Número 27 - 08 de outubro de 2004

Poesia em foco

Próximo tema Delírios Plurais: "PALAVRA" Prazo: 18 de outubro de 2004
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A convite, de meu amigo, José Alexandre, tive o imenso prazer, de entrevistar, para o Site Alternacia, a poetisa e amiga, Sonia R...
Eis aqui, toda a sabedoria, de uma pessoa, por quem nutro muita estima e de quem reconheço, uma enorme capacidade poética e mental. Após entrarem no Site, recomendo que procurem por: Entrevistas.


  Hoje, é dia, de continuar a ser feliz. E como diz o poeta: "O melhor do Mundo são as crianças e as flores e os rios..."
Leiam sobre os direitos da Criança, abrindo o desenho:


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Grupo, dos amigos, do Feira Franca. E conheçam a Rádio, que está por detrás do projecto. 


Leiam ainda, a minha mais nova crônica, no Jornal Ecos, que poderão observar, na
minha Coluna: Horizontes & Paralelos.  

Proseando

Olá, a meus amigos, desejos de um óptimo dia. Porém estas palavras, hoje são para ti, meu amor: Quantas vezes caminhamos, de sorriso nos lábios, apenas ansiando que ele assim permaneça e, como que soletrando baixinho, para não ofender, no que passa, a nosso lado, na rua, vá iluminar, o sorriso, do que passando por nós vai, levando os sonhos mais bonitos, sem maldade ou pudor, nele depositando os nossos brinquedos e aventuras tamanhas, para que depois vaiamos a descobrir, que tudo ruiu, violentados pela nossa incapacidade, de recebermos do outro, não o trejeito simpático, antes o soco, e nos afligimos por isso. Escuta: tudo te é permitido, conquanto não exageres de teu, ou omitas, de quem és, o quem és: um ser lindo e sem ressentimentos, que apenas se dispôs a sonhar, em ser feliz e fazer feliz, quem sabe ser criança, num mundo de Homens. Com toda a amizade, de meus amigos, para ti, meu amor: Amo-te, com toda a galhardia, com que a mim, não me anulo.

Jorge Humberto
 

Janela da alma
 

MEU BARQUINHO

 

Meu barquinho, para onde vais,
Que levas brancura nas velas,
Que colhes bonanças e vendavais,
E já não podes passar sem elas?

Meu barquinho, são os teus ais,
Quando dizes gostar mais delas,
Ondas que roçagam teus taipais,
Do que das lautas caravelas?

Meu barquinho, não é grande não,
Não tem ornamentos nem vigias,
E até a quilha é feita de papelão,

Mas quando vai no vento suão,
De velas dadas, sua condição,
Leva consigo todas as fantasias.


Jorge Humberto
(17/03/2003)

 

"Quando crescer, quero ser criança"
Joseph Heller

 

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