Site Oficial do União Bandeirante Futebol Clube .................................................................................................................................www.uniaobandeirante.cjb.net
 
 
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.

 

Fatos, contos e imagens curiosas sobre o folclórico União
Cadê o Entrosamento?
Assim que foi montado o time profissional pelo competente técnico Pupo Gimenez em 1964, num dos últimos coletivos para estreiar no campeonato da 1ª divisão, um determinado repórter da Rádio Cabiúna se aproximou do saudoso Sr. Luis Meneghel que assistia ao treino junto ao alambrado e comentou: - "Seu Luis, o senhor está gostando do time? Ao que nos consta, só falta o entrosamento para que o time fique perfeito!" ... Imediatamente o Sr. Luis respondeu: - "Veja onde é que está esse jogador que vou pedir para o meu filho Antoninho comprá-lo!" ... hehehe! Pelo visto, dinheiro na época não era problema!
(texto: Jarbas Inácio de Assis)
Mascotes

Caçula Milionário

Bêbado

Caipira
Mascotes do União Bandeirante: O Caçula Milionário: 1º mascote do clube nos anos 60; Bêbado e Caipira: mascotes criados pelo web designer da Net União, Luis Fernando Assis. Agora, quando o assunto for mascote em "carne viva" ... as primeiras crianças a entrarem em campo com o time do União foram os filhos do Sr. Serafim Meneghel (Tigrão) , ou seja, Luis e Polaco.
O Vídeo Cassete
No final da década de 80, um dos já antigos desejos e sonho de consumo dos jogadores do União, era adquirir um vídeo-cassete para o ônibus do clube. Assim, poderiam assistir filmes e tornar as longas viagens menos desgastantes. Mas na época, esse aparelho era muito caro no país e sua aquisição pouco viável. Eis que na final da 2ª divisão de 1988, o time pôde unir o útil ao agradável, já que o adversário era o Foz do Iguaçu, na fronteira com o Paraguai, onde eletrônicos são mais baratos. Título conquistado, banho tomado, e vídeo comprado, a viagem tinha tudo para ser só alegria, se não estivesse envolvido na história mais uma vez, a figura legendária do ex-goleiro Gilberto, que morava no Paraguai. Foi Giba quem comprou o aparelho e deu a sugestão de fazer um suporte de madeira para o vídeo junto à tv do ônibus, dizendo que o marceneiro era de mão cheia. Só esqueceram de avisar ao lateral Luis Fernando, que no meio da viagem, em uma das curvas da estrada, quando sonhava com a taça, levou um golpe certeiro no peito, com a queda do vídeo que se desprendeu da caixa que Giba havia garantido o serviço. Até hoje, Luis Fernando não conseguiu se encontrar com o ex-goleiro, para agradecer a gentileza. Quem gosta de contar essa história é o motorista do clube, Jair. Mais uma do passado, hehe!...
(texto: Jarbas Inácio de Assis)
O Tiro na Bola
Das histórias que Tião Abatiá conta, uma envolve uma figura habitual no folclore do futebol: o presidente do União, Serafim Meneghel. Do cartola, lembra que num União x Seleto de Paranaguá, um pênalti foi marcado. Indignado, Meneghel, de revólver na cintura, entrou em campo para, digamos, estabelecer um diálogo com o árbitro Vander Moreira. O juiz apreciou a argumentação e desistiu da penalidade, que favoreceria o Seleto, trocando-a por um tiro de meta para o Bandeirante...
(texto: Ayrton Batista Jr)
Terra de Jesus?
Ainda no folclore, Tião Abatiá cita o autor de uma frase famosa no anedotário do futebol: "Estou feliz por estar em Belém do Pará, cidade onde nasceu Jesus". Ele jura que ouviu ela sair da boca do zagueiro Pescuma. "Se outros falaram, não sei. Eu ouvi dele", assegura, antes de dar vez a uma gargalhada...
(texto: Ayrton Batista Jr)
As recuadas de Augustão
Certa noite de 1965, o time profissional do União jogando contra a equipe da Esportiva de Jacarezinho-PR, naquela cidade, em determinado momento do jogo houve uma confusão na área do alvi-negro, estando no gol o goleiro Gilberto. De repente, o zagueiro Augustão dominou a bola e chamou o goleiro para recuá-la (naquele tempo a regra permitia), e Giba, imediatamente se apresentou para apanhá-la. Acontece que ficou só na ameaça, pois Augustão, apenas gritava e passava o pé por cima da bola, retendo-a em seus pés e saindo jogando com categoria, enganando o atacante adversário que estava em suas costas e recebendo aplausos do público, tendo repetido esta jogada várias vezes, sendo que em todas elas, deixava a torcida do União de cabelo em pé e o goleirão Gilberto no chão, também sendo enganado e saíndo com o uniforme imundo por culpa do "colega", o saudoso companheiro Augustão. Giba, levou algum tempo para perdoar o amigo, pois o gozador era ele, e neste episódio foi vítima, com o zagueirão vingando suas gozações. Assim era o grande Augustão, não só no tamanho, mas como no talento...
(texto: Jarbas Inácio de Assis)
Nelsinho Santos interpretando "elogios" para a arbitragem
Não é só nas arbitragens do Campeonato Paranaense que o União é perseguido, mas esta sina também atravessou fronteiras mundo a fora. Um dos que mais tomam as dores do clube é o Diretor de Futebol Nelson Santos, mas neste episódio foi surpreendido. No Torneio da Inglaterra, quando o União participava com sua equipe juvenil no início desta década, numa das partidas o juizão vinha apitando tudo contra o alvi-negro e lá estava Nelson, como sempre, exaltado e pressionando o árbitro. Mas ninguém entendia nada, pois a arbitragem era internacional e falava inglês, já Nelson Santos xingava em português. Para sua surpresa, quando olha pra trás, vê o até então "tranquilo" e poliglota Nelsinho Santos, seu filho, tomando as dores do pai e do time e indo para cima do Diretor de Arbitragem aos gritos, fazendo-o recuar e intimidando-o, detonando a arbitragem em bom e fluente inglês. Fica nossa lembrança do querido Nelson Faria dos Santos...
(texto: Luis Fernando dos Santos Assis - por: Nelson Santos)
Vai Manguinha!!!
Esse fato aconteceu na Seletiva para o Campeonato Brasileiro da Série B em 1991. O torneio era disputado por União, Paraná Clube, Londrina e Foz do Iguaçu. Na época, o União enfrentava constantemente a equipe do Foz, desde a final da segundona de 1988, vencida pelo União na casa do adversário e começava uma certa rivalidade. O União sempre que viajava até Foz do Iguaçu era recebido por Gilberto (ex-goleiro do clube) e Jarbas (ex-lateral do Guarani de Bandeirantes e amigo do clube) que residem na fronteira. Então se encontraram União e Foz pela última rodada da seletiva, na outra partida, Paraná e Londrina empatavam em 1 a 1. O Foz jogava pelo empate, e era o que estava acontecendo: 0 a 0. A torcida do Foz cantava "ai, ai, ai, ai tá chegando a hora...", o locutor narrava "o Foz vai indo para a Série B do Brasileirão e despacha o União Bandeirante", o juiz expulsava o técnico Paquito do União e a torcida adversária o vaiava. Assim que foi expulso, Paquito deu a volta no estádio pelo lado de fora do alambrado e foi até atrás do banco de reservas do União. Giba e Jarbas, agora residentes em Foz, estavam com o coração dividido, ou pelo menos não podiam se manifestar diante da torcida iguaçuense, mas ao verem a fé do amigo Paquito que gritava com seus jogadores e acreditava no milagre, lá foram eles e se juntaram atrás do alambrado a torcer pelo União. O jogo chegava aos 49 minutos da etapa final, o time da casa soltava fogos de artifícios, mas não suficientes para fazer Paquito desistir de gritar: " Vai Manguinha, vai Manguinha, vai Manguinha!!!!!"... e ele foi, Manguinha, o herói do União nos últimos segundos do jogo, num contra-ataque fulminante, marcando um golaço e calando um estádio inteiro e emocionando o técnido Paquito. O mais curioso foi que no local onde Paquito pulava e gritava sem parar para os jogadores, restou um buraco enorme e nunca mais nasceu grama. Essa foi mais uma do "União Bandeirante Futebol Clube, o time da virada"...
(texto: Luis Fernando dos Santos Assis)
As chuteiras de Charuto
Charuto veio de São Paulo para o União em 1964, sendo a primeira contratação para a equipe profissional do clube. E logo em sua chegada, um dos fatos mais engraçados aconteceu: Já com a equipe formada e com alguns bons resultados sendo obtidos, o elenco do União já fazia sucesso na cidade e ganhava admiração e amizade do povo bandeirantense. Os jogadores eram convidados para festas, churrascos, solenidades e etc. E foi neste clima amistoso que certa noite de 1964, foi marcado um encontro esportivo de confraternização entre a Seleção de Futebol de Salão de Bandeirantes contra o União Bandeirante Futebol Clube, evento organizado pelo zagueiro Geraldo Roncato. Tudo arranjado, o evento seria um desafio na modalidade de Futebol de Salão na quadra de esportes do Colégio Estadual de Bandeirantes. O público compareceu em peso, e lá estavam os jogadores do União, prontos para a partida e reunidos em uma sala de aula improvisada de vestiário. Só faltava um jogador: ele mesmo, Charuto. O tempo passava, se aproximava o horário de início do jogo, e nada de Charuto. Os jogadores entraram em quadra e poucos minutos antes do árbitro dar início, quem aparece? Charuto, atrasado, mas compareceu. Então, todo apavorado ele pede a Geraldo o quê deveria fazer? Geraldo dá a ele a chave da sala de vestiário, diz que o uniforme dele está lá, e pede para Charuto se apressar. Eis que surge de uma janela que dava de frente para a quadra e arquibancada, um sujeito que grita: - " Geraldo, Geraldo !!!.. " - todos os presentes na festa olham para a direção da voz e o quê vêem? Sim, é ele, Charuto. Então Geraldo grita perguntando, com todos prestando atenção na cena: - " fala Charuto" - Charuto responde indagando: - " Onde estão minhas chuteiras que não estou encontrando? ". Neste momento todos caem em gargalhada em coro... -" hahahahaha, é tênis Charuto, onde já se viu chuteira em quadra de salão, você viu grama em algum lugar? hahahaha!!! ..." - respondeu Geraldo não se cabendo em si. Essa foi só uma das muitas sobre o grande Charuto, hehehe.
(texto: Jarbas Inácio de Assis)
As Pocãs do Dr. Cubas
Certa ocasião em que o grande time do União Bandeirante da década de 70, de Paquito, Abatiá, Nondas, Russinho e tantos outros craques, partia para mais uma jornada pelo Campeonato Paranaense para enfrentar o Coritiba, aconteceu um dos fatos mais inusitados da história do clube. Tudo parecia normal, com a presença do saudoso então Promotor Público do Município, o Dr. Ernani de Souza Cubas, torcedor ilustre e fiel do União, que levava em sua bagagem um saco de pocãs (frutas) para presentear familiares na Capital, esperando uma viagem tranquila. Mas quem tinha no elenco não só artistas, como também alguns arteiros da bola, alguma coisa estava por vir. Foi então que a história começou, comandados pelo zagueiro Josué e seus "comparsas", o goleiro Gilberto, Pescuma e Geraldo Roncato, etc. Na tradicional parada para almoço na cidade de Apucarana, os citados atletas acima entraram em ação, em mais uma de suas travessuras. Assim que o ônibus seguiu viagem começaram a distribuir por "coinscidência" pocãs para toda a delegação, inclusive para o Dr. Cubas, que ficou muito agradecido, tendo feito o comentário que estava levando frutas da mesma qualidade a seus familiares e que achou de muita gentileza o gesto dos rapazes. O que ele não esperava e só descobriu ao desembarcar sua bagagem, é que para sua surpresa o tal saco de pocãs estava totalmente vazio. Mas como bom torcedor e companheiro, no dia do jogo, lá estava ele no vestiário desejando boa sorte e dirigindo-se para as sociais do estádio para torcer mais uma vez pelo time. Fica nossa homenagem ao saudoso e querido Dr. Ernani de Souza Cubas, um exemplo de profissional e grande desportista que era.
(texto: Jarbas Inácio de Assis)
O Prato de Churrasco (Pescuma)
Mais um episódio da turma dos anos 70: Retornando da cidade de Maringá, após cumprir mais uma partida contra o Grêmio pelo estadual, como de praxe, foi feita a parada para o jantar na famosa (na época) Churrascaria Chopin, em Londrina. O zagueiro Pescuma (recém-casado) solicitou ao garçom mais um prato, e cada vez que era servido pedia que deixasse um pedaço de carne a mais no prato reserva, pois o mesmo se destinava como surpresa a sua esposa que o aguardava em Bandeirantes. Encerrado o jantar, Pescuma comprou o prato e pediu que fizessem uma embalagem bonita e especial. Ocorre que, enquanto a delegação preparava-se para a viagem, o colega Josué, conseguiu um prato idêntico, mas com conteúdo alterado (pedras, pedaço de pau, barro, e por aí vai) e providenciou uma embalagem igual a de Pescuma. Entrando no ônibus fez a troca do prato que estava no bagageiro acima da poltrona, tendo ficado ele (Josué) com o prato original. Resultado: chegando em Bandeirantes, lá foi Pescuma todo feliz para sua residência com o presente nas mãos. Foi bem recebido pela esposa, entregou a embalagem, desejou bom apetite e foi tomar seu banho, todo contente imaginando a felicidade dela ao abrir o presente. Mas ao sair do banheiro, o que encontrou foi uma cena desagradável e um convite para repartir a refeição, ou seja, pedras, barro...
(texto: Jarbas Inácio de Assis)
Primeiro Adesivo

Adesivo confeccionado na década de 60, que mostra a figura do bandeirante, símbolo do clube.

Se você tem alguma história interessante sobre o União Bandeirante Futebol CLube envie-nos.
Ajude a resgatar a história do clube!

www.uniaobandeirante.cjb.net - Copyright 2006 © Todos os direitos reservados ao União Bandeirante Futebol Clube.
1