Clemente de Alexandria

Clemente de Alexandria

Introdução

Clemente de Alexandria buscava a verdade na filosofia grega, mas só a encontrou no Cristianismo.  Tendo sido instruído por Pantaeno, importante professor cristão, Clemente alcançou seus ideais de vida na vivencia cristã.  Em seus trabalhos, explora de forma graciosa e precisa o Logos de Deus.  Clemente de Alexandria também usou a filosofia platônica para explicar a teologia.

Sua vida

Nascido em 150 d.C (depois de Cristo), provavelmente em Atenas, Grécia, Clemente de Alexandria foi instruído na filosofia grega.  Ao se tornar cristão, foi para Alexandria onde foi ensinado por Pantaeno.  Clemente de Alexandria tanto se aperfeiçoou na doutrina cristã que veio a suceder Pantaeno após sua morte, por volta do ano 190.   Clemente de Alexandria é criticado por alguns por ter fundido a filosofia grega (platônica) com o Cristianismo para explicar as doutrinas cristãs.  Seus principais obras foram Protrepticus - uma exortação aos gregos, no qual ele tenta desviá-los da adoração de ídolos e deuses; Paedagogus (o instrutor - material de inspiração inigualável) - onde ele apresenta o Logos como a mente de Deus; e, Stromata (miscelâneas), no qual ele afirma que a filosofia é uma dádiva de Deus aos gregos e os convida ao Cristianismo.

Sua morte

Clemente de Alexandria foi perseguido pelo imperador romano Sétimo Severo, que empreendeu sangrentas investidas contra os cristãos.  Clemente, em sua firme convicção sobre Deus, fugiu de Alexandria, no ano 202, para a Capadócia com o fim de ter mais tempo em favor da obra de Deus, onde morreu.

Conclusão

Clemente de Alexandria foi um apaixonado pelo seu povo.  Toda sua obra, após o descobrimento da verdade, foi dirigida a eles com o fim de eles mesmos encontrarem a verdade suprema: o Logos de Deus.  Ele mostra que o conhecimento deve ser a sua prática, isto é, quem conhece pratica, e, se alguém diz conhecer mas não pratica, na verdade, não conhece.  A vida cristã deve seguir esse conceito.  Aquele que conhece a Deus deve viver uma vida genuína com Deus.  Qualquer que fizer diferente, na verdade, não conhece a Deus.  O cerne da primeira Epístola de João é exatamente esse.  Vivamos uma vida de prática cristã.

J. Marques

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