Nos primórdios da informática, os supercomputadores ocupavam lugar de destaque nas pesquisas científicas de alto desempenho. A vontade em querer quebrar o paradigma de Von Neumamm era grande. Por isso, gastou-se muito dinheiro projetando máquinas de maciço paralelismo computacional.
Em um supercomputador numérico típico é possível somar duas matrizes de números em apenas um ciclo de clock, graças ao elevado número de registradores e elementos processadores.
Depois do apogeu, veio a decadência. Muitas empresas tinham medo de comprar supercomputadores e depois ficarem "na mão" com a possível falta de suporte, na hipótese de uma falência dos fabricantes dessas supermáquinas , que não era um fato raro.
Atualmente, os supercomputadores estão voltando a assumir posição de destaque, com empresas de diversas áreas, até mesmo de fraldas descartáveis, se utilizando dos serviços dessas poderosas máquinas.
A IBM, por exemplo, tem hoje a linha RS/6000. Essa linha varia desde computadores um pouco mais poderosos que estações de trabalho comuns até máquinas com milhares de processadores. Ou seja, a palavra chave atualmente é modularidade. Isso possibilita oferecer um leque de opções mais variadas para os possíveis comsumidores. Tudo fica por conta da necessidade e do bolso do cliente!