Alma silenciosa Como se fosse a brisa Vibra minh'alma Ao redor de teus braços A atmosfera improvisa Luminosidade da calma Rastreando os teus passos... Há um espaço infinito Entre eu e o pensamento Que busca a sensação Coração que vive aflito Pulsa quase pachorrento Acolhendo a paixão... Só o silêncio agora Embala as emoções Que se perderam no ar Teu vulto vem sem demora Provocando reações Dispondo-se a me enredar Chego quase de repente De mansinho, encantada... Buscando sentir seu sabor A alma está silente Sentindo-se emocionada Cativa de seu amor! Priscila de Loureiro Coelho |
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