Textos de e sobre Rousseau - Site da Área de Sociedade e Cultura

TEXTOS DE E SOBRE JEAN JACQUES ROUSSEAU


Neoliberalismo e Democracia - Ótimo texto de José Carlos Garcia que faz uma comparação das idéias que Rousseau e Friedrich Hayek (um dos principais ideólogos do Neoliberalismo) têm sobre a democracia: "A 'liberdade' de Hayek, portanto, é substancialmente diferente da de Rousseau. Trata-se da liberdade manifestada pela limitação do poder do Estado em face do indivíduo, resumindo-se a uma delimitação dos campos de atuação do Estado. A ele é desimportante se a atuação livre dos sujeitos nas condições sociais concretas irão produzir, ou não, "injustiças sociais", porque a liberdade que defende é a dos indivíduos no mercado, e não outra." (Fonte: REV3)

A religião e Rousseau no "Emílio" - Trechos escolhidos pelo prof. Laerte que revelam a posição de Rousseu em relação à religião. Fica evidenciada através destes trechos a sua crítica à intolerância e fanatismo religiosos. (Fonte: REV3)

Conjunto de três textos sobre a visão de Rousseau a respeito da guerra e da paz - Textos colhidos em três sites da Internet e um texto de Laerte Moreira dos Santos.

A guerra dos Estados Unidos contra o Iraque e a sua relação com a filosofia de Rousseau - Texto elaborado por Laerte M. Santos a partir do contexto atual de guerra dos Estados Unidos contra o Iraque. Este texto pretendo apresentar a visão de Rousseau sobre a guerra e as propostas de solução para a manutenção da paz.

Propriedade, dinheiro e riqueza - Trechos selecionados pelo prof. Laerte que evidenciam a visão de Rousseau sobre a propriedade, o dinheiro e a riqueza. Estes trechos foram colhidos no livro de Rousseau "Projeto de Constituição para a Córsega". (arquivo em word - extensão rtf)

Esquema da filosofia de Rousseau - Esquema elaborado pelo prof. Laerte com algumas idéias principais de J. J. Rousseau (arquivo em word - extensão rtf)

Educação e o novo contrato social: Lições do Orçamento Participativo no Rio Grande do Sul - Danilo Romeu Streck: 'Educação e o novo contrato social: Lições do Orçamento Participativo no Rio Grande do Sul': " Boaventura de Sousa Santos entende que o contrato social forjado na modernidade não mais dá conta da dinâmica de exclusão inclusão, deixando à margem da contratualidade grande parte da população, numa situação em que se passa diretamente do pré-contratualismo, onde mesmo para os excluídos havia a perspectiva de serem incluídos, para o pós-contratualismo, onde esta possibilidade de inclusão geralmente não existe mais. (Fonte: Revista Cultura Vozes

O contrato social como um problema pedagógico: Comparação entre Rousseau e Paulo Freire - Danilo Romeu Streck - Trecho extraído do texto: 'Educação e o novo contrato social: Lições do Orçamento Participativo no Rio Grande do Sul': " Freire compartilha com Rousseau a idéia de que as desigualdades não são naturais, mas historicamente produzidas. Os dois séculos que os separam, no entanto, não passaram em branco e Freire incorpora, além dos frutos da própria revolução que Rousseau antevia, as análises marxistas e suas diversas práticas, a heranças do existencialismo, das teorias críticas, entre outras. (Fonte: Revista Cultura Vozes

O Garoto Selvagem (filme) - Filme de Truffaut saúda Rosseau: "Na França pré-Revolução, Itard aplica os princípios do filósofo Jean-Jacques Rousseau, que em "Discurso sobre a Desigualdade dos Homens" cria o mito do bom selvagem, que simboliza a superioridade moral do homem primitivo, corrompido pelas instituições." (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 07/07/1999)

Brasil: país monstro? - Rubens Ricupero: "Kennan aborda no livro dedicado à sua ''filosofia pessoal e política'', ''Around the Cragged Hill'', as peculiares dificuldades criadas aos países por um tamanho desmesurado. Quando um país tem não só um território continental de milhões de quilômetros quadrados, mas também população acima de 150 milhões, as complicações derivadas de cada dimensão não apenas se somam, mas se multiplicam, se potencializam... A perspectiva do livro é, sobretudo, política e reflete de certa maneira a preocupação de Rousseau, segundo a qual a democracia só funciona bem nas unidades pequenas onde todos os cidadãos se conhecem pessoalmente (como, aliás, sucede nas comunas suíças de onde Jean-Jacques era originário)." (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 07/07/1999)

O Relógio de Rousseau - Milton Meira do Nascimento (Prof. de Filosofia na USP) - Resenha do Livro de E. Cassirer 'A questão Jean Jacques Rousseau': "O que ele (Cassirer) enfatiza, no seu prefácio, o que muitos não perceberam, é que a teoria política de Rousseau deve ser tratada, acima de tudo, como instrumento crítico e não como agenda política. Ou seja, quem quiser entender de política não pode deixar de estudar os princípios do direito político de Rousseau. Mas quem quiser ali encontrar a bola de cristal para a solução de todos os problemas da política, que não espere milagres, mas que se ponha ele mesmo, como cidadão, a encontrar os caminhos da liberdade, que, com certeza, nos foram abertos pelo cidadão genebrino." (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 08/04/2000)

A transparência dos corações - Milton Meira do Nascimento (Prof. de Filosofia na USP): "Os leitores da ''Nova Heloísa'', no século 18, fascinados pela trama do romance, julgavam que amantes tão apaixonados certamente deveriam ter existido em algum lugar e, quando começavam a ler o livro, não paravam mais, até chegar ao final. Rousseau teria conseguido o máximo de eletrização do público, atingindo em cheio sua sensibilidade. Será que ''Júlia'' ainda desperta o interesse de nossos leitores, mais de 200 anos depois do seu lançamento, em 1761?" (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 08/03/1996)

A melodia dos signos - Luiz F. Franklin de Matos (Prof. de Filosofia na USP): "Como se vê, voltar-se para o "gênio retórico" da língua, que aponta para a história, significa colocar em primeiro plano o tema da relação com o outro. Daí a importância que Rousseau atribui ao social a fim de explicar a própria estrutura da linguagem. Não custa insistir neste ponto: não que a linguagem seja para ele um fenômeno derivado da sociedade. É mais que isso: a linguagem é a primeira instituição social, e as demais instituições não passam de formas de linguagem. Por isso, Bento escreve: "À utopia da gramática quer dizer, a uma concepção da linguagem que ignora todo lugar, geográfico ou histórico, norte e sul, antiguidade e modernidade, em sua vontade de universalidade, a linguística de Rousseau opõe uma topologia que procura sobretudo as diferenças de lugar, no espaço e no tempo, mas também no interior de uma mesma sociedade". (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 12/09/1998)

Uma arte da medida -Luiz F. Franklin de Matos (Prof. de Filosofia na USP): "Bento Prado Jr. demonstrou certa vez que não se deve assimilar a ''Carta a d'Alembert'' nem à desqualificação metafísica da representação, nem aos tradicionais argumentos teológico-morais contra o teatro. Na verdade, o livro de Rousseau inauguraria a crítica social e política dos espetáculos, denunciando o procedimento etnocentrista dos filósofos, que examinam o teatro sem passar pelo inventário de suas diferenças ao longo da história (3). Penso que a originalidade da interpretação de Salinas consiste em determinar, por assim dizer, a "lógica" que permite esse inventário." (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 16/11/1997)

O sexo moderno e a cultura do sentimento - Comentário sobre o filme "Quatro Casamentos e um funeral" do psicanalista Jurandir Costa Freire - Este comentário pelo fato de destacar a importância do sentimento nos tempos de hoje lembra a primazia que J. J. Rousseau dava ao sentimento: "Comparada à mesmice sufocante dos "sexos e restos", a fábula de Newell (diretor de 'Quatro Casamentos e um funeral') é puro oxigênio em terra poluída. Um convite aos melhores sentimentos; um doce sopro no coração. A democracia dos sentimentos; ele nos convence, é bem mais suave do que a tirania dos sexos. Por que não experimentá-la fora das telas?" (Fonte: Jornal Folha de São Paulo, Caderno MAIS!, 31 de julho de 1994, p. 6-3)

O Racionalismo ético de J. J. Rousseau e a educação - Sérgio Luiz Bonato: "Os pressupostos básicos de Rousseau com respeito à educação eram a crença na bondade natural do homem, e a atribuição à civilização da responsabilidade pela origem do mal. Se o desenvolvimento adequado é estimulado, a bondade natural do indivíduo pode ser protegida da influência corruptora da sociedade." (Fonte: TESE SOBRE ROUSSEAU)

Relações e diferenças entre as teorias dos jesuítas, Locke e Rousseau na formação da Pedagogia Moderna - Sérgio Luiz Bonato: "Este trabalho, ..., me permitiu pensar que entre o pensamento pedagógico humanitarista dos religiosos jesuítas, o cientificismo radical de Locke e o romantismo ou idealismo de Rousseau existem pontos convergentes e visões antagônicas. Os elementos mas marcantes destas três idéias de educação nos permitem chegar a conclusão de que nenhuma das teorias esboçadas seria capaz de dar conta de forma isolada do conhecimento pedagógico moderno.." (Fonte: TESE SOBRE ROUSSEAU)

Seminários sobre os 5 livros de "Emílio" - Seminários e relatórios desenvolvidos por alunos da Unicamp sobre cada um dos 5 livros do "Emílio ou da Educação", de J. J. Rousseau. (Fonte: JMARQUES)

Rousseau e a questão da mulher - Textos sobre a visão que J. J. Rousseau tinha sobre a mulher.

J.-J. Rousseau e o Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens - Adivaldo Sampaio de Oliveira - Comentário e resumo sobre o "Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. (Fonte: JMARQUES)

Escritos sobre Religião e Moral - de J. J. Rousseau - Tradução de Adalberto Luiz Vicente (Dep. Letras Unesp), Ana Luiza Silva Camarini (Dep. Letras Unesp), José Oscar de Almeida Marques (Dep. de Filosofia - Unicamp. Com os seguintes textos: Carta de Rousseau ao Senhor de Voltaire, 6 cartas morais, Carta ao senhor Franquières, 6 Fragmentos sobre Deus e a Revelação. (compactação em zip e extensão pdf) (Fonte: Clássicos da Filosofia - Cadernos de Tradução nº 2 - IFCH/UNICAMP - agosto de 2002)

Notas sobre Rousseau - Carlos Alberto Pereira. Com os itens: Histórico, Sobre o pensamento de Rousseau, Enciclopedistas, O retorno à natureza, O homem, Bibliografia consultada: "Por mais mesquinha e repugnante que tenha sido sua vida individual, ele soube, percebeu e deixou um regado de obras e marcas em toda a humanidade. E que a historia da busca ao campo, de um ambiente ecologicamente correto, uma vida equilibrada com a natureza não deixou até hoje de ser um desafio da vida moderna." (Fonte: JMARQUES)

Um pouco sobre Rousseau - Maria da Glória Rocha Pirolla - Vida e Obra de Rousseau (Fonte: JMARQUES)

"O Contrato Social" de Rousseau na íntegra - No Site da Virtual Books. Download do "Do Contrato Social" de Rousseau na íntegra.

Para abrir este arquivo após o download você precisa do programa eRocket que você pode obter clicando AQUI (Fonte: Virtual Books)

Vida, filosofia e obras de Jean-Jacques Rousseau - Rubem Queiroz Cobra. Com os seguintes itens: A vida de Rousseau, Os Enciclopedistas, Perseguição Política, Incidente com Hume, Últimos anos, Pensamento, Pedagogia, Pensamento Político, Religião, Opinião sobre as Ciências e as Artes. (Fonte: RUBEM QUEIROZ COBRA)

Rousseau: A arte da Filosofia, Literatura e Educação - Agnes Cruz de Souza. Com os seguintes itens: A vida de Rousseau, O pensamento de Rousseau, A pedagogia de Rousseau, Referências Bibliográficas (Fonte: JMARQUES)

As múltiplas faces de Rousseau - Maria Carolina de Godoy Nogueira: "os caminhos que se entrecruzam em seus escritos são muitos. Não basta apenas extrair fragmentos de sua obra e de suas idéias, sem procurar os fios que as amarram às demais. Caso se queira uma leitura fragmentada do pensamento de Rousseau, corre-se o risco de perder o fio de Ariadne e não se encontrar a saída do labirinto." (Fonte: JMARQUES)

Tema da felicidade em Jean-Jacques Rousseau - Thereza Assumpção Whitaker: O pensamento de Rousseau pode ser entendido como uma longa meditação sobre a felicidade. Embora seus dois Discursos tenham sido obras de tom pessimista, pois neles Rousseau descreve como os homens se corromperam e perderam sua independência, nada impediu que, em outros textos, ele analisasse como os homens poderiam ter conservado sua felicidade e liberdade, se assim o quisessem. Rousseau, na verdade, preocupou-se obsessivamente com a questão da felicidade humana e várias de suas obras dão-nos disso provas. Dentre as três formas de felicidade: a do homem natural, a do homem no estado civil e a do cosmopolita, Rousseau elegerá uma como ideal." (Fonte: Cultvox)

Rousseau e a questão da cidadania - Gilda Naécia Maciel Barros: "Recusando-se a tratar separadamente a política e a moral, e visando a investigar os fatores que se interpõem entre o indivíduo e a sua felicidade, a partir do postulado de que o homem, degradado em sua natureza pelo processo histórico de socialização, pode, em princípio, recuperar sua integridade essencial, Rousseau, mais do que desenvolver pensamentos sobre educação, desenvolve uma teoria normativa do homem e da sociedade, coroada, na seu inspiração, por um autêntico projeto de cidadania,para cuja compreensão O Contrato Social e Da Economia Política oferecem preciosos subsídios." (Fonte: Hottopos)

Textos de Rousseau - Vários textos de Rousseau dos seus livros: Discurso sobre a Origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens", "Contrato Social" e "Emílio ou da Educação" (Do livro: "Os clássicos da Política". Vol. 1, Editora Ática, 1989, SP, págs.189-199)

O espírito alienado de si: o homem social - Jacira de Freitas Rosa: "O despertar da faculdade de comparar e julgar se faz em Rousseau sob o signo da ambigüidade. Ao mesmo tempo em que introduz no caos de impressões predominante, num primeiro momento, uma ordem em virtude da qual os objetos e suas relações passam a ser percebidas, essa faculdade conduz à irrupção das preferências, à expansão dos desejos, à ânsia de se distinguir. O texto aqui apresentado procura apreender esse momento em que a sociabilidade irá se constituir por um processo de exteriorização em que o transporte para fora de si operado pela imaginação se traduz no ingresso na esfera da representação." (Fonte: Cadernos de Ética e Filosofia Política1, p. 95-113, 1999 - Fonte na internet: Cadernos de Ética e Filosofia Política)

Os Pré-Juízos de Jean-Jacques Rousseau na obra Emílio - ou da Educação na acepção da boa formação - Josefa Elionita de Almeida Sá: "Para Rousseau, independente do papel existencial que venha a exercer qualquer pessoa, na sociedade, todos são iguais. A vocação comum a todos os homens, e o seu estado de homem. É nesta vocação comum que todos devem ser educados: - para a vida humana; este é o ofício do educador." (Fonte: Cadernos de Ética e Filosofia Política1, p. 95-113, 1999 - Fonte na internet: Site da Filosofia Clínica)

A divergência entre o discurso e a prática - Amnéris Maroni: "Outra fissura importante da sociedade moderna se dá entre o fazer e o ser. O ser e o fazer dissociados. O dizer e o fazer dissociados. Todas essas dissociações fundam-se a partir da fissura entre o ser e o parecer. Jean-Jacques Rousseau teceu essa argumentação no Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, no início da segunda metade do século XVIII. É essa fissura entre o ser e o parecer que permitiu ao filósofo um olhar crítico sobre a modernidade no seu alvorecer." (Fonte: Rubedo)

Contribuição de Rousseau aos pais e Educadores de hoje na questão da educação sexual - Rosi Maria de Souza Pocovi: "No que se refere à sexualidade, liberdade não significa um simples discurso ou práticas de "liberação", que foram sempre mal interpretadas e muito utilizadas atualmente, elas dão uma ilusão de liberdade e de descompressão como: banheiro sem porta, não usar calcinha, transar mecanicamente, usar palavrões, trocar de parceiros, entre tantas outras formas de extravasar o sentimento de repressão.A "falsa descompressão" a que Rousseau se refere, é a mesma denunciada por Nunes, Foucault, Bernardi e outros tantos sérios pensadores, que nos alertam sobre a real necessidade de uma apropriação da liberdade de pensamento; da reflexão lúcida, coerente, sem manipulação prevalecendo sobre o interesse ideológico ou comercial, que nos manipula, e impede o ser humano de decidir seu próprio destino" (Fonte: UDESC)

Rousseau angustiado - Síntese biográfica de Rousseau e resumos dos livros de Rousseau: "Discurso sobre a origem da desigualdade Social" e sobre "O Contrato Social sobre o interesse ideológico ou comercial, que nos manipula, e impede o ser humano de decidir seu próprio destino" (Fonte: Consciencia Homepage )

Guerra e Paz em Rousseau - Sobre o Projeto da Paz Perpétua - Maria Victoria de M. Benevides (Faculdade de Educação da USP): "Rousseau não chega, parece claro, a apontar soluções concretas para a ordenação do "caos internacional". Suas proposições, na realidade, revelam a inviabilidade de um meio internacional pacífico, pois predominará, sempre, a lei do mais forte, a lógica da força. Permanece Rousseau dividido em sua dicotomia básica: a fé inabalável na bondade natural do homem e o pessimismo radical quanto à vigência de uma sociedade justa." (Fonte: Hottopos)

Servidão e Liberdade - Milton Meira do Nascimento; "Seja como for, se a leitura que os revolucionários fizeram de Rousseau é possível, é bom não nos esquecermos de que existe um outro Rousseau, que teria muito a dizer aos povos, não em épocas de grandes transtornos e convulsões sociais, como ocorre nas revoluções, mas em tempos normais, ou pelo menos no vigor das leis." (Do livro: "Os clássicos da Política". Vol. 1, Editora Ática, 1989, SP, págs.189-199)

Rousseau: vida e obra - Marilena Chauí: "Seu pensamento procede antes pela expressão de intuições resultantes da paixão permanente com que viveu todos os problemas da existência mais comum, como também os da cultura no nível superior das idéias. Mas soube como poucos expressar essas intuições e defendê-las apaixonadamente. As idéias correspondentes a essas intuições não são conceitos abstratos mas realidades vividas intensamente e valores morais imersos na mais nervosa sensibilidade. Opor-se aos filósofos não foi para ele apenas assunto teórico, mas questão de honra pessoal." (Fonte: Rousseau - vol. I, Coleção Pensadores, 4ª edição, 1987, Ed. Nova Cultural, pág. VII-XXI)

Rousseau e o Romantismo - Juliana Santini: "De fato, é inegável o papel precursor desempenhado pelo romance de Rousseau em relação ao movimento literário romântico, principalmente quando se trata do Sturm und Drang, na Alemanha. Mais estreita ainda é sua relação, tanto do ponto de vista formal quanto temático, com Os sofrimentos do jovem Werther, de Goethe." (Fonte na internet: JMARQUES)

Rousseau e o Romantismo: algumas observações - Érica Milaneze: "O sentimento da natureza manifesta-se no romantismo como extensão das idéias de Rousseau, na busca da solidão, seja pela procura de lugares distantes como o Novo Mundo, seja pela preferência por lugares pitorescos, grandiosos e selvagens." (Fonte na internet: JMARQUES)

A compaixão no poder médico-assistencial - Sandra N. C. Caponi - Texto que entre outras reflexões expõe a crítica de Nietzsche a Rousseau no que concerne ao termo 'piedade': "Certamente, essa valorização da piedade como fonte de toda virtude é uma herança do pensamento de Rousseau; mais especificamente, provém da tese sobre a "comiseração" que aparece em Discurso sobre a Origem da Desigualdade entre os Homens. Para ele, todos os valores humanos e todas as virtudes sociais se derivam de uma única virtude, que é a compaixão.... Essa tese rousseauniana da comiseração é a mesma que Nietzsche critica duramente quando se refere ao sentimento da "simpatia". Assim, o aforismo 142 de Aurora parece refutar um a um os pressupostos que levaram Rousseau a afirmar a primazia de um sentimento, que nos unifica e iguala, por sobre a razão que nos diferencia." (Fonte na internet: Cadernos Nietzsche)

Natureza, Cultura e Civilização; prolegômenos para um entendimento de Rousseau. - Bernardo Curvelano Freire: "Conviver com a vida e dela aprender a ser coletivo de forma adequada. Estes ideais democráticos e profundamente fundados no bucolismo pré-romântico organizam o pensamento rousseauniano elaborando inclusive a sua visão de uma sociedade plenamente ordenada. Este ideal exige um ser humano nada voltado para as opiniões alheias, que é geradora de um narcisismo desinteressante, que aliena o ser deu suas reais necessidades, dando margem assim para um homem devotado para a coletividade." (Fonte na internet: JMARQUES)

Rousseau: Estado de natureza e contrato social - Maria Lúcia de Arruda Aranha - Itens: Estado de Natureza, Contrato Social, A Vontade Geral, Rousseau Pedagogo, Rousseau Revolucionário? (Do livro Filosofando. Maria Lúcia de Arruda Aranha, M. Helena Pires, Ed. Moderna, 1993, p. 224-226)

Estado de Natureza, contrato social, Estado Civil na filosofia de Hobbes, Locke e Rousseau - Marilena Chauí (profª de filosofia na USP e autora de vários livros) - Comparação das filosofias de Hobbes, Locke e Rousseau. (Do livro: Filosofia. Ed. Ática, São Paulo, ano 2000, pág. 220-223)

Rousseau: um olhar sobre a infância e a Educação - Manoel Dionizio Neto: "... a ausência de uma educação conforme à natureza, que o próprio Rousseau entendeu como educação negativa, tem como conseqüência todo o revestimento do homem dos seus vícios e preconceitos." (Fonte: JMARQUES)

O Afeto através da metáfora da piedade em Rousseau - Aluisio Pereira de Menezes: "Entre o longínquo da fundação e o próximo dos efeitos redutores da civilização, Rousseau constrói um conceito de afeto que depende da oscilação entre o identificar-se com aquilo que não sou eu (tudo o que caiba para a presença viva) e o que a própria condição de hominização tornou opaco o sentir. Através da metáfora da piedade, tal como ele concebe, se depreende que o conceito de afeto só seria pensável como um identificar-se numa tensão diferenciante em função desse outro com o qual identificação há." (Fonte: FACHA.EDU)

Excertos do discurso sobre "A origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens" e sobre o "Do Contrato Social" - Jean Jacques Rousseau: "O verdadeiro fundador da sociedade civil foi o primeiro que, tendo cercado um terreno, lembrou-se de dizer isto é meu e encontrou pessoas suficientemente simples para acreditá-lo."

Discurso sobre a origem da desigualdade - Jean Jacques Rousseau: obra na íntegra: Edição: Ridendo Castigat Mores - Versão para eBook - eBooksBrasil.com ((Fonte Digital: www.jahr.org)

Sobre a política e a pedagogia em Rousseau (é possível ser homem e ser cidadão?) - Selvino José Assmann - Professor do Departamento de Filosofia da UFSC: "Se a causa do mal é a política, a solução também o é. A solução não virá de Deus ou deuses, nem da natureza, mas dos homens. Corajosamente, Jean-Jacques estabelece o fim do predomínio da teodicéia e o início do primado da política, pela construção duma "vontade geral". (Fonte: Universidade Federal de São Carlos)

A Educação da Sofia de Rousseau e da Lotte de Goethe: Pode o Romantismo Ser Reacionário? - Ana-Isabel Aliaga-Buchenau: "O Romantismo é freqüentemente visto como rompimento com a ordem estabelecida, como mudança revolucionária do até então existente. Diz-se que ele se contrapõe às idéias postuladas por representantes do Iluminismo e Neo-classicismo(1). No mundo da pedagogia, a obra de Rousseau, Émile, constituiu-se numa espécie de revolução. Neste ensaio mostro que as noções de Rousseau são novas e inovadoras somente com referência à educação de meninos. Ao contrário, sua visão acerca de meninas e mulheres é bastante reacionária. Uma comparação entre Sofia, a menina em Émile de Rousseau, e Lotte, a heroína em The Sufferings of Young Werther de Goethe, apresenta semelhanças entre as duas jovens mulheres. Eu postulo que o Romantismo é basicamente reacionário, como pode ser visto nesta comparação. (Fonte: Universidade Federal de São Carlos)

Resumo de Do contrato social, de Jean Jacques Rousseau - Miguel Lobato Duclós - Consciência - http://www.consciencia.org: "Rousseau diz que as ciências e as artes servem para tornar o homem sociável e para fazê-los amar a escravidão. Mesmo com os esforços para estudar os homens, nos distanciamos de conhecê-lo. Foi enorme sua influência, como pensador do Iluminismo, na Revolução Francesa e no romantismo. Ainda hoje suas obras tem validade e são discutidas. " (Fonte: No Site CONSCIÊNCIA)

Textos sobre Rousseau - Com os seguintes textos: a) Rousseau: Estado de natureza e contrato social (M.L.A) b) Filósofos contratualistas (M.C.) c) Comentário sobre Rousseau em "Os Pensadores" (Abril Cultural)