Número 44 - 22 de dezembro de 2004

Poesia em foco

A Poesia do cárcere volta ao poesianarede pelas mãos de Vanderlei Caixe, ex-preso político, poeta e militante pelos Direitos Humanos.

Seu livro “19 Poemas da Prisão e um canto da Terra”, escrito nos presídios da Ditadura Militar, na década de 70 traduz as esperanças mas também o desespero dos encarcerados, que têm a voz e os movimentos toldados em uma das mais desumanas criações de nossa espécie : a privação da Liberdade, o cárcere. Para ler mais abram a palavra: Dignidade

Nota: de um e-mail que me chegou de:
Douglas Lara
Feliz Roda Mundo 2005
http://www.sorocaba.com.br/acontece
telefone (15) 3227-2305


Delírios Plurais

Agora com o Tema: Festividades

Manda-nos o teu poema até
27/12/2004 para:
Correio Delirante:        



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Se te queres Associar a nós, fazendo parte de um projecto, que a ninguém envergonha, tendo a possibilidade de, a baixo preço, ver as tuas poesias e/ou outras obras, devidamente respeitadas, num espaço só teu, onde usufruirás de algumas regalias - o respeito pelo teu, como pelo trabalho dos outros, a beleza com que o iremos mostrar, aos demais, é para nós todo o ouro do mundo -, então vem conhecer, o que temos para oferecer, abrindo o banner

Suporte logístico: Porto Alegre Poética. Obrigado!

Jorge & Paola


Algumas Atualizações:

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espaço concebido, pelo nosso P@ulo Monti.

Proseando

Olá, a meus amigos, muito bom dia.

Eis o "Informativo", de hoje, na integra, o que não invalida porém, nem um pouco, o meu primeiro e-mail, de hoje, com o designativo de "A Poesia Continua - Resumida", e de viva voz venho reforçar para que visitem as Páginas então enunciadas. Obrigado, pela vossa atenção e incentivo!!

Jorge Humberto




Janela da alma





DOIS ANJOS NA NOITE

(a Anna Paes e sua filha)

 

Minha filha, luz de minha vida,
Lembras-te, no teu acordar,

De quem é o sorriso, que tu me vens dar,
Quando te afago

E apanho-te o cabelo,
Como num lindo novelo?

Minha filha, luz de toda a luz,
E as princesas e o mago,

De quem a luz que reluz,
Nesses teus mundos encantados,

Quando o dia já se foi
E os lençóis
é que adormecem?

Minha filha, meu albergue,
Meu anjo criança, o que foi?

Não temas!

Sou eu quem te pede,
Num sorriso de açucenas,

Adormecendo-te o sonho breve.

 

Jorge Humberto
(01/01/2004)
 


 Recomendo e aplaudo:

 

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