DESPIDA O destino vestiu-me de paciência, Pôs-me o véu diáfano da saudade, Calçou-me sapatos de consciência, Meias, de compreenção e lealdade. Deu-me uma capa rubra de paixão, Guarda chuva, de alegria e alvoroço, Pôs-me luvas de amor no caração, E, um lenço de ternura no pescoço. Vestida deste modo fui prá rua, Enfrentei, terramotos, guerras, inclemências, Ventos chuvas tempestades, Desenganos, incompreenções e desistências E quando dei por mim, estava nua... Despida de preconceitos e vaidades....... Maria Isabel Galveias(Lylybety) |
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