MÁQUINAS DE FOGO Pelo fresco deserto da Caldeia antes que o astro rei se abrilhante desliza uma coluna equidistante de máquinas dispostas em cadeia. Cavalaria d’aço e diamante que de cavalos fica só a ideia por tantos construir em panaceia que seu fim é tão só ser triturante. Por terra como César avançando a porta da cidade é seu destino que s’abrirá decerto em rude jogo... Bagdade, sim, resistirá lutando antes que chefes seus percam o tino por força destas máquinas de fogo! Frassino Machado |
![]() |