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JORNAL DO BAIRRO

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SUTACO - DIA DO ARTESÃO

RENAN/OUVIDORIA DA SUTACO
LEI ESTADUAL Nº 7.126 DE 30 04 1991,
INSTITUI O "DIA DO ARTESÃO" A SER COMEMORADO, ANUALMENTE, A 19 DE MARÇO
A R T E S Ã O :"Se você está preparado para agarrar as oportunidades que lhe são dadas e para utilizar as
habilidades que tem, você, constantemente preencherá sua vida com momentos especiais e inesquecíveis."
Trabalhar com arte

19 de março, Dia de São José, é a data em que se comemora o Dia do
Artesão, e essa associação do ofício com a religião tem suas raízes na
Bíblia: "Pois da terra e da água se terá moldado o homem, o ser
bíblico à imagem de Deus. E essa presença tão próxima do elemento
natural, tão dominante, nos faz lembrar que as mãos humanas ao
trabalhá-lo, imitam o ato divino de criar o homem, de criar o mundo".

Em Taubaté, como diz Cibele Rocha: "Os moradores da Rua Imaculada já
levavam na alma o gosto do barro, outros aprenderam a descobri-lo nas
formas suaves ou tiveram a humildade de querer aprender e, nesse
aprendizado, nessa confraternização, as mãos cheias de barro aderiram
mais facilmente umas às outras, formando um grupo grande, uma roda
majestosa e assim a rua ficou conhecida como rua das figureiras, dos figureiros".

A cidade de São Paulo em seus 453 anos carrega no seu cerne as marcas
do "saber fazer" artesanal registrado na maestria de amassar o barro,
de entalhar a madeira, de fiar, tecer e trançar fibras e de forjar,
soldar, fundir metais. A mobília, as roupas, as ferramentas, os
adornos, os brinquedos, frutos do trabalho criativo e habilidoso do
artesão convivem, nessa grande metrópole, com o que há de mais moderno
e contemporâneo, numa simbiose entre tradição e renovação.

A importância do artesanato não é só histórica e cultural, mas também
social e econômica, na medida em que possibilita geração de emprego e
renda à significativa parcela do povo brasileiro.

No Estado de São Paulo, a Superintendência do Trabalho Artesanal nas
Comunidades (Sutaco), não mede esforços no sentido de fortalecer este
setor que, além de gerar renda, nos revela traços que refletem a
miscigenação entre as culturas indígena, africana e dos colonizadores;
enriquecida pelas relações entre diferentes regiões do Brasil que aqui convivem

Os funcionários da Sutaco fazem parte da composição deste lindo
mosaico que é o artesanato paulista, porque também trabalham com arte.
Nesse sentido, se "somos todos, além do que somos, o que gostamos, o
que fazemos", então podemos nos incluir como homenageados, pois na
nossa lide diária nos dedicamos a esses maravilhosos trabalhadores da arte.

Parabéns artesãos e obrigado por nos possibilitar a participação nesse
processo de construção da cultura e da economia paulista e brasileira.

A "Família Sutaco" está de braços abertos para acolhê-lo.

Texto: Renan Carlos Ribeiro de Novais
Sociólogo e Ouvidor da Sutaco
rnovais@sp.gov.br


*********D I A D O A R T E S Ã O - P R O G R A M A Ç Ã O *********
CAPITAL/ MANDAQUI

Artesões proibidos de vender na Santa Rita todos os dias 22.
Expositores da Feira Jabaquara news

Jornal Jabaquara News

Março 2006

Depois de ouvir as partes envolvidas, a Subprefeitura de Vila Mariana tomou algumas medidas em relação à Feira de Artes e Artesanato, realizada na Praça Santa Rita de Cássia, onde fica a paróquia com o mesmo nome, cujo padre vinha reclamando do barulho e da sujeira que estariam sendo promovidas pelos expositores.

Essas decisões, segundo Augusto César Moura, coordenador da feira, “beneficiaram mais a igreja do que os integrantes da exposição que, certamente terão prejuízos de ordem financeira.” Segundo o coordenador de Assistência Social e Desenvolvimento, Emílio Ivo Ulrich, foram sete as medidas tomadas depois de várias reuniões com representantes das entidades envolvidas, uma delas proibindo a realização da feira todos os dias 22 de cada mês, data consagrada à Santa Rita de Cássia.

Para compensar, foi oferecida as terças-feiras, segundo Álvaro. Nos demais diasos expositores devem encerrar as suas atividades às 15h30, exceto a barraca de yakisoba, que deverá terminar meia hora antes, ficando também com a responsabilidade de não derramar óleo queimado na calçada e caso isso aconteça, de providenciar a limpeza.

Uma outra determinação é para que as barracas evitem promover barulho, para não interferir nas cerimônias da Paróquia . Ulrich disse que a Subprefeitura oferecerá alternativas de espaço e periodicidade para os expositores, a fim de compensar possíveis prejuízos pelo não funcionamento da feira no dia 22 de cada mês, e que a fiscalização continuará para evitar a presença de comércio não autorizado.

Além disso, agentes da Vigilância Sanitária ficarão atentos na fiscalização das barracas de alimentação.

O Coordenador da tradicional feira de artes disse que as medidas acabam prejudicado os expositores, principalmente com a suspensão dos dias da padroeira e o desmonte das barracas às 15h30. “Justamente nesse horário é que o fluxo de pessoas é maior em razão da missa celebrada às 16h”, explica César Moura. Em razão desses atritos com a igreja e as medidas tomadas pela subprefeitura, a Feira que tem 30 artesões inscritos está com apenas 12 participando. Augusto afirmou que todos vão acatar as normas da autoridade municipal e descartou a saída definitiva da praça Santa Rita de Cássia porque na Vila Mariana não existe outro local adequado.


Subprefeitura regulariza barracas da feira da praça Sta. Rita de Cássia
Jabaquara news

Foto Jornal Jabaquara News

Dia 04/11/2005

A Subprefeitura da Vila Mariana regularizou a situação de artistas e artesãos que trabalham na Feira de artes plásticas, artesanato e cultura da praça Santa Rita de Cássia, emitindo os Termos de Permissão de Uso do Solo (TPUs).

A cerimônia contou com a presença do subprefeito da Vila Mariana, Francisco Marsiglia , e do coordenador de Ação Social da Prefeitura de São Paulo, Emílio Ivo Ulrich. Marsiglia disse que os TPUs “são uma garantia para os expositores, porque agora eles têm de provar sua condição de artesão, e o trabalho de fiscalização da subprefeitura será facilitado. Essa informalidade era uma questão que afligia a atual administração”.

Agora devidamente regularizada, a feira da praça Santa Rita de Cássia (rua das Rosas com av. Senador Casemiro Rocha, na Vila Mariana), segundo Augusto César Moura, seu coordenador, continua sendo realizada todos os sábados, das 9 às 17 horas, e todo dia 22 de cada mês. Nela são encontradas bijuterias, artigos de couro, roupas para cachorro, mosaico, abajur, objetos de decoração, patchwork, decopagem, bonecas, tricô e crochê, sabonetes, tear, artesanatos em madeira, bisqui, bordados, marchetaria, pintura em telas e quadros, além de barracas com alimentos.


TESTE DE ARTESANATO REALIZADO NO DIA 05/12/2005

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Teste de Artesanato click ver foto

Teste de Artesanato

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Teste de Marchetaria - Paulo click ver foto

Teste de Artes Plasticas
MAPA