Compactação



No início da era dos microcomputadores eletrônicos, a compactação foi muito usada, para preservar espaço nos discos rígidos que eram extremamente pequenos. Os disquetes também muitas vezes não comportavam totalmente arquivos maiores, principalmente programas de instalação. Isso obrigava, compactar o arquivo de forma dividida em vários disquetes.

Hoje, o paradigma da computação mudou totalmente. Os atuais HD's já são comumente encontrados com capacidade de 8 Gigabytes ou mais. Também foi lançado já algum tempo, o zip drive da Iomega com disquetes que atualmente chegam a 250 Megabytes. Isso sem falar nos CD-ROM's que chegam até a 650 Megabytes e os promissores DVD's com capacidades acima de 1 Gigabyte.

Mesmo assim, a compactação continua sendo usada. Por quê? A razào disso, se explica no fato de o acesso de muitos computadores a redes tanto públicas quanto privadas ser feito ainda em meios com baixa largura de banda. Ou seja, são meios onde a informação não pode ser muito elevada.

Os atuais modens domésticos só podem chegar no máximo a 56K. E esses aparelhos são a principal porta de entrada para a Internet em muitos lares. Por isso, a compactação ainda tem o seu lugar.

Existem formatos de arquivos que já são especialmente compactos como o Jpeg para fotos, o Mpeg para vídeos e o Mp3 para áudio. E a tendência é se aumentar cada vez mais as taxas de compressão destes arquivos.