AMOR DOÍDO Este amor doído que trago no meu peito Deste coração transpassado pela espada Tão frágil, tal qual uma taça estilhaçada Traído, marcado pela dor deste jeito Coração maltratado, que a dor dilacera Fragmentos de prazer das doces alegrias Das venturas que saboreadas nos bons dias Busca na luta para a vida, esta quimera Ao compasso deste acorde, deste meu canto Misturado ao som deste doloroso pranto Com a lágrima quente a rolar pela face Com a alma entregue ao desespero e desventura Com este meu amor doído pela sensura No tempo marcando, que um sorriso disfarce Renate Emanuele 19/10/2003 |
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