"Quando mergulhou no corpo físico para o ministério que deveria desenvolver, tudo eram expectativas e promessas.

Trabalhando infatigavelmente, alargou o campo da solidariedade e, acendendo o archote da fé racional, que distendia através dos incomuns testemunhos mediúnicos, iluminou vidas que se tornaram faróis e amparo para outras tantas existências.

Nunca se exaltou e jamais se entregou ao desânimo, nem mesmo quando sob o metralhar de perversas acusações, permanecendo fiel ao dever sem apresentar as defesas pessoais ou justificativas para os seus atos.

Lentamente, pelo exemplo, pela probidade, pelo esforço de herói cristão, sensibilizou o povo e seus líderes, que passaram a amá-lo. Tornou-se parâmetro do comportamento, transformando-se em pessoa de referência para as informações seguras sobre o mundo espiritual e os fenômenos da mediunidade.

Por isso mesmo, o seu foi mediumato incomparável e, ao desencarnar suave e docemente, permitindo que o corpo se aquietasse, ascendeu nos sumos do infinito, sendo recebido por JESUS, que o acolheu com a Sua bondade, asseverando-lhe: Descansa por um pouco, meu filho, a fim de esqueceres as tristezas da Terra e desfrutares das inefáveis alegrias do Reino dos Céus".

Joanna de Ângelis
Mensagem psicografada em 2 de julho de 2002 por Divaldo Franco
no Centro Espírita Caminho da Redenção (Salvador, Bahia)
por ocasião da desencarnação de Francisco Cândido Xavier

Fonte: programa de rádio da Federação Espírita Brasileira
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