Número 51 - 17 de março de 2005

Poesia em foco

Actualizações O Poeta II

Na "Oficina do Poeta"

- Novo texto em Horizontes & Paralelos

- No Acaso da Poesia 4 novos poemas.
- Dueto com a poetisa
Manuela Baptista em A Festa da Poesia

Em "A Poesia Corre Solta"

- Na coluna Amigos & Poetas, letras S e J, a entrada da jovem poetisa Sandra Dias e novos textos do poeta José Valgode páginas 5 e 6.

- Novo trabalho de Simonna Cohen agora com página melhorada e de fácil navegação.




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Proseando

Olá, a meus amigos, muito bom dia.

Já há muito que venho falando disso e volto a referir-me
ao assunto, como coisa de extrema importância, embora
pareça de somenos.

Os poetas têm de se capacitar de uma coisa: a época do endeusamento, do inalcançável já lá vai. Mais do que nunca ele é agora do povo e para o povo. É escusado fugir desta directriz e, quem assim não cale, deixe de escrever. Vivemos tempos que se sobrepõem ao próprio tempo, as pessoas não param para olhar para dentro de si, muito menos para o que os rodeia, precisam que lhes mostremos caminhos viáveis e sonhos possíveis. Um poeta é um Homem, acima de tudo, um ser humano, que tem obrigatoriamente de descer ao seu eu mais próximo, desse seu ser Homem, e, ante as suas capacidades sensitivas e explicativas, mostrar-se compreensivo e atento, para com o seu semelhante, perder vaidades e propor-se aos demais.

Há alguns exemplos dessa vontade, que se mostra aqui na Internet, mas quando vemos certos e-mails, de conversas que pretendiam ser particulares, tornarem-se públicos, quando vemos que essas pessoas têm e tinham responsabilidades, que acreditavam nelas, e afinal são umas desbocadas, muito há ainda que está podre, neste nosso Mundo, tudo isso por pura vaidade, ponto assente.

Abraço, com um até sempre
Jorge Humberto




Janela da alma


E no róscio da manhã é que meus lábios adormecem
quais os teus a flor quando entristece


                                



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