O quarto sem cor Do corpo que não suporta seu passar de anos pouco importa. Da flor da idade que passa como um raio desfaço-me. Encontro cuidado em intervenções. Críticas são bem-vindas porque me fazem reagir. Sinceridade absoluta, já não me assusta. Fico `a mercê de me relacionar com tudo com todos com o mundo. Não me conheço sozinho. Sem ninguém. O quarto torna-se branco flutuo quase não me movo Não sei o que é grande o que é pequeno. A maior bondade dAquele é ser tão grande para que eu possa (humildemente) me referenciar. Ana Claudia Laforga SP/21/12/2005 |
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