DARLENE, A OUSADA - novelinha erótica



VAMOS COMEÇAR? - dia 04/06

Olá amigas e amigos, está no ar a novelinha erótica da semana.
Apresento: Darlene tem entre seus 35 e 40, não é a Miss Brasil mas tem um bocado de disposição, fala coisas x-rated com cara de colegial de 8 anos, choraminga fingida quando vai comer canja de galinha. Diz que vai comer uma irmãzinha. Quando fala de coisas antigas, diz com falsa cara de catedrático, Quando eu era virgem... Tem uma amiga da mesma idade, Ágata, a quem quer colocar no mau (ou ótimo) caminho.

Mulher e homem, mamãe e papai, duas voltas de chave na porta, quatro paredes, teto e chão, gritos em dueto feminino-masculino. Tudo monótono, diz Darlene. Darlene é ousada. Seremos ousados nós?

DARLENE, A OUSADA

seria um bom título para a novelinha III. Ousadamente, qual seria o tema central da novelinha da semana?
a) Darlene e dois cavalheiros;
b) Darlene e vários cavalheiros e várias damas, numa sessão a grupo;
c) Darlene, um cavalheiro e um vibrador;
d) Nada ousado, pois Darlene não é ousada.
Eu acho que a novelinha devia continuar assim...


Votos e comentários
[Obs: como esta foi a primeira novelinha postada aqui, achei melhor identifiquei como "Um cavalheiro", e "Uma dama". Mas para as próximas, poderia colocar seu nick ou apelido, não? A não ser que você não queira. Aí é só dizer isso junto com o comentário, e o nome não aparece. Se quiser que eu coloque seu e-mail ou Página também, diz e eu coloco!]

[Comentário de uma dama] Alternativa D... é ótima, por ela ser bem mentirosa, huahuahua, ( d) Nada ousado, pois Darlene não é ousada.) Mas minha escolha é a alternativa A, e de preferencia que um desses 'cavalheiros' seja Marcelo, marido de Ágata. Bjus. Boa semana.

[Comentário de um cavalheiro] Concordo. Alternativa C. E que o cavalheiro seja o Marcelo. Ah!!! Pra "estimular" os "bundofilos" de plantão, o Marcelo inauguraria o rabinho dela com o vibrador na fazendo o papel do outro homem.

[Comentário de uma dama] Alternativa A . Um é pouco, dois é bom !


PRIMEIRO CAPÍTULO - 05/06

Uma segunda-feira feira foi o dia seguinte ao dia em Marcelo soube que sua mulher o traíra. Acordou só, Ágata clicando as porcelanas fazendo o café duas salas adiante, e ele nunca viu tão vivo o azul do quadro a óleo que Ágata tinha escolhido para decorar o quarto de casal. Tudo lhe parecia mais real, o DVD suspenso no encaixe na parede, o Mitsubishi da marca da TV, os armadores de rede. Ágata pôs a cabeça para dentro do quarto para ver se estava acordado e ele achou seu sorriso mais aberto, os dentes mais brancos, mais dentes no sorriso. Ele desceu para a garagem e quase assustou o porteiro com o “Bom dia”. Mais firme, mais forte, simpático.

O encantamento não parou pelos dias seguintes. Sentia o que não sentia havia anos, orgulho de si. Olhava a mulher relaxada na cama a ler uns dez ou quinze minutos antes de dormir como fazia sempre, e a achava umas duas vezes mais bonita. Corriam no Parque da Pedra com seus abrigos de moleton, o suor empapando gradativamente a roupa, e se sentia orgulhoso como um Prêmio Nobel a ver algum homem a rastreá-la com o canto do olho. Das duas habituais por semana passaram a cinco, e não era incomum Ágata ter de cumprir seus deveres matrimoniais femininos uma vez rapidinho de manhã, e uma com elaboração e molho à noite.

Foi assim por um par de semanas e eram exatamente oito e trinta e dois de uma noite quando o fone tocou, Ágata desenhando na prancheta. Marcelo enganchou o fone no ombro (fazia um castelinho de Lego) e estranhou a resposta nenhuma a três alôs. Ouvia uma respiração. Ia desligar quando uma voz perguntou por Ágata. Quem é, perguntou encaixando duas peças do brinquedo. “Tomás”, disse a voz, e a peça de Lego ficou suspensa cinco segundos no ar enquanto Marcelo pensava, e pensou. Uma coisa é imaginar, pensar em sua mulher transando com outro, cena em plano 16 como quem vê um filme erótico. Outra coisa é ouvir a voz grossa, de barítono, do amante de sua mulher.

- Um momento – disse. Estendeu a mão com o fone.

[Amigas e amigos, em primeiro lugar desculpas. As idéias foram ótimas e não esqueci nenhuma, mas personagens são danados. Escorregam da mão da gente, escapam como macarrão quente, têm idéias próprias. Confesso que já sei o que vou escrever amanhã, mas será que alguém adivinha o que é? Adivinhação com as sugestões de sempre. São ótimas-ótimas. O que acontecerá, e o que você gostaria que acontecesse?

a) Marcelo se enche de ciúme e diz para Ágata para se for ter alguma coisa de novo com Tomás, só se for a quatro;
b) Ágata propõe transarem a três;
c) Marcelo recebe a visita de Darlene;
d) Marcelo pensa em dar o troco e vai atrás de Darlene.]
Eu acho que a novelinha devia continuar assim...


Votos e comentários ao primeiro capítulo

[Comentário de uma dama] Ai, ai, hein... Essa está mais difícil, rsrs, mas... Descarto as Alternativas A e B, vai que ele queira sentir o gostinho de Tomás, rsrs... Mas em compensação as Alternativas C e D são de se pensar, rsrs... Mas fico com a C, Nada dele pensar em dar o troco, e sim, Ágata dá a idéia dele se relacionar com Darlene. Ou sei lá, alguma coisa assim. Acho que falei tanto que até fiquei sem rumo, rsrs. c) Marcelo recebe a visita de Darlene;

[Comentário de um cavalheiro] Muito bem comparado macarrão com personagens. Gostei!!!! Concordo, (de novo), com a Santa. Afinal o Marcelo é um homem liberal. Insisto na possibilidade do Marcelo inaugurar o derriere da Darlene.

[Comentário de um cavalheiro] Hummm prq naum combinar uma coisa bem diferente, Ágata propõe q Marcelo tenha uma noitada com a Darlene, e depois ela naum deixando parar a fundamentação dos exercícios e seguindo em forma de revesamento, Agata faria de seu macho mais macho e seria cada vez mais mulher junto com Darlene deixando marcelo assim mais enfeitiçado ainda com o fogo e o furor de que sua esposa matinha armazenado dentro de si. Revelando um ser sesualíssimo e capaz das mais altas loucuras para se ter uma única coisa em seu corpo; PRAZER!!! Poxa me emploguei, Ana e pessoal, desculpem-me, sei q era só para escoler uma das alternativas, mas como dar contenção a essa personagens q estão a nos enfeitiçar. Parabens a todos os participantes e cumplices da Ágata, principalmente a vc Aninha por dar vida a essa personagem.


SEGUNDO CAPÍTULO - 06/06

O telefonema durou uma meia hora, no estúdio. As peças do Lego não encaixavam, insistiam em escapar dos dedos, tremiam. Por duas vezes Marcelo conteve uma vontade imensa de buscar coisas no estúdio, coisas que de um segundo a outro passaram a lhe parecer indispensáveis à vida. Devia montar a Torre Eiffel, mas estava mais parecendo um misto entre esta e o morro da Mangueira quando Ágata reapareceu. Quase arrebentou a porta.

- Quer ser meu amante.

Contou: Tomás inventou esquema complicadíssimo, ele se passaria por sócio da Maria Cláudia, cliente da firma, que se encontraria com Ágata nas tardes de quinta e noites de segunda, exceto quando fosse dia ímpar, quando então o encontro da quinta passaria para o sábado, e quando veio com aquela de que Não é só tesão, é amor, que eles teriam um futuro juntos, eu disse Corta, corta, aí mesmo, que fique claro, nunca e nunquinha vou deixar meu marido nem vou casar com ninguém que seja ele, e em que motel vai ser mesmo? Fiquei de pensar.

- E vai pensar?

- Não. Vou consultar você.

- Não tem o que consultar. Está aceitadíssimo.

Marcelo pensou que valeria a pena dar metade de sua vida para ver o sorriso que Ágata deu de brinco a brinco, os olhos com brilho de estrela, e o quase-pulo que deu se jogando nos seus braços. Em dois minutos estavam fazendo amor e duplicaram a dose na manhã seguinte. Tomás era um amante metódico. Encontravam-se pontualmente duas vezes por semana, exceto imprevistos, quando então compensavam depois. Marcelo e Ágata se divertiam com o medo de Tomás, com a voz das empregadas domésticas e porteiras que ele pagava para fazerem a primeira voz quando ele ligava para a casa dela, com medo que Marcelo atendesse. Celulares nem pensar, eles sempre registram a ligação.

De volta Ágata contava os detalhes com precisão de mapa topográfico enquanto faziam amor. Por mais de uma vez ele gozou e não cedeu um milímetro, coisa que só acontecera antes com seus dezesseis anos, com as coelhinhas de papel da Playboy no banheiro. Ele e Ágata brincavam mais, riam o dobro e Ágata dizia que o melhor Viagra é um amante.

Não que tudo fosse fantasia. O relógio de pêndulo da sala batia pesado nas noites de segunda, nas tardes de sábado ou qualquer outro dia em que Ágata “fora tomar um café com Maria Cláudia”, era a desculpa que Ágata entre duas gargalhadas dizia que Tomás dissera que era para ela dizer. Era difícil ler qualquer coisa, de Gilberto Freyre a Tio Patinhas, as letras não conseguiam pender sua atenção. Alugava DVDs, não conseguia prestar atenção no assassinato no começo dos policiais, e quanto às comédias, nem Woody Allen parecia ter mais graça.

Exatamente desistia de assistir a uma de Woody Allen quando a campainha toca. Pensava que era Ágata anunciando que chegara mais cedo. Mas não. Era Darlene.

Veio com sorriso partindo a cara, como sempre. “Surpresa!” – fez pose. Sempre fazia. Ágata não está, disse Marcelo, e Darlene tapou a boca com a mão como quem diz Agora que eu lembrei! Ficaram sem saber o que fazer e Marcelo a chamou para entrar, melhor que deixar a amiga da esposa parada como pateta em gente à porta.

Darlene era daquelas visitas que gostam de arrumar coisas. Em dez segundos já tinha recolhido latas de nescau light sobre a mesa e acumulado pratos para lavar na pia. Não tinha muita intimidade com Marcelo, raramente se encontrava com ele sem Ágata estar presente. Marcelo era daqueles que não se sentem à vontade com as amigas da mulher. Aquele silêncio entremeado de ruído de ensaboamento de pratos o incomodou.

- Quer tomar um café?

- Claro, claro – disse Darlene,voz de velório. “Café de consolo para um corno!” – pensou Marcelo e nada disse.

Sentaram-se á mesinha redonda, na cozinha mesmo. Entre eles a cafeteira de prata, sonho de consumo de Ágata.

- Ágata está com Maria Cláudia, uma cliente.

- Claro, claro.

Silêncio pesado de novo, café novo queimando os lábios. Darlene olhava enviesado alguma nuvem muito interessante pela janela.

Nem mesmo depois que falou conseguiu entender porque falou:

- Acha que Ágata poderia me trair?

Darlene parecia já esperar a pergunta.

- Não.

“Mentirosa” – pensou ele. O silêncio pesou de novo. Darlene soprou e engoliu mais um gole.

- Vocês são muito amigas.

- A melhor amiga que uma mulher poderia ter.

Sorriu como se lembrasse. Continuou:

- Acho que Ágata sempre quis ser minha amiga por causa daquele ditado, “Valorize sua beleza andando junto com pessoas feias”.

- Você não é feia.

- Mentiroso – mas sorriu duplo.

- Não, não é. É diferente.

- Ágata é muito minha amiga. Única que teve a coragem de falar com minha mãe quando perdi a virgindade no colégio. Disse: “Dona Marta, hoje em dia é normal uma moça de dezesseis ter sua própria vida. Eu não pedi minha virgindade porque não era meu caminho. Mas era o caminho de Darlene” – assim mesmo, pés fincados no chão da saca, olho a olho, coragem nos calcanhares. Me quebrou um galhão. A barra aliviou um pouco em casa. Tive vontade de beijá-la.

- Perdeu sua virgindade no colégio?

- Não todas – disse e estalou a língua.

- Eu tirei a virgindade de Ágata. Dezenove dias antes da igreja.

- Ela me disse.

Darlene voltou a ser Darlene. Falou do Atlético e do carnaval, e mais duzentas e dez bobagens nenhuma registrada pelos neurônios de Marcelo. Despertou quando ela foi à cozinha. Ele a seguiu. Mania de arrumação, inclinou-se sobre a mesa grande para buscar xícara que estava longe.

Marcelo pela primeira vez olhava Darlene por mais de dois segundos, uns três ou quatro quilinhos a mais, mas só uns três ou quatro quilinhos; mais fofinha que gorda; o cabelo alourado que insistia mais em se expandir para os lados que em cair pela lei da gravidade. É incrível como puderam ser tão amigas. Ágata, a garota-querida-disputada-admirada do colégio, Darlene a apenas-simpática. Talvez por isso que se tornaram amigas.

Darlene usava uma blusa de cotton verde. A mesma blusa que Marcelo suspendeu, revelando o fecho do sutiã bege, sua dona inclinada sobre a mesa. Darlene o deixou fazer.

[Agora, amigas e amigos, o que acontecerá?

a) Marcelo leva Darlene para a cama de casal e transam papai-e-mamãe;
b) Ágata chega na hora e fazem amor a três;
c) Ágata chega na hora e tem crise de ciúme;
d) Darlene e Marcelo transam de forma não-tradicional.
Eu acho que a novelinha devia continuar assim...


Votos e comentários ao segundo capítulo

[Comentário de um cavalheiro] Marcelo e Darlene transam de forna NÃO tradicional. Não pode ser de outra maneira. Afinal isto estava previsto tanto no relacionamento deles como no próprio enredo da estória.

[Comentário de um cavalheiro] Vamos de letra C... mas existe ciumes hoje em dia ainda?

[Comentário de uma dama] O que seria a 'forma não-tradicional'? rsrs, (que vergonha, eu nem sei uq é isso...) mas se for o que eu vou escrever, me dê um toque, tá Eles transarem em cima da mesa, seria muuuuito bom, inclusive...uma fantasia dela!!!( e minha, rsrs ) Mas seja isso ou Não: Alternativa D, mesmo. Não me simpatizei com as outras...


TERCEIRO CAPÍTULO - 07/06

Darlene inclinada sobre a mesa circular pensava tolamente se ela agüentaria seu peso. Relaxou quando sentiu a borda, uns três dedos de espessura de caviúna, achou que agüentaria sim. Pontas de dedos percorriam o sulco de sua coluna lhe fazendo cócegas, derivavam por suas costelas. Ela fechou os olhos e os lábios entreabriram, de súbito garota-de-quinze-brincando-com-o-primeiro-namoradinho. Os dedos tentaram uma, duas vezes e desfizeram o fecho do sutiã antiquadão, cheio de alças. Quase teve vergonha do modelão nada sexy mas as mãos não se importaram nem um pouco. Em forma de concha cada um delas já envolvia um dos seios da jovem mulher, um dos bicos já bem rígido sentindo roçar a aliança de Marcelo.

- Espera – e se levantou. Ela já dissera esse Espera para namorinhos em colégio, cinquentões com dois divórcios, surfistas em praias de verão, um par de advogados e médicos. E não deixava de dizer. Foi ao banheiro, preparou-se.

Cinco minutos voltava e ridiculamente em vez de irem para a cama de casal ou o sofá de veludo vermelho da sala Darlene se inclinou do mesmo jeito que antes, na mesma mesa, milimetricamente na mesma posição. Riu pensando que podia pegar no mesmo bule de alumínio com relevo de florzinhas que pegava antes, afinal em resumo era isso o estava fazendo, inclinando-se para pegar um bule de alumínio. Ouviu o plástico sendo rasgado, camisinha. Bom menino, pensou. As mãos fizeram sua calcinha deslizar macia até formarem um oito retorcido no chão a um palmo de seu pé esquerdo. Fechou os olhos, esperou. . excluir Ana Beatriz (gerenciar) 6 Jun(19 horas atrás) .

E não veio nada do que esperava. Deu gemidinho com a sensação de gelo. O creme foi passado sem dó de desperdiçar, os dedos percorrendo tudo como um pintor ao seu quadro. E sem intervalo esses dedos entraram tímidos, na verdade apenas um, hesitante tipo menino-de-sardas-visitando-pela-primeira-vez-a-paquerinha. E não entrou pelo lugar que Darlene achava que entraria. Arriscou um par de voltinhas, tentou um tímido vaivém, depois outro menos tímido. Como encabulado de fazer a vista sozinho chamou a companhia de um outro dedo, e os bons companheiros inicialmente com alguma dificuldade e depois cada vez mais bem-vindos fizeram-se à vontade. Darlene fez suas rugas entre o rosto, conteve um par de gemidinhos, mas decidiu ir ao fim. E em minutinhos cada músculo foi aceitando a presença das visitas, relaxou. Quase teve pena quando os dois amigos a abandonaram.

Mas eles eram só os auxiliares de palco. O verdadeiro artista veio dois segundos depois, arrogante como todo astro, a exigir seu espaço. Darlene fez rugas na testa, mordeu o lábio inferior. Falou macio como quem dá boa-noite a bebê:

- É muito grosso, Marcelo.

Ele respondeu como se não pudessem acordar o bebê:

- Vou mais devagar.

E foi, mas mesmo assim era Darlene deu mais dois pares de gemidinhos até que não precisou contar até vinte e cada músculo desde a testa ao dedão resolveu chutar a tensão para longe. Darlene relaxada como colchão macio nada sentia a não ser a respiração quente do macho na nuca e as estocadas de Marcelo em seu corpo. excluir Ana Beatriz (gerenciar) 6 Jun(19 horas atrás)

[Amigas e amigos, sinto interromper o momento idílico mas é hora de terminar o capítulo de hoje. Comento as últimas mensagens. Gostei da elegância do Ksal dizer, inaugurar o derriere, rárá. Morri de rir da objeção da Santa a uma transa entre Marcelo, Ágata e Tomás: vai ver que o Marcelo “quer sentir o gostinho do Tomás...” Maldade! Quanto à Santa de novo, bem, esta é a forma não-tradicional. Sobre a mesa sim, mas só um uma variantezinha. Agradeço a Juliah e Ricardo e runaway a participação. E a todos os que leram. Mas é hora de decisão.

O próximo capítulo (n. 4) será o último desta seção. Parece-me que o melhor formato é assim, ler de segunda a sexta. O que acontecerá?
a) Ágata pega os dois em flagrante e explode;
b) Ágata pega os dois em flagrante e participa;
c) Marcelo e Darlene viram amantes;
d) Ágata não sabe de nada.
Eu acho que a novelinha devia terminar assim...

Votos e comentários ao terceiro capítulo

[Comentário de uma dama] Ái que inveja da Darlene, estou morrrrrendo de tesão... Hummm... debruçada na mesa , eu tenho que realizar HOJE, AGORA ! Alternativa C, a primeira de uma série.

[Comentário de um cavalheiro]Inicialmente Ágatha não sabe de nada. Contudo devido a cumplicidade dos dois, Marcelo conta tudo. Isso provoca em Ágatha uma aproximação maior com o marido e joga longe qualquer resquício de culpa que por ventura houvesse. Ágatha e Marcelo realizam a maior fantasia de Darlene. Ter os dois seios acariciados, coisa que a leva ao gozo total.

[Comentário de um cavalheiro] Acabou de dizer tudo... Esse sonhinho de Darlene hummmm E sem falar no tesão excessivo q vai ficar Ágata qndo o Marcelo contar pra ela!!! Adorei sua sugestão E Ana naum resume no último capítulo, pode exagerar mesmo. hauhaua


QUARTO E ÚLTIMO CAPÍTULO - 08/06

Darlene sentiu quase saudade de um passado de cinco segundos antes quando os suspiros de Marcelo se tornaram mais freqüentes e ela sentiu os jatos cremosos e quentes lhe acariciando as costas e lhe tocando até as pontas dos cabelos. Sentiu-se Cinderela, abriu os braços e se beijaram ralando as línguas como adolescentes se cumprimentando após a segunda transa. Foi no banho que lhe bateu na mente, Ágata. O que dizer.

Ainda tomaram um café juntos. Falaram de coisas importantíssimas como os próximos jogos olímpicos e milésimo gol de certo jogador. E nada do assunto que realmente queriam falar. “Bem, já vou”, “Tchau”, “Tchau” tendo como diferença o selinho dado de despedida. Darlene não era chegada a dramas, dizia que “Uma noite não significa amor eterno... AINDA BEM!” e gargalhava duplo. Mas Marcelo não era um cara qualquer que conhecera numa convenção na cidade. Era o marido da melhor amiga.

E a melhor amiga chegou e Marcelo quase estava para resolver no par-ou-ímpar, dizer ou não dizer. Normalmente seria um parto dos complicados para um marido dizer que transou com outra depois de dizer o “desprezando todas as outras...” para o padre. Mas como ela transava com outro, não haveria problema. E Ágata seria madura o suficiente para compreender. Afinal era simples questão de justiça. Era o que Marcelo se disse quatrocentos e noventa e sete vezes. Ágata ganhara um brinco de prata em forma de estrela de cinco pontas de uma velha tia. Seu sorriso depois de se encontrar com o amante começava perto do brinco e terminava nas vizinhanças do outro. Beijou o marido, o beijo com gosto de gratidão que ele sentia desde que começara a se encontrar com Tomás.

Marcelo demorou dois séculos para fazer um café na cozinha, mais meio em pé vendo o que passava na TV naquele começo de madrugada. Afinal teve coragem. Na cama de casal, virou-se para a mulher e disse baixinho:

“Querida, agora somos um casal diferente, liberal. Livre para ter envolvimentos fora. Você sabe que isso só reforça nossa relação. Veja o seu caso com Tomás. Você fica feliz, eu fico feliz. Nunca gostei tanto de nós dois. E bem, você é muito liberal e sei que vai levar numa boa o que vou dizer. A sua melhor amiga, Darlene. Bem, não é que tenha havido nada antes entre nós. Mas hoje, não foi possível segurar. Aconteceu. Veja, isso só trará vantagens para nossa relação. Contarei tudo para você, como você me conta de você e Tomás. E não se preocupe, é só físico, nada de amor. Vocês poderão continuar amigas e se encharcar de chope no Jardim da Caneca como sempre fizeram. Nada mudou, não é verdade? Que bom. Sabia que você compreenderia. Melhor assim. Eu te amo.”

E falou baixinho para Ágata não acordar. Se teria coragem de algum dia dizer para ela acordada, não saberia dizer.

THE END

[Amigas e amigos, fica para uma próxima novelinha uma possível definição. Agradeço às últimas opiniões, de Ricardo, Ksal e Santa. Espero que tenham gostado de algumas partes. Beijos a todas e todos. Na segunda, a pergunta inicial da próxima novelinha erótica. BEIJOS, Beatriz.]

Votos e comentários finais

[Comentário de uma dama] Ana B... Gostei, mas ao menos tempo, não... Ele não poderia falar essa frase para ela acordada de jeeeeito nenhum, iria ser um choque... mas, e Darlene, como fica a reação dela com Ágata??? Ela não pode dar nenhuma trela, se é que Ágata não pode saber de nada... Mas acho que ela tem que saber e participar...rsrs, indecisa eu , não? Mas é isso aí, ADOREI. Beijão.. e Bom fim de semana.

Eu acho que a próxima novelinha devia ser assim...




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