(Sem Título)
O uivo do lobo e o rosnar dos leões, a prosopopéia infinita de cada um... Enquanto muitos entorpecidos de realidade, eu sonho numa felicidade utópica. A parte vil, quase morta de cada um. A minha tolerância do intolerável. Faz-me rir! Cada vez que seu bocejo reflete o tédio do quotidiano. Pedi um beijo, ela não me deu... Por quê? Por quê?
Adriano Almeida Oliveira