UTOPIA Há tempos procurava um certo vulto De uma mulher criada em fantasia Pensava que se a visse saberia Ter encontrado o meu desejo oculto Não sei agora como descrevê-la Nem sei se um dia tal tarefa pude Era utopia em minha juventude Brilhando longe qual distante estrela Acreditava que possível fosse Apaixonar-me assim tão logo a visse Como se come saboroso doce Hoje compreendo minha idiotice Nem percebi quando o destino a trouxe Com seu amor repleto de meiguice Nilson Matos Pereira Araranguá, 240404 |
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