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Poema 2 | |||||
ALMA VESTIDA Um vulto nu e só, dança na estrada Lavando, com seus sonhos, corpo e alma. Perdido, foi parar na encruzilhada Onde nem no cansaço, sente a calma. Quem és tu, dançarino do caminho ?... Que fazes por aqui, bailando nu ?... Que fazes neste mundo, tão sozinho ?... Homem (que sou eu)... diz !... - Quem serás tu ?... Pra seres o ditador da própria sorte Nesta difícil dança que é a vida, Terás que demonstrar que és o mais forte Erguendo alto, a fé nunca perdida. Só assim vencerás a própria morte, Nu de corpo, mas de alma vestida ! Humberto Soares Santa Cotovia, 2002-08-29 |
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