DETERMINAÇÃO DSEXO EANIMAIS



 
 
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       Recombinação gênica resultando da reprodução sexual é onipresente no reino animal. Mais comumente,  tanto machos quanto fêmeas são diplóides e derivam da fusão dos gametas masculino e feminino. Entretanto, em várias espécies apenas as fêmeas são diplóides enquanto os machos são haplóides e derivam diretamente de ovos não fertilizados. Em 1845, Dzierzon descobriu que fêmeas de abelhas (Apis mellifera) crescem de ovos fertilizados e que os machos crescem de ovos não fertilizados. Essa foi a primeira reportagem sobre o mecanismo biológico de determinação de sexo. Estudos posteriores mostraram que em abelhas, ovos masculinos não são fertilizados e são haplóides e que não existe cromossomos sexuais heteromórficos como em outros sistemas genéticos. 
A Dupla-hélice do DNA
    Quando os citologistas começaram a estudar os cromossomos de insetos, notaram que alguns Hemípteros e Orthopteros tinham um cromossomo que não possuía um homólogo com que parear. Primeiramente pensou-se que não era um cromossomo propriamente dito e foi designado com um X para indicar esse estado questionável. Em 1901, McClung propôs que tal cromossomo deveria ser denominado como acessório e que determinaria que seu possuidor seria um macho, ou XO, e que a fêmea não deveria ter um cromossomo X (1902). 
    Essa foi uma das primeiras tentativas de identificar um cromossomo específico com uma peculiaridade, mesmo que tenha sido provado que McClung estava errado ao admitir que o X era um cromossomo que determinava o sexo masculino. N. M. Stevens solucionou o problema em 1905, quando mostrou que no besouro Tenebrio o macho tinha um X que pareava com um Y distingüidamente menor, enquanto as fêmeas tinham dois X. Mais tarde foi mostrado que espécies com machos XO tinham fêmeas XX. 
Fibras de DNA
     Em 1913, Bridges começou a estudar esses cromossomos sexuais em Drosófila e demonstrou, em 1925, que o sexo nessa espécie é determinado por um balanço entre a relação do número de cromossomos Xs e o número de conjuntos autossômicos.  Desse estudo veio o importante conceito de balanço genético.

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