Elimar Santos

ELYMAR SANTOS

disco

Carisma, Coragem e Sensibilidade POPULAR


Estes são os componentes que formam e emolduram a figura de um dos maiores artistas do nosso país.
Elymar Santos canta o que o povo quer ouvir. Sua experiência musical baseia-se nas buscas às conquistas pelos palcos da vida.
Elymar Santos é especial. E o que é ser "ESPECIAL"?
Especial é algo único, uma pessoa que espalha amor com um sorriso ou com um gesto amável. É a pessoa que age pelo coração e mantém na mente os corações de outros. É algo que é admirado e precioso e que nunca poderá ser substituído. Então "ESPECIAL"é a palavra que melhor define ELYMAR SANTOS.

cigano
"... como um cigano eu saio por aí, cantando eu por este meu país, um dia aqui um outro mais além, como um cigano eu vivo mais feliz..." (Elymar Santos)

Em seus discos Elymar Santos dá um show de interpretação. Ele na verdade "tem a doçura do mel na garganta". Através de suas canções ele mostra toda competência, talento e experiência.

Na partida de Ayrton Senna, com toda sua sensibilidade Elymar Santos escreveu e musicou : "GUERREIROS NÃO MORREM JAMAIS" uma homenagem ao grande Senna.

Senna

Novidades


Elymar Popular
Não perca na Marquês de Sapucaí em 1998. Escola de Samba Império da Tijuca com o tema "Elymar sempre Popular".

ELYMAR SUPER POPULAR
Na hora exata do nascimento de Elymar Santos, uma conjunção de coisas e fatores tomaram conta do céu para que ele se tornasse o grande artista que é hoje.
No justo momento em que veio ao mundo, as estrelas no firmamento indicavam a constelação de Libra (seu signo zodiacal, destinado aos artistas de grande poder de criação). Um clarão troxe à nossa era a carruagem de Apolo, deus da música, que com sua lira abençoou o menino escolhido pelos deuses para receber o Dom da voz. Da força da natureza surge Rei Oxossi, orixá caçador, que com seu Ofá irradiou uma imensa luz para iluminar os caminhos e alimentar seu espírito guerreiro.
Na adolescência formou sua personalidade musical. Época de ouro, de grandes artistas da MPB, era da Rádio Nacional.
A noite sempre o fascinou. O palco, os refletores, músicos, grandes cantores, orquestras... O menino predestinado ao sucesso, comtemplava a noite e seus amores e naquele momento descobria sua vocação e construia sua personalidade musical.
No difícil mundo da música popular, ele é um caso raro de tenacidade.
Foram anos de atuação quase anônima nas periferias dos endereços mais badalados da zona norte que deram ao cantor uma experiência e um conhecimento de público indiscutíveis.
Em sua dura batalha enfrentou vários concursos de calouros até alcançar o primeiro lugar do Concurso Calouro Exportação da "Buzina do Chacrinha".
O sucesso era inevitável. A cada dia que passava, maior era a popularidade de Elymar.
Guerreiro e audacioso, sempre acreditou em sua filosofia de vida em que "só vence na vida quem nela acredita". Provou o quanto era capaz ao alugar o Canecão na histórica noite de 12 de novembro de 1985, chamada pela imprensa como "A GRANDE NOITE DO SONHO". Notícia em todo Brasil, Elymar passou de um freqüentador das humilhantes ante-salas das gravadoras para artigo disputado por toda a indústria fonográfica.
Vieram a fama, notoriedade e respeito. Conquistou seu lugar definitivo entre os grandes artistas brasileiros. Inúmeros sucessos tomaram conta do país. "Cachaça" foi o primeiro deles, um recorde de vendagem de discos.
Das recentes criações, uma se destaca pela emoção que o cantor passa ao interpretá-la: "GUERREIROS NÃO MORREM JAMAIS", uma homenagem a Ayrton Senna. Sua letra expressa toda saudade deixada pelo nosso campeão das pistas de Fórmula 1 e grande ídolo do povo brasileiro.
No teatro, provando sua versatilidade artística, interpretou como ninguém o personagem Che Guevara, no premiado musical Evita.
Nascido em Ramos, não poderia deixar de ser Imperatiz Leopoldinense, sua escola de coração. Grande personalidade da escola, sempre fiel aos desfiles, todos os anos é figura marcante no desfile da agremiação. Como bom sambista, no futebol, torce pelo time mais popular, o Flamengo.
Nas vitórias e derrotas do time, Elymar não dispensa uma tarde de Domingo no Maracanã.
Elymar veio do povo, subiu pelo povo e sempre teve esta consciência. O respeito e carinho com seu público e seus trabalhos junto a órgãos sociais como a Fundação Viva Cazuza e o Retiro dos artistas e a constante preocupação em resgatar grandes nomes esquecidos da música popular brasileira vêm comprovar a grandeza de seu caráter.
A cada ano que passa, aumenta a popularidade de Elymar, comprovada principalmente na venda de seus discos. "Elymar Popular" obteve uma vendagem recorde, mas foi superada pelo último lançamento, "Elymar Mais Popular".
O sucesso ultrapassou as fronteiras de além mar. Nos primeiros lugares de execução nas rádios portuguesas, Elymar está presente com as músicas do CD "Elymar Mais Popular".
Enfim, homenagear Elymar é fazer um brinde à perseverança e à alegria da vitória da garra de um cidadão do povo.
A Escola de Samba Império da Tijuca no carnaval de 98 terá como tema:
"Elymar Super Popular", ocasião em que a escola se orgulha em levar Elymar nos braços ao templo sagrado do samba, o maior palco popular do mundo.


Texto: "Sinopse da Império da Tijuca", destinada aos compositores.
Carnavalesco Eduardo Silva

Cantando
"... tem gente que recebe de Deus quando canta, tem gente que canta procurando Deus..."
( Cazuza- João Rebouças)

Paulynho Duarte e Elymar Santos

Paulynho Duarte e Elymar Santos

Guerreiros não morrem Jamais

(ELYMAR SANTOS)
A                               C#m
Eu quero a canção mais bonita onde o grande poeta me diga
D Dm Que você não morreu, você não morreu
A Você que alegrou nossas vidas
C#m Nas manhãs de domingo e as corridas
D Dm Que você venceu, você venceu
E7 A Nunca vi meu povo sofrer tanto assim
E7 A Você, meu herói, era o orgulho deste meu país
D Dm A E agora o que é que a gente vai fazer
D Dm A Sem Ter você nas pistas pra torcer
D Dm A Se tudo sempre vai lembrar você
F#m E7 Porque guerreiros são guerreiros, não dá pra te esquecer
A A Eu quero a canção mais bonita... ...era o orgulho deste meu país

D Dm A D Dm A Eu sei que agora a gente vai torcer por outros brasileiros pode crer
D Dm A Mas eles sempre vão lembrar você
F#m E7 Porque guerreiros são guerreiros não dá pra te esquecer

A C#m D Dm Amigo é coisa pra se guardar... e você não morreu
A C#m D Dm Guerreiros não morrem jamais... e você não morreu


Escancarando de Vez
( Mauro Motta / Paulo Sérgio Valle )

D Tem certas coisas que são muito perigosas
D7+ Situações um tanto quanto escandalosas
B7 Em Mas sempre vale a pena até correr o risco a vida é pra viver
Se de repente a gente encontra alguém na rua
Pode acabara até envergonhando a lua
A7 D Num destes lances muito loucos que acabam num quarto de motel
D Às vezes basta a porta aberta do banheiro
D7+ Uma tremenda brincadeira no chuveiro
Am7 D7 G E às vezes basta uma pergunta embaraçosa pra gente confessar
Gm Quem é que nunca recebeu uma cantada
F#m B7 Quem é que nunca respondeu no mesmo tom
Em A7 D Quem é que nunca recebeu um bilhetinho das mãos de um garçon

Em A7 Eu e você assim ao som de um bolero
D B7 Pra lá pra cá do jeito que eu quero
Em A7 D Vem cá me faz que eu sei aonde vai chegar
B7 Em A7 Se o corpo quer assim assim coladinho
D B7 Pra lá pra cá do nosso jeitinho
Em A7 Am D7 Vem cá me faz me enrosca e deixa acontecer
G Gm C7 E o que me importa o que eles vão pensar de mim
F#m B7 Eu quero mais comer o fruto até o fim
Em A7 D Eu e você a dois a três escancarando de vez.


Cidadão
( Lúcio Barbosa )
D
Tá vendo aquele edifício moço
A7 D Ajudei a levantar
Am D7 Foi um tempo de aflição eram quatro condução
G Duas pra ir duas pra voltar
Gm C7 Hoje depois dele pronto olho pra cima e fico tonto
D E7 Mas me chega um cidadão e me diz desconfiado
A7 Tu taí admirado ou tá querendo roubar
G D A7 D Meu domingo está perdido vou pra casa entristecido me dá vontade de beber
G D A E pra aumentar o meu tédio eu nem posso olhar pro prédio
D Que eu ajudei a fazer
D A7 D Tá vendo aquele colégio moço eu também trabaiei lá
Am D7 Lá eu quase me arrebento pus a massa pus cimento
G Ajudei a rebocar
Gm C7 Minha filha inocente , chega pra mim toda contente
D Pai vou me matricular
E7 A7 Mas me diz um cidadão criança de pé no chão aqui não pode estudar
G D A7 Esta dor doeu mais forte por que é que eu deixei o norte
D Eu me pus a me dizer
G D A7 D Lá a seca castigava mas o pouco que eu plantava tinha direito a colher
D A7 D Tá vendo aquela igreja moço onde o padre diz amém
Am D7 G Pus o sino e o badalo enchi minha mão de calo lá eu trabaiei também
Gm C7 D Lá sim valeu a pena tem quermesse tem novena e o padre me deixa entrar
E7 Foi lá que Cristo me disse rapaz deixe de tolice
A7 Não se deixe amedrontar
G D A7 Fui eu quem criou a terra, enchi os rios e fiz a serra
D Não deixei nada faltar
G D A7 Hoje o homem criou asas e na maioria das casas
D Eu também não posso entrar


... em breve mais músicas.




Página Principal| História do Paulynho Duarte| Elymar Santos| Fotos| Hot Links| Arquivos de Midis


E-mail:paulynhoduarte@unincor.br


Página construída por João Lúcio do Espírito Santo

1