformação em um país moderno, democrático, atrelado aos moldes internacionais. Isso explicaria talvez o porquê da marcante diferença de penetração do modernismo para as outras escolas.

Com o analfabetismo diminuindo, passou haver mais público consumidor, ou seja, poderia haver mais produção e de tipos diferentes que seriam absorvidas pelo novo mercado leitor. Essa maior absorção fez com que diversas pessoas, que em outras épocas não teriam espaço se dedicassem a literatura. Isso fez com o que o movimento modernista fosse muito mais rico que os outros.

Também há o fato de que cada vez mais pessoas podiam sobreviver de escrever, e assim produziam muito e enriqueciam sua obra.

Essa arte, é considerada a principal escola que o Brasil já teve e contribuiu (ao menos um pouco) para a melhora do país. Como disse um eminente modernista: "A arte moderna não é revolucionária, apenas cria o espírito de revolução."

 

Conclusão:

Ao final destas pesquisas e estudos sobre a escola literária em questão nós chegamos a algumas conclusões, que podem ser meros fatos, mas são de fundamental importância para o nosso país.

A) Revolucionou a literatura brasileira buscando uma escrita conforme a cultura nacional, assim como o romantismo, sendo que o primeiro foi mais intenso.

B) Proporcionou aos escritos literários uma forma livre e desvinculada de termos complicados, deixando os livros mais populares e inteligentes.

C) Influencia ainda hoje as produções literárias.

 

Bibliografia:

Almanaque Abril 1997. Editora Abril, São Paulo, 1997.

BERNARDI, Rosse Marye; COSTA, Marta Morais da; FARIA, João Roberto Gomes de; GUIMARÃES, Denise Azevedo Duarte; WEINHARDT, Marilene. Estudo sobre o modernismo. Ed. 1. Curitiba. Edições Criar. 1982.

CAMPEDELLI, Samira Youssef. Literatura História e Texto. Vol. 3. Ed.1. São Paulo. Saraiva. 1994.

CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Literatura Brasileira. Ed. 1. São Paulo. Atual Editora. 1997.

Enciclopédia Barsa. Vol. 11, Rio de Janeiro São Paulo, Enciclopaedia Brittanica do Brasil, 1986.

GONZAGA, Sergius. Manual de Literatura Brasileira. Ed. 4. Porto Alegre. Mercado Aberto, 1989.

NICOLA, José de. Literatura Brasileira das origens dos nossos dias. Ed.15. São Paulo. Scipione.

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