Número 31 - 26 de outubro de 2004

Poesia em foco

Hoje, convido-vos, a visitar o Escritor, Poeta e Novelista Chileno, Francisco Lagno Bravo, e a participarem, de seu mundo. Para tal basta que sigam a Estrela - Imperdível!!!


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 A Poesia Continua

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Proseando

Olá, a meus amigos, muito bom dia.

Num suporte meramente estético, de salvaguarda intelectual, eu renego todo e qualquer tipo, de religião.
O principio, de toda a boa religião, centra-se, única e exclusivamente, na sua própria promoção, professando a culpa e a pena, como meio para atingir, o seu propósito maior: sonegar a vontade e livre iniciativa, de quem dela faz uso, revertendo a expiação, para uma caixa de pandora última, que terá o seu epílogo, aquando do armagedão,
convenientemente prostrada no tempo e propositadamente intocável.
O Homem precisa urgentemente, de largar amarras e de caminhar sozinho, sem pretextos de última hora, exortando de vez todos os santos e ícones perversos. “Enquanto não experimentares o sabor indelével e salutar da conquista, nunca saberás do teu fracasso, como coisa incipiente serás, doravante”.

Jorge Humberto
(26/10/04)

Janela da alma
 

URBE


Nas dobras do poema
a vida contrai-se,
avessa ao tinto,
demasiado visível da letra.
Seca-nos a boca,
de papelinhos esparsos.
E falamos, qual mimo de rua,
como se não entendêssemos,
os nossos próprios sinais.


Jorge Humberto
(16/03/2004)
 
 
Em todo o momento de atividade mental acontece em nós um duplo fenômeno de percepção: ao mesmo tempo que tempos consciência dum estado de alma, temos diante de nós, impressionando-nos os sentidos que estão virados para o exterior, uma paisagem qualquer, entendendo por paisagem, para conveniência de frases, tudo o que forma o mundo exterior num determinado momento da nossa percepção.
Fernando Pessoa

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