
A trama narra a história de um
triângulo amoroso composto por uma
mulher e dois homens. O drama começa quando o noivo se
conscientiza de que está
em uma espécie de "sociedade amorosa".
A partir daí, é criada uma
situação de perigo constante e de
desejo pelo proibido, o que faz com que os personagens se arrisquem
cada vez mais.
<>Com direção de
Vinícius Arneiro, o espetáculo é uma livre
adaptação do universo de Nelson Rodrigues
e resulta de uma rigorosa pesquisa sobre o escritor. ><>No elenco, estão os atores Carolina
Pismel, Felipe Abib e Paulo
Verlings.
Não Perca: "CACHORRO!" recebeu a
indicação
ao Prêmio Shell/2007 de Melhor Direção. Atualmente
em turnê, o espetáculo ficou
em temporada em São Paulo, percorreu onze cidades do Rio Grande
Sul e
participou de festivais como FIT - São José do Rio Preto
(SP), São João Del Rey
(MG) ,FITA - Angra dos Reis (RJ) e Recife(PE).

Uma arena de brincadeiras é o termo
utilizado pelo grupo para
definir este trabalho.
Em cena, os atores prometem trazer as
crianças para o jogo rítmico
e corporal, através das estórias cantantes inspiradas na
riqueza e diversidade
da cultura popular brasileira. Resgatando mitos folclóricos,
parlendas,
cantigas e trava- línguas, as estórias são
narradas a partir de brincadeiras e
músicas, dispensando cenários e trocas de figurinos.
Através do reconto da estória
do bumba-meu-boi, os atores do grupo
dão lugar aos atores da platéia, que sobem ao palco e se
entregam ao exercício
do teatro. Em cena os artistas: Guda Coelho, Myriam Nacif e Paulo
Thielmann
Não
perca: O Grupo Atrás do Pano sempre teve como
característica
de seus trabalhos a interatividade com o seu público, realizando
jogos musicais
e brincadeiras antes do espetáculo. Assim as crianças
participam ativamente da
apresentação, cantando e brincando

No início
dos anos 70, o Grão-Circo Mandacaru Sonhador chega à
fictícia cidade de Brogotó
e encontra uma concorrência não esperada: a
televisão. As pessoas não se
encontram mais na praça para irem juntas ao circo, mas para
assistirem à
telinha. Com isso, os palhaços Pirulito e Rapadura e o
mágico Manassés lutam
para driblar as dificuldades e o preconceito do Cabo Sessenta, de
Brogotó, que
não gosta de artistas de circo, por que guarda um grande segredo
de seu passado
que envolve o circo e sua filha
Prixele.

Costurando diversas
linguagens cênicas como o teatro de formas
animadas, a música, a narrativa lúdica e interativa;
tomando o ato de contar
uma estória e ilustrando-a cenicamente, o Grupo realiza um
espetáculo dinâmico
capaz de envolver crianças e adultos no mundo mágico e
imaginativo das estórias
populares. Direção: Carlos Rocha. Dramaturgia: Carlos
Rocha e Atrás do Pano.
Não Perca: O
diretor Carlos Rocha foi fundador
e
diretor de espetáculos da Cia Sonho e Drama por aproximadamente
10 anos. Foi um
dos idealizadores e o atual diretor-geral do Festival Internacional de
Teatro
Palco e Rua de Belo Horizonte (FIT-BH).

"El
Cid", ou "Senhor Batalhador", é o apelido de Rodrigo Diaz de
Bivar, um nobre castelhano que viveu no século XI e se tornou um
dos maiores
heróis da história da Espanha.
A
construção do Residencial "El Cid" e a curiosidade de
seus
operários pela história do nobre cavaleiro é o
mote do espetáculo inspirado na
peça "Cid" do dramaturgo francês Pierre
Corneille(1606-1684), onde o
jovem Rodrigo vive o dilema de vingar seu velho pai de uma grande
ofensa de seu
futuro sogro e perder para sempre sua amada Ximena.
O
espetáculo tem direção e texto final de Carlos
Delgado e no elenco Lucas
Ferreira, Gláucia Enes, Daniel Furtado e Adão Magela. A
concepção plástica é de
Márcio Gato e a iluminação de Daniel Furtado
Não Perca: A montagem originalmente concebida
para teatro de rua foi contemplada com o prêmio Myrian Muniz da
Funarte que
objetiva apoiar financeiramente a produção de grupos
independentes de teatro, e
a consolidação de companhias já existentes. A
produção conta com o ator
araçuiense Lucas Ferreira no papel título.

Classificação:
18 anos
Saindo das páginas do premiado
romance Falar, de Edmundo
de Novaes Gomes, Atrás dos Olhos das Meninas
Sérias é um texto
ousado, que rompe alguns limites morais e transgride as
relações afetivas e
sexuais. No palco, os atores contam a conturbada história de
Ana, uma mulher
que durante anos e anos guardou consigo mágoas, ressentimentos
e, um dia,
decidiu falar tudo que reprimiu em sua vida. Na
intenção de vingar a
separação conjugal, seqüestra seu ex-marido e
tortura-o física e verbalmente, expondo
lembranças, segredos, experiências amorosas e sexuais..
Não
Perca: A
encenação centra-se na interpretação dos
atores e na simplicidade das ações, o
que destaca a importância do texto. Além disso, a
disposição cenográfica
inspira uma proximidade com o público, incitando
reflexões sobre algumas
questões contemporâneas do universo feminino e humano. O
espetáculo esteve este
ano no Festival de Curitiba, Festival de Teresina e Festival
Internacional de
Teatro de Belo Horizonte.

Um pirata escreveu uma carta pra mãe há muito tempo,
e o ator traz
essa carta para o palco utilizando pra isso o essencial: corpo, voz e sensibilidade...
Na carta, o pirata
mergulha na própria existência e traduz essas
palavras em expressividade. A peça se passa em vários
planos diferentes (de
narrativa e estética): em um momento, o pirata está no
mar em calmaria
escrevendo a carta; em outro, o ator está no palco explicando
quem eram os
piratas.
A peça se passa,
sobretudo, na linha tênue entre o ator e o
pirata, em um mergulhar na essência humana de um ser
apaixonadamente
inconformado.
Direção
artística de Denise Stoklos.
Não Perca: As
técnicas do Teatro Essencial de Denise
Stoklos, como a desconstrução de gestos já
estabelecidos, a variação de tom e
volume de voz e as mudanças rítmicas são os
alicerces do espetáculo.

O espetáculo
mostra um pouco da infância do maior pintor
brasileiro, Cândido Portinari. A peça retoma suas
raízes em uma fazenda de
café, em Brodósqui/SP, sua cidade natal, aonde o artista
fez florescer sua
pintura social. A peça narra a vida da menina Janelise, uma
simples criança de
rua, que vai ajudar o pintor a vencer o medo que todos nós temos
de alguma
coisa, de um sentimento, do passado ou do futuro. A companhia teatral é formada pelos atores Drika Vieira e
Carlinhos Rodrigues. "Candim", é um dos espetáculos mais
premiados da
companhia.
Não Perca: A notoriedade da Casa
Amarela em todo o território
brasileiro rendeu a Carlinhos e Drika mais de 80 prêmios, como os
importantes
três troféus da APCA (Associação Paulista
dos Críticos de Arte) e três
Mambembes.

A Peça Maria Lira
conta a vida da pesquisadora, cantora e artesã
Maria Lira Marques, expoente da cultura popular no Vale do
Jequitinhonha,
através de momentos marcantes de sua trajetória, como em
sua relação com os
pais, o encontro com Frei Chico e a formação do Coral
Trovadores do Vale.
Através de canções recolhidas na região, o
espetáculo valoriza a rotina e os
costumes do Vale.
A direção
do espetáculo é do premiado dramaturgo, diretor, ator e
escritor João das Neves.Elenco:Alberto Santos, Anderson Costa,
Ângela Freire,
Anna Esteves, Cleidilane Ferreira, Eslane Santos, Jailson Mendes,
Lenita Luiz,
Lorenza Rodrigues, Luciano Silveira, Niuxa Drago, Vanisa Silva,
Walquiria
Araújo.
Não Perca: O Ícaros foi o
único grupo mineiro a se apresentar no
Encontro Latino-americano de Teatro de Grupo, em São Paulo. Em
seus quadros
está João das Neves, artista premiado do teatro
Brasileiro, tendo trabalhado no
histórico Grupo Opinião, dos anos 70, e depois em
projetos populares no Acre.

Reconta
a história do Brasil a partir de um ponto de
vista não-oficial e popular: o dos colonizados. Inspirada no
romance "Viva
o povo Brasileiro", do escritor baiano João Ubaldo Ribeiro, a
peça reconta
a história do Brasil do ponto de vista de um "filho de
índia com negro
fugido". Sob a direção de Marcos Vogel, três atores
se desdobram em mais
de 10 personagens para contar uma história séria com
criatividade e
musicalidade
Direção: Marcos Vogel. Dramaturgia: João
UbaldoRibeiro.
Não
Perca: O espetáculo A Saga do Caboco Capiroba é a
encenação do Capítulo 2 do romance Viva o Povo
Brasileiro, de João Ubaldo
Ribeiro, membro da Academia Brasileira
de Letras. O "alto nível de sua obra literária",
"especialmente
densa das culturas portuguesa, africanas e dos habitantes originais do
Brasil" lhe conferiram o Prêmio Camões de 2008, maior
premiação para
autores de língua portuguesa.