Nem eu...
Mas sinto que lá esteve aqui....

Trocar botões...
Sentir tensões...
É TUDO QUE ME IMPORTA

Daqui desta serra sem fim...
Andar de aviões, sobrevoar  gaviões
Jamais voltar...

Implodir sentimentos construindo grilhões...
Saboreando a sua taça.
Devaneio em noites de sertões...
Numa terra onde não  há fumaça.
Sem medo de insensatas visões
Queimar enormes pinhões

Sabe-se lá de que são feitos teus sonhos...
De ilusões e mistérios de certo...
Aqueles que me tiram o pão

Onde eu reverencio o Rá...
Quem habita teu corpo e tua alma...
Deixando-te cá entre  manás...
Pra nunca se saber ser
O falo de meus tormentos...O fel de meus alentos...

O cosmo não me impõe limites
Invado as pontes do mistério
Além do profano segredo da vida
Inquietude sagrada regada de desejos devastadores...
De desbravadores eternos e fraternos
Não há salvação nesta terra de anão


Soraia Maria
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