| O “QUEÍSMO” Por: Jaime Nunes Mendes É deveras comum ver-se frases do tipo: “Quanto que custa este livro?” / “Por que que você não veio?” / “Onde que fica a igreja?” / “Como que vai você?” Em todas essas frases, o que é totalmente dispensável. Basta dizer, simplesmente: Quanto custa este livro? / Por que você não veio? / Onde fica a igreja? / Como vai você? O “DEQUEÍSMO” Embora comum, é errôneo empregar-se de que antes de oração com verbo direto. Por exemplo: “Ele acredita de que existam fofocas na igreja”. / “Ela afirmou a todos de que iria mudar de igreja”. / “Ele declarou ao pastor de que cometera adultério”. / “Determinamos de que haja culto no próximo sábado”. / “Eu suponho de que não haja culto hoje”. Todos estes verbos (acreditar, afirmar, declarar, determinar, supor) podem perfeitamente ser usados sem o de. Assim: Ele acredita que existam fofocas na igreja. / Ela afirmou a todos que iria mudar de igreja. / Ele declarou ao pastor que cometera adultério. / Determinamos que haja culto no próximo sábado. / Eu suponho que não haja culto hoje. Emprega-se de que somente quando o verbo pedir a preposição de. Exemplos: Estou convencido de que falei a verdade. / Não sou obrigado a fazer aquilo de que não gosto. / Previno-o de que Deus não se agrada disso. / Informamos de que não haverá culto no próximo sábado. ...Página anterior |
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