Existem Espíritos![1]

 

Última atualização: 13/06/2009 (seção Reencarnação: 2 novos artigos!)

 

Este site não visa o lucro. Os objetivos deste site destinam-se a:

 

1) Apresentar, de modo estritamente científico, evidências, inclusive validadas por céticos, que sugiram que nossa consciência continue existindo, pelo menos por algum tempo, após a morte do corpo físico.  Ou seja, evidências que demonstrem a existência do que costumamos chamar de espíritos.

 

2) Divulgar o conhecimento sobre as pesquisas do tema e correlatos, visando um maior entendimento de um assunto que interessa a muitas pessoas.

 

3) O debate dos artigos pelas pessoas comuns e cientistas, estimulando a discussão saudável sobre tais fenômenos.

 

4) Finalidade de pesquisa. Caso você, leitor, tenha conhecimento de algum caso sugestivo de paranormalidade como os que leu aqui e possa e queira relatar, envie um email para mim: existem_espiritos@yahoo.com.br. Posso investigar o caso e havendo bons indícios de paranormalidade você pode vê-lo publicado aqui.

 

Boa parte dos artigos aqui possuem autorização dos autores para constarem neste site. Outros não. No entanto, isso não viola a lei de direitos autorais, pois está protegido pela doutrina do “fair use”.

 

        Na Wikipédia, encontramos uma explicação do termo:

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fair_use

 

O termo fair use (uso honesto ou uso justo na tradução literal para o português, sendo, no entanto, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos da América que limita o direito autoral sob certas circunstâncias, como o uso para crítica, comentário, divulgação de notícia, ensino (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), educação (sem fins lucrativos) e pesquisa. Outros países têm leis semelhantes, porém sua existência e aplicabilidade variam de país para país”.

 

        No Brasil, também encontramos limitações ao Direito Autoral:

 

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9610.htm

 

Capítulo IV - Das Limitações aos Direitos Autorais

 

Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais: [...]

 

III - a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer obra, para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o nome do autor e a origem da obra;  - (sublinhados meus)

 

Nenhuma obra (ou seja, a revista científica em que estão publicados os artigos) é reproduzida em sua totalidade aqui, apenas alguns artigos específicos das revistas. Portanto, este site está dentro da lei.

 

           Há ainda um site que aborda a questão do seguinte modo:

 

http://www.buscalegis.ufsc.br/arquivos/pub_ele_int.htm

 

“A nova lei do Direito Autoral é uma lei que já nasceu ultrapassada, pois não prevê, em quase nenhum artigo, o advento da tecnologia das redes de computadores. Pode-se interpretar alguns artigos de modo extensivo, contudo, não existe qualquer referência expressa à Internet. As decisões neste escopo estão restritas às múltiplas interpretações dos juristas, não existindo um código claro, conciso e atual. Por enquanto, convenciona-se que o uso sem fins lucrativos de obras artísticas ou literárias na rede deve ser considerado lícito, visto que não há qualquer prejuízo por parte do autor. Ao contrário, há vantagens de divulgação de sua obra, além de ser do interesse da coletividade que o conhecimento seja espalhado da forma menos irrestrita possível. O uso, entretanto, com fins lucrativos é abusivo, desatendendo ao interesse coletivo e ao individual do autor”.

 

        Como este site não visa o lucro, mais uma vez, configura-se dentro da lei.

 

Uma vez esclarecido esse ponto, gostaria de chamar a atenção para o outro objetivo do site, de forma a criar um debate saudável entre as pessoas, sobre as evidências de vida após a morte. Existe um artigo, revisado por pares, publicado na revista médica Lancet, que afirma que as hipóteses transcendentais (leia-se: espiritualistas e paranormais) precisam ser levadas em consideração como explicação para alguns fenômenos. No artigo publicado em 2001 pela Lancet:

 

 THE LANCET • Vol 358 • December 15, 2001. Near-death  experience in  survivors of cardiac arrest: a prospective study in the  Netherlands. Pim  van Lommel, Ruud van Wees, Vincent Meyers, Ingrid  Elfferich. :

 

 O trecho abaixo foi extraído dos parágrafos finais da seção “Discussion” (todos os grifos são meus):

 

 “Na falta de evidências para quaisquer outras teorias relacionadas à NDE, o conceito até aqui assumido, mas nunca provado, de que a consciência e memórias estão localizadas no cérebro, deveria ser discutido. Como poderia uma clara consciência externa a um corpo ser sentida no momento que o cérebro não mais funciona durante um período de morte clínica com o EEG [eletroencefalograma] plano ?

(…)

A pesquisa deve ser concentrada no esforço para explicar cientificamente a ocorrência e conteúdo das NDE. A pesquisa deve ser focalizada em certos elementos específicos da NDE, tal como experiências-fora-do-corpo e outros aspectos verificáveis. Finalmente, a teoria e cenário de transcendência devem ser incluídos como uma parte de uma estrutura explanatória para estas experiências.”

 

        No artigo “About the Continuity of Our Consciousness”, publicado na revista indexada Advances In Experimental Medicine And Biology 2004; 550: 115-132, e com fator de impacto na comunidade científica, o autor é ainda mais explícito e diz:

 

“De acordo com nosso conceito, baseado nos aspectos informados de consciência experimentada durante a parada cardíaca, nós podemos concluir que nossa consciência poderia ser baseada em campos de informação, consistindo em ondas[...]. Durante a parada cardíaca, o funcionamento do cérebro e de outras células em nosso corpo para por causa da anoxia. Os campos electromagnéticos de nossos neurônios e outras células desaparecem, e a possibilidade de ressonância, a interface entre consciência e corpo físico, é interrompida.

 

Tal entendimento fundamentalmente muda a opinião sobre a morte, por causa da conclusão quase inevitável que no momento da morte física a consciência continuará a ser experimentada em outra dimensão, num mundo invisível e imaterial, [...], em que todo passado, presente e futuro é incluído. A pesquisa em NDE não nos pode dar a prova científica irrefutável desta conclusão, porque as pessoas com um NDE bem não morreram, mas estavam muito, muito perto de morte, sem um cérebro funcional.”

 

Ou seja, mesmo uma parte da Ciência já admite que há evidência suficiente de fenômenos paranormais a ponto de poder usá-los como ferramenta explanatória. Este artigo possui uma refutação a uma crítica publicada na Scientific American feita por Michael Shermer aqui e que serve também como resposta ao Dicionário Cético, na página concernente a experiências-de-quase-morte.

 

         Outro artigo publicado numa revista indexada pelo ISI e que defende a autenticidade de fenômenos paranormais foi publicado pela revista Medical Hyphoteses em 2003, e que pode ser conferido aqui.

 

Neste site há também referências a fenômenos paranormais que não necessariamente sugerem sobrevivência, e oferece argumentos para diferenciar a hipótese ESP da hipótese da sobrevivência. Para conhecê-los, clique aqui.

 

O site também apresenta críticas aos pseudo-céticos. Infelizmente, cada vez mais, o ceticismo é entendido por um grupo de pessoas que se autodenominam céticas como alguma coisa muito próxima de uma religião. É uma crença insistente e pretensiosa que se recusa a dialogar com qualquer hipótese que venham a entender como sendo sobrenatural ou metafísica. Este ceticismo não concede o benefício da dúvida, apenas condena e ironiza. Neste ponto, este ceticismo é tão rígido quanto qualquer religião dogmática e seus adeptos, tão dogmáticos quanto qualquer religioso fanático.

 

        Para conhecer as críticas a estes “céticos”, clique aqui. Fique também a par do caso Natasha Demkina!

 

Evidentemente, gostaria de deixar claro que não são todos os céticos que agem assim. O autor deste site já teve o prazer de conhecer Kentaro Mori, autor do site Ceticismo Aberto, Marcelo Esteves “Druyan” e Ronaldo Cordeiro, este último participante da lista da Sociedade Brasileira de Céticos e Racionalistas. Todos ao menos se dignificaram a analisar as evidências apresentadas e fizeram comentários valiosos, respeitando as pesquisas realizadas. Mais abaixo encontra-se um quadro dividido em diversas categorias de fenômenos, com links. Cada link o levará a uma nova página contendo diversas pesquisas publicadas em revistas científicas (inclusive indexadas pelo ISI, com fator de impacto na comunidade científica) e em livros.

 

 

 

Quadro 01

 

 

Fenomenologia

Atualizado em:

01-

Reencarnação

13/06/2009

02-

Mediunidade

11/03/2009

03-

Experiências Fora do Corpo

26/10/2005

03-

Experiências-de-Quase-Morte

20/10/2008

04-

Obsessão

16/05/2005

05-

Possessão

16/05/2005

06-

Telepatia

19/03/2006

07-

Precognição

16/05/2005

08-

Xenoglossia

31/05/2006

09-

Poltergeist/Aparição

10/08/2006

10-

Materializações

11/10/2006

 

Quadro 02

 

 

 

Atualizado em:

01-

Neurociência

16/07/2008

 

 

Agradecimentos

 

Todos os textos estão traduzidos, muitos deles por Márcia Guimarães Andrade, filha de Gil Restani de Andrade. O autor deste site agradece muito sua colaboração. É preciso agradecer também a Julio César de Siqueira Barros (biólogo), Jáder Sampaio (psicólogo), Hugo Boechat (médico) e por último, mas não menos importante, a Marcos Borges (biólogo). Sem qualquer uma dessas pessoas, este site não seria possível.

 

 



[1] O título do site reflete a conclusão do autor sobre a questão após minuciosa análise, com base nas evidências expostas.

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