Nos Estados Unidos, país de primeiro mundo, as estatísticas indicam que 20% dos sinistros são fraudulentos; Empregam-se tecnologias avançadas para desvendar cada caso, análises , em todos os aspectos, para inibir a criminalidade. No Brasil estas estatísticas praticamente não existem, restritas às vezes a certos ramos de atividade. As seguradoras não têm departamento de engenharia, desconhecem o critério julgador dos peritos e faltam-lhes noções fundamentais de custo/benefício quando negociam os seus serviços. Estão preocupadas em arrecadar prêmios, deixando setores sem o devido amparo e estrutura em detectar fraudes. A arrecadação, com a expansão do mercado segurador outros segmentos, seria significamente maior, sem riscos, caso houvesse laboratório de análise e profissionais ilibados, para criteriosa pesquisa das razões de cada sinistro. Portanto, o custo na contratação de um seguro seria menor, com maiores atrativos e ampliação considerável deste mercado.                          
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