Poesia em foco
A Poesia do cárcere volta ao poesianarede pelas mãos de Vanderlei Caixe,
ex-preso político, poeta e militante pelos Direitos Humanos.
Seu livro
“19 Poemas da Prisão e um canto da Terra”,
escrito nos presídios da Ditadura Militar, na década de 70 traduz as
esperanças mas também o desespero dos encarcerados, que têm a voz e os
movimentos toldados em uma das mais desumanas criações de nossa espécie :
a privação da Liberdade, o cárcere. Para ler mais abram a palavra:
Dignidade
Nota: de um e-mail que me chegou de:
Douglas Lara
Feliz Roda Mundo 2005
http://www.sorocaba.com.br/acontece
telefone (15) 3227-2305
Delírios Plurais
Agora com o Tema:
Festividades
Manda-nos o teu poema até
27/12/2004
para:
Correio Delirante:

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Edições Pôr-do-Sol
Se te queres Associar a nós,
fazendo parte de um projecto, que a ninguém envergonha, tendo a
possibilidade de,
a baixo preço,
ver as tuas poesias e/ou outras obras, devidamente respeitadas, num espaço
só teu, onde usufruirás de algumas regalias - o respeito pelo teu, como
pelo trabalho dos outros, a beleza com que o iremos mostrar, aos demais, é
para nós todo o ouro do mundo -, então vem conhecer, o que temos para
oferecer, abrindo o banner
Suporte logístico: Porto Alegre Poética. Obrigado!
Jorge & Paola
Algumas
Atualizações:
Visite o
Guardião da Noite
espaço com
lugar para pessoas sensíveis.
Alfonso
Prellwitz:
artista plástico e pintor.
Paralelo 30...
espaço concebido, pelo nosso
P@ulo
Monti. |
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Proseando
Olá, a meus amigos, muito
bom dia.
Eis o "Informativo", de hoje, na integra, o que não invalida porém, nem um
pouco, o meu primeiro e-mail, de hoje, com o designativo de "A Poesia
Continua - Resumida", e de viva voz venho reforçar para que visitem as
Páginas então enunciadas. Obrigado, pela vossa atenção e incentivo!!
Jorge Humberto

Janela da alma
DOIS ANJOS NA NOITE
(a Anna Paes e sua filha)
Minha filha, luz de
minha vida,
Lembras-te, no teu acordar,
De quem é o sorriso,
que tu me vens dar,
Quando te afago
E apanho-te o cabelo,
Como num lindo novelo?
Minha filha, luz de toda a luz,
E as princesas e o mago,
De quem a luz que reluz,
Nesses teus mundos encantados,
Quando o dia já se foi
E os lençóis
é que adormecem?
Minha filha, meu albergue,
Meu anjo criança, o que foi?
Não temas!
Sou eu quem te pede,
Num sorriso de açucenas,
Adormecendo-te o sonho breve.
Jorge Humberto
(01/01/2004)
Recomendo
e aplaudo:
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