Número 30 - 23 de outubro de 2004

Poesia em foco

O Delírios Palavras ficou encantador!
Confira no site:


Já o novo tema para Delírios é "UTOPIA" e o prazo para entrega:
01 de novembro de 2004.  Manda logo o teu poema!


NOVO LIVRO DE ABEL REGINATTO

Corações e Mentes - A História de John Winston, de Abel Reginatto, se passa entre as décadas de 60 e 70, no Rio Grande do Sul e na Inglaterra. O livro retrata a vida de John Winston da Rosa, um rapaz superdotado à procura do aprimoramento intelectual que, em sua busca, acaba enfrentando inúmeras situações inusitadas. 
Clique no livro para saber mais
 

 


Paulo Monti, sempre deu provas, de sua humildade, para com seus amigos, no trato mantido, e de como vai depois falar e agir, com cada um. A sua poesia é um seguimento fiel, dessa maneira de ser: conscenciosa, atenta e respeitando sempre, a seus leitores. Entrem no Banner e façam juz a seu nome.

 



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Proseando

Olá, a meus amigos, muito bom dia.
Agora que escuto, lá fora, a chuva que cai, lembrei de como tudo tem o porque ser, pelo simples facto de ser e coisa em si, como esta chuva que cai, já caiu e há de voltar a cair, e assim está certo e assim tem de ser. "Se queres saber dessas coisas, não olhes para elas, com olhos de ver, escuta-as em silêncio e percebe-te nelas, mais não é preciso, para te sentires parte de um todo..."

Abraços, Jorge Humberto

 
PEDIDO
Estamos criando uma página chamada "SITECA" com links de sites de poesias e outras artes.
Pedimos que nos ajudem a montar o acervo, enviando-nos o teu site e outros, que trabalhem com arte. Mandem os nomes dos sites, com os respectivos links, para  apoesiacontinua@yahoo.com.br
Obrigada!
Paola.

 

Janela da alma
 

EU, TU E A POESIA
Paola Caumo

Que estranha
relação se instala
em nós, sujeitos e verbos
da palavra e do sentimento.

Unidades distintas e unas,
Mundo dos sentidos,
Calabouço de versos,
Existência que se descortina
Em nuances simbólicas,
Signos paradoxais,
Estações venais,
Possibilidades infindas
Mas no cerne de tudo
- amor e medo.

Fontes inesgotáveis
de expressão,
fuga e controle da razão,
estamos sempre no lume,
com a chama da vida
deslizando por nossas mãos.

E se nos dizemos
atores em cena,
Ela (a vida) é nosso palco,
nosso diretor, nosso figurino,
Mãe dos versos e reversos,
nosso apelo ao sublime,
pelo grito profano
de nosso desejo insano -

DE APENAS SER

10/março/2004
 
 
Durante as belas noites de tempestade, os relâmpagos tiram fotografias da paisagem. (Mário Quintana)

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