Notícias da Série B

Fonte: Jornal A Tarde - Salvador/BA

   

       Dia 22/10/99

Bahia amarga empate, mas sobe para segundo

O juiz da partida expulsou os jogadores do banco de
reservas do São Caetano, que jogou com um jogador a
menos, este expulso de campo, e sem poder fazer
alterações.

O Bahia tinha tudo nas mãos para conseguir mais três
pontos no Campeonato Brasileiro da Série B, (Segunda
Divisão), mas terminou amargando um empate em 2x2
com o São Caetano, deixando frustrados os quase 24 mil
torcedores que compareceram ao Estádio da Fonte Nova,
ontem à noite. A partida teve cenas raras no futebol
brasileiro, como a expulsão dos sete jogadores que
compunham o banco de reservas do time paulista, o que
impossibilitou o técnico de efetuar qualquer mudança ao
longo da partida. A partir dos 30 minutos do primeiro
tempo o São Caetano ficou com apenas 10 jogadores em
campo e nem assim o Bahia soube tirar proveito da
situação. Mas com a derrota do Goiás para o Criciúma, o
Bahia subiu para segundo lugar na classificação geral
com 33 pontos.
O péssimo resultado do tricolor baiano deixou revoltado
o próprio técnico Joel Santana que saiu resmungando ao
final do jogo, afirmando que um time que pensa em ser
campeão não pode jogar tão mal, nem perder os gols
como o Bahia perdeu ontem à noite, principalmente
quando o artilheiro Ueslei desperdiçou um pênalti, aos 43
minutos do segundo tempo. A revolta do treinador chegou
até a torcida que deixou o estádio temerosa com relação
as próximas fases da competição e não poupou vaias
para o time, em especial para o goleiro Alex Guimarães
que foi infeliz no segundo gol da equipe paulista.

Iniciativa

O jogo começou sob muita expectativa, uma vez que o
Bahia enfrentava o atual lider do campeonato, agora com
41 pontos ganhos. Como esperado, o tricolor baiano
tomou a iniciativa dos ataques com três chutes fortes
consecutivos de Lima, Alex Mineiro e Jorge Vagner. Mas
também desde o início que o goleiro Silvio Luiz mostrou
que seria muito difícil ser batido nos chutes de fora da
área e também nas bolas altas que eram constantemente
cruzadas pelos jogadores do Bahia. O primeiro gol do
São Caetano surgiu num vacilo do lateral-direito Clébson
que atacou pela esquerda e deixou uma “avenida” na
defesa tricolor, por onde Márcio Griggio avançou e cruzou
para Leto dar um bonito passe de primeira para o gol de
Zinho, ex-jogador tricolor.
O Bahia respondeu rápido e em apenas quatro minutos
empatou o jogo, numa falha da defesa paulista que
deixou Alex livre para marcar, quando o zagueiro
terminou fazendo pênalti. Ueslei cobrou o goleiro Silvio foi
na bola, mas não conseguir fazer a defesa. Logo depois
do empate os jogadores Magrão e Lima trocaram chutes
na lateral do campo e o árbitro terminou expulsando
apenas o jogador do time do ABC paulista, o que
provocou a revolta de todo o banco de reserva que invadiu
o campo. Numa cena rara no futebol, o árbitro Ubiraci
Damásio expulsou todos os jogadores (sete) do banco,
deixando apenas o técnico, massagista e o médico.

Agressivo

A partida ficou parada por 15 minutos e só recomeçou
depois que todos os jogadores expulsos deixaram o
gramado. Para o segundo tempo o técnico Joel Santana
voltou com o time ainda mais agressivo, tirando o
zagueiro Vagner para colocar Edmundo e logo aos cinco
minutos o artilheiro Ueslei (18 gols) fez uma boa jogada e
concluiu forte e rasteiro sem defesa para Silvio. Com o
gol de desempate e o São Caetano com apenas 10
jogadores, a partida ficou ainda mais fácil para o Bahia,
uma vez que os paulistas estavam cansados e o técnico
não podia substituir ninguém.
Mas o Bahia não soube aproveitar e num vacilo do
goleiro Alex Guimarães, Márcio Griggio empatou o jogo
cobrando uma falta que Isaías cometeu, longe da área. A
falha abateu o time que perdeu Wellington, expulso e
Ueslei terminou perdendo um pênalti aos 43 minutos do
segundo tempo, deixando frustrados todos que estavam
na Fonte Nova. 

       Dia 18/10/99

Bahia erra muito e empata com Londrina 

O Bahia jogou bem menos do que podia e deveria e
conseguiu apenas o empate por 1x1 diante do Londrina,
na Fonte Nova. Como a expectativa era vencer, e
alcançar os 34 pontos, selando matematicamente a
classificação à segunda etapa da Série B do
Campeonato Brasileiro, só resta esperar a partida de
quinta-feira, em Salvador, contra o líder São Caetano para
chegar onde deseja. De quebra, o Bahia perdeu a
vice-liderança da competição para o Goiás. A ansiedade
coletiva e o desejo de cada jogador tricolor querer fazer
tudo sozinho foram os maiores entraves na má jornada do
time que enfrentou um adversário tecnicamente inferior,
mas psicologicamente equilibrado. Para piorar a
situação, o goleiro Gilberto cometeu um erro decisivo que
resultou no gol do Londrina no momento em que o Bahia
mais precisava marcar para sossegar a impaciente
torcida. O consolo do técnico Joel Santana é que a
equipe atuou desfalcada de quatro titulares - o goleiro
Alex Guimarães e os meias Isaías, Lima e Luís Carlos
Capixaba. Talvez por isso, o Bahia atuasse tão
confusamente até 20 minutos do primeiro tempo. Como
também o Londrina não estava jogando grande coisa, o
jogo se arrastou em emoções até que Gilberto cometeu a
infelicidade. Depois de defender uma bola sem perigo,
tentou sair jogando, mas foi surpreendido pela esperteza
do atacante Perdigão que ganhou o lance e marcaria se
não fosse agarrado e derrubado. A marcação do pênalti,
seguida de cartão amarelo para o infrator, veio em
seguida e Aléssio cobrou no canto e inaugurou o placar
aos 35 minutos. No mais, os ataques do Bahia se
resumiram a cruzamentos sem perigo, tentativas de
cobranças de falta por Uéslei, ou o lateral Jéfferson
tentando repetir o gol olímpico que assinalou contra o
Goiás. Mas de tanto correr atrás do prejuízo a
oportunidade de empatar surgiu aos 40 minutos e o
avante Alex Mineiro não a deixou escapar. No erro do
goleiro Sílvio que largou chute cruzado de Bebeto
Campos, Mineiro escorou com o pé direito e correu para
o abraço. Frustração Os jogadores do Bahia voltaram
para o segundo tempo de uniforme diferente, dando a
entender que jogaria diferente, para melhor. Não foi bem
assim. O susto que o lateral Clébson deu aos torcedores,
derrubando Perdigão, dentro da área, só não foi pior
porque o árbitro carioca Jorge Fernando Rabello decidiu
ignorar como fizera no primeiro tempo na área contrária,
quando o próprio Clébson foi derrubado. Era sinal de
que as coisas não andariam bem. À exceção do zagueiro
Júnior e do meia Bebeto Campos, os atletas tricolores
não repetiram atuações anteriores, e à medida que o
tempo passava, pioravam. No meio de tanta falta de
criatividade, salvaram duas jogadas de linha de fundo de
Uéslei, não aproveitadas pelos companheiros, e uma
situação criada por Edmundo que substituiu Alex. Até o
próprio Joel Santana entrou no clima e encheu o time de
meias-atacantes e centroavantes, na tentativa de acertar.
A conseqüência é que o Londrina teve campo aberto para
contra-atacar e pelo menos três vezes ameaçou deixar
Salvador com três pontos. Na principal delas, Gilberto se
redimiu do erro no primeiro tempo e praticou duas
defesas a queima-roupa nos chutes de Aléssio e
Perdigão. Retorno Se Joel Santana pôde explicar a
má jornada do Bahia pela falta de quatro titulares, na
próxima partida terá todos os ausentes de volta. Alex
Guimarães e Isaías já cumpriram suspensão; Lima já
está liberado pelo Departamento Médico - só não jogou
ontem porque esteve ausente dos treinos - e Capixaba
que também está curado da contusão.
Bahia - 1
Gilberto, Clébson, Júnior, Wellington e Jéfferson (Luís
Cláudio); Vágner, Bebeto Campos, Jorge Vágner e
Perivaldo (Dauri); Uéslei e Alex Mineiro (Edmundo).
Técnico - Joel Santana.
Londrina - 1
Sílvio, Ivanildo, Roberto Fonseca e Araújo; Ricardo
Freitas (Carlos Eduardo), Júnior, Sidclei (Zé Roberto),
Júlio e Perdigão; Adriano (Marco Antônio) e Aléssio.
Técnico - Itamar Bellasalma.
Local – Fonte Nova
Árbitro – Jorge Fernando Rabello (RJ).
Assistentes - Fábio Barros e José Cláudio Ramos.
Gols - Aléssio (pênalti) aos 35 e Alex Mineiro aos 40
minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos - Sidclei e Aléssio (Londrina);
Wellington, Perivaldo e Gilberto (Bahia).Renda - R$
175.374,00 para um público de 24.088 torcedores.

       Dia 08/10/99

Bahia bota “pra ferver” no caldeirão 

O Bahia surpreendeu o time da Tuna Luso, no
“caldeirão” paraense, e aplicou uma goleada de 4 x 0,
que confirma a equipe como uma das fortes candidatas a
passar para a próxima fase do Campeonato Brasileiro da
Série B. Mesmo jogando com uma formação de três
zagueiros, como era esperado, o Bahia não tomou
conhecimento do time paraense, nem da pressão
exercida pela torcida local, que lotou o acanhado Estádio
Francisco Vasques, conhecido como o “caldeirão”. Logo
nos primeiros segundos da partida o time baiano mostrou
sua sede de vitória, com um chute forte de Bebeto
Campos.
Com a vitória o time tricolor passou para 30 pontos na
tabela de classificação do campeonato, ficando com o
ataque mais positivo (28 gols) e o artilheiro da
competição, Ueslei, com 14 gols. Agora, pelas contas do
treinador Joel Santana, faltam apenas três pontos para o
Bahia confirmar a sua passagem para a segunda fase do
campeonato e, pelo desenrolar dos resultados, a
tendência é o tricolor baiano confirmar uma das quatro
primeiras colocações, garantindo as vantagens do play
off. Segundo Joel Santana, o time jogou muito bem
ontem e os jogadores conseguiram os três pontos que
eles foram buscar. “Agora a ordem é descansar e
partirmos, com calma, para o desafio do Goiás, na
próxima segunda-feira”, disse o técnico.
Festa

O Bahia não tomou conhecimento da Tuna Luso nem da
torcida local, que pagou apenas R$ 1,00 para assistir a
partida e ganhou muitos brindes e refrigerantes grátis.
Com toda essa festa o tricolor baiano resolveu também
presentear a torcida e encheu o “caldeirão” da Tuna de
gols, começando com Capixaba, que fez uma boa partida
e deixou sua marca aos 30 minutos do primeiro tempo,
tirando a tampa da panela do time paraense. Com o gol,
a Tuna Luso tentou reagir, mas sem muito perigo e o jogo
foi levado em banho-maria até o final do primeiro tempo.
Quando começou o segundo tempo, a Tuna Luso deu a
impressão que empataria o jogo, pressionando bastante
o time tricolor, que foi salvo pelo goleiro Alex, com três
boas defesas. Aos 12 minutos o atacante Alex Mineiro
quase coloca tudo a perder, ao agredir o jogador Souza,
sendo expulso pelo árbitro. Com um a menos, o Bahia
não se intimidou e, nos contra-ataques, foi ampliando o
placar. O segundo gol surgiu num cruzamento de
Jefferson, que o zagueiro Júnior aproveitou para marcar.
Logo depois o Bahia perdeu três chances de ampliar,
mas em contra-ataque o artilheiro Ueslei deixou a sua
marca, aproveitando uma boa tabela com Capixaba. Para
fechar o placar, Edmundo marcou o quarto gol,
concluindo uma boa jogada de Bebeto e o cruzamento de
Vladimir.

Tuna Luso 0x4 Bahia
Tuna Luso - Nilton; Cafezinho, Edicleber, Alexandre e
Souza; Almir Conceição; Joel, Willian e Dema; Mael e
Edil. Técnico - Pinho.
Bahia - Alex Guimarães; Clébson (Vladimir), Júnior,
Isaías e Jefferson; Vagner, Lima, Bebeto Campos (Jorge
Vagner) e Capixaba; Ueslei (Edmundo) e Alex Mineiro.
Técnico - Joel Santana.
Local - Estádio Francisco Vasques.
Gols - Capixaba (30 min do primeiro tempo), Júnior,
Ueslei e Edmundo, respectivamente aos 28, 37 e 43 min
do segundo tempo.
Árbitro - Antônio Hora Filho (SE).
Assistentes - Terêncio Santos dos Passos e Renilson
Nunes Freire, ambos de Sergipe.A

       Dia 27/09/99

Táxi atropela e Bahia perde

Depois de 12 jogos sem conhecer o sabor da derrota, o Bahia perdeu para o XV de Novembro, em Piracicaba, com gol do jogador Táxi, caindo o último invicto do Campeonato Brasileiro das séries A e B. O tricolor baiano lutou muito, até o último momento, mas não conseguiu reverter o placar que o time paulista construiu, logo aos dois minutos do segundo tempo, numa falta bem cobrada pelo jogador Táxi. Agora, o Bahia parte para sua segunda partida fora de Salvador, contra o Ceará, em Fortaleza, precisando de um bom resultado para não ser ameaçado pelos adversários, nessa reta do campeonato. Com o resultado, o Bahia mantém a sua terceira posição, com 24 pontos.
Pela segunda vez nessa competição, o tricolor jogou sem o seu artilheiro, o atacante Ueslei, que ficou de fora da partida cumprindo a suspensão por ter recebido o quinto cartão amarelo, no jogo contra o Joinville. Sem Ueslei a equipe ficou com pouco poder ofensivo, uma vez que Jorge Vagner entrou de primeira, mas jogou bastante recuado, deixando as ações ofensivas com o meia Capixaba. No começo da partida o tricolor teve que enfrentar uma forte pressão do time paulista, que conseguiu dois escanteios seguidos, levando perigo para o gol de Alex.

Problemas

Enfrentando problemas no lado esquerdo da sua defesa, já que Jefferson e Júnior não estavam fazendo uma boa partida, o Bahia teve que se valer dos chutões de Wellington que voltou mostrando muita vontade e saiu “espanando” bola para todos os lados, evitando que o tricolor sofresse o gol no primeiro tempo. Ainda sobrou tempo para o zagueiro ir até a área do adversário cabecear um cruzamento de Lima, em cobrança de falta. Mas quase no final do primeiro tempo o XV de Novembro teve a chance de abrir o marcador, com Rodrigo chutando com perigo da marca do pênalti e Alex fazendo uma grande defesa.
No segundo tempo o técnico Joel Santana imaginou continuar segurando o ímpeto do time paulista, mas o jogador Táxi deu um balde de água fria na pretensão do tricolor baiano, fazendo o gol da vitória logo aos dois minutos de jogo, numa falta bem cobrada e sem chances de defesa para o goleiro Alex. Joel sentiu que a invencibilidade estava caindo e resolveu arriscar com dois atacantes natos, trocando Isaías por Luís Cláudio. Mas isso durou pouco tempo e logo depois ele tirou Alex Mineiro para colocar Dauri, jogador de armação. O Bahia já não tinha poder ofensivo e com a alteração ficou ainda mais carente.
Por outro lado, o técnico do XV de Novembro, Luís Carlos Ferreira, procurou reforçar a marcação e trocou o atacante Táxi (um dos melhores em campo), por Nilson, o que levou mais dificuldades para o time tricolor. O Bahia não conseguiu escapar da forte marcação e ainda se deu ao luxo de perder algumas boas chances, com Luís Cláudio, numa cabeçada defendida pelo goleiro Alencar e com Dauri, no final da partida, quando o meia entrou livre e da marca do pênalti desperdiçou a chance de ouro para empatar a partida.

XV DE NOVEMBRO 1x0 BAHIA
XV DE NOVEMBRO - Alencar; Juliano (Isaías), Ailton, Chancon e Foguinho; Odair, Marcelo Lopes, Marlon e Fabrício; Taxi (Nilson) e Rodrigo. Técnico - Luís Carlos Ferreira.
BAHIA - Bahia - Alex Guimarães; Clébson, Wellington, Júnior e Jefferson; Isaías (Luís Cláudio), Lima, Bebeto Campos e Luís Carlos Capixaba (Vladimir); Alex Mineiro (Dauri) e Jorge Wagner. Técnico - Joel Santana.
Local – Estádio Barão de Serra Negra
Árbitro - Leonardo Gaciba Silva (RS).
Assistentes - José Antônio Chaves e Sérgio Cordeiro Filho (RS).
Gols - Táxi, aos dois minutos do segundo tempo.

       Dia 23/09/99

Bahia ganha de virada do Joinville

Em apenas três minutos o Bahia conseguiu reverter a
partida de ontem à noite, contra o Joinville, vencendo por
2x1, de virada e recuperando uma posição na tabela do
campeonato, que tinha perdido no começo da rodada. O
jogo foi difícil e o tricolor baiano começou tomando um
gol logo aos três minutos do primeiro tempo, o que fez a
torcida temer pelo pior, uma vez que o time criava as
situações de gol, mas não conseguia concluir bem. Com
a vitória o Bahia retorna ao terceiro lugar na competição,
com 24 pontos ganhos, mesmo número que o Goiás, que
no entanto tem uma vitória e dois jogos a mais.
O time do Bahia chegou a ser vaiado no intervalo do
jogo, mas o técnico Joel Santana, que começou a partida
com o zagueiro Marcão, não achou que a equipe jogou
mal e fez duas alterações que terminaram mudando o
ritmo da partida. Como vinha fazendo nos treinamentos,
Joel recuou Isaías para a zaga e colocou Jorge Vagner no
meio-campo, puxando Bebeto Campos para auxiliar na
defesa. Além disso, Luís Cláudio entrou no lugar de Alex
Mineiro. O meia Jorge Vagner terminou fazendo uma boa
partida, ajudando a equipe a virar o placar.

Pressão

O campo molhado e a chuva que castigou durante toda
a partida, alteraram um pouco o ritmo do jogo, que
começou com o Joinville pressionando o Bahia e
marcando o seu gol, através de Marcos Paulo, de
cabeça. O tricolor baiano procurou responder com um
chute de Lima na trave, uma cabeçada perigosa de
Ueslei e um belo chute de Clébson, que o goleiro
defendeu com dificuldades. No segundo tempo o Bahia
voltou pressionando e dominando amplamente o jogo e
em apenas três minutos conseguiu virar o placar, com
uma bonita cabeçada de Ueslei, aos cinco minutos e
outra de Júnior, aos oito.
Mais uma vez a torcida tricolor marcou presença no
Estádio da Fonte Nova (14.448 pagantes), apesar da
chuva forte. O Bahia agora viaja para fazer dois jogos
fora, o primeiro contra o time do XV de Novembro, no
Estádio Serra Negra e logo depois contra o Ceará, no
Presidente Vargas. Para a primeira partida o tricolor tem
um sério desfalque que é o atacante Ueslei, o artilheiro
do time e do campeonato com 11 gols. Ele ontem tomou
o seu quinto cartão amarelo e vai ter que cumprir a
suspensão automática.

Bahia 2x1
Bahia - Alex (Gilberto); Clébson, Junior, Marcão (Jorge
Vagner) e Jefferson; Isaías, Lima, Bebeto Campos e
Capixaba; Alex Mineiro (Luís Cláudio) e Ueslei. Técnico -
Joel Santana.
Joinville - Joinville - Carlos Alberto; Germano, Téio, Taió
e De Carlos (Everton) ; Reginaldo, Daniel, João Antonio e
César Mendes; Nailson (Marcelo Alves) e Marcos Paulo.
Técnico - Bonamigo
Gols - Marcos Paulo (três minutos do primeiro tempo) e
Ueslei e Júnior (aos cinco e oito minutos do segundo
tempo)
Cartões Amarelos - João Antonio e De Carlos (Joinville) e
Ueslei (Bahia)
Público - 14.448
Renda - R$ 98.180,50
Árbitro - Edilson Pereira de Carvalho (SP)
Assistentes - Dernival Fontes Pequeno (SE) e José
Andomiro Teles (SE)

 

 

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