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CLERO DE CABINDA SOB MIRA DA "SINFO" NO ENCLAVE
A Diocese de Cabinda continua manifestar a sua apreensão e denunciar a conspiração, temendo pela sorte dos seus SACERDOTES. Depois da declaração de “OPERAÇÃO LIMPEZA”, declarado pelo Anibal Rocha, actual Governador do Enclave, as perseguições aos Filhos e Quadros do Povo de Cabinda intensificaram cada vez mais. Padre Dr.Jorge Casimiro Congo é um dos Padres na mira dos Serviços Secretos de Angola. Sendo este um dos tantos Padres corajosos e com frontalidades pela causa Cabindesa, a sua vida está em risco e que existe um «programa de eliminação física do religioso». Segundo fonte segura dos próprios Serviços de SINFO, o padre Congo tem vindo a ser acusado pelo MPLA de ser «a coluna da resistência, do povo e da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC)» e de ser «o maior agitador, incentivando o povo a rejeitar a política do Governo e a autoridade de Aníbal Rocha, governador de Cabinda». Todos os padres da Diocesse de
Cabinda, neste momento estão sob escuta telefónicos e são seguidos em
permanência, principalmente o Reverendo Casimiro Congo. A operação, da
responsabilidade dos Serviços de Informações Angolanos (SINFO), está
sob o comando de comandante Macondo, a pedido expresso do governador de
Cabinda,ANIBAL ROCHA. O actual governador Provincial é aconselhado por um
dos seus colaboradores, José Simão Helena, trabalhador da companhia
Petrolífera-CHEVRON, filho de pais oriundos da provincia do Soyo,(MUSSOLONGO)
natural de cabinda e membro do Comité Central do Mpla. «Calúnias
infundadas» Actualmente, de acordo com o
mesmo responsável, qualquer elemento supostamente designado como FLEC,
seja proveniente da RDC (Republica Democratica do Congo)ou Congo
Brazzaville, quer seja capturado ou que se entregue voluntariamente às
autoridades angolanas, é forçado um interrogatório, onde as questões
sobre o padre Congo são constantes e difundidos na Radio difusão massiva
local, em busca de argumentos. Sendo Filhos do Povo de Cabinda o ex-governador Vicente Lembe e o director da Rádio, Carlos Cruz, foram isonerados dado que estes são amigos e próximos de Dr.Jorge Congo. Estas acusações são infundadas, furjadas nos círculos políticos das autoridades angolanas em Cabinda.
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