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Por Sales/Japão
Sou uma pessoa que tenho crença, mas não religião, já pesquisei e frequentei diversas, e não optei por nem uma. Muitos fatos estranhos aconteceram na minha familia que não presenciei, mais nada me imprecionou como o que me aconteceu aos meus 10 anos de idade, eu morava em Natal-RN, no bairro do alecrim, em uma casa antiga ao lado de um posto de gasolina, nesta casa aconteu diversos acontecimentos estranhos, como sons no banheiro, portas fechando e abrindo, objetos caindo do comugol, rapidamente e de uma vez só, vozes de lamentos no interior da casa, até mesmo um poste elétrico de concreto caiu em cima da casa, por causa de um caminhão que estava abastecendo no posto ao lado, se moveu sozinho e desligado, bateu e derrubou o poste, mas avia um declínio do terreno, mas o caminhão podia se movimentar, até ai tudo bem, mais derrubar o poste de concreto e com o freio de mão ativado?. Bem mas vamos ao meu caso, Eu tinha o costume de brincar na sala de vizitas, que dava com a porta que a mesma dava para cauçada, aconteceu o fato aconteceu pela parte da tarde, estava brincando sentado ao chão com meus soldadinhos do forte apache, tinha montado todo o forte apache ao chão, e ficava lá, brincando descontraidamente por horas, quase todos os dias. E naquela tarde, estava tranquilo e descontraido, foi quando senti um mal estar, uma sensação horrivél de incomodo, sentia que alguêm estava me observando, já tinha acontecido isso antes, mas não era como antes, neste momento era muito forte, algo me veio no pensamento para levantar a cabeça em direção a porta, e la estava uma pessoa olhando diretamente em meus olhos, ele tinha cabelos grisalhos, sobrancelhas grossas, rugas acentuadas entre elas, delineando seu olhar frio e sombrio em mim, aparentava uns 70 anos, vestido uma camisa preta liza com botões, no momento era como aqueles filmes de suspense, que a câmera da um close rápido entre duas pessoas, você sente um peso em seus ombros, um calafrio sobindo das pernas até sua nuca, e te dar depois uma baita dor de cabeça, quando eu o vi com aquele olhar tenebroso sobre mim, foi automático, baixei a cabeça e com todo minha força sai correndo, até a cozinha onde estava minha mãe, quase sem conseguir falar, contei o ocorrido, minha mãe pensando se tratar de alguêm na porta de entrada querendo algo, foi até lá e eu atrás dela agado em seu vestido, viu que não tinha ninguêm e eu ensistir em ela olhar do lado de fora, mais ele não estava, só a vizinha que estava sentado na cadeira na porta de sua casa, então minha mãe perguntou se tinha vindo alguêm até nossa porta, ela respondeu que não, e que fazia horas que estava lá sentada olhando o movimento, minha mãe não deu muita importância ao que lhe falei, achou que era minha imaginação. Mas tarde ela ficou sabendo através do taberneiro, em uma manhã, quando foi comprar Augo, soube que o padeiro, que toda madrugada vinha entregar o pão, viu velas acesas e um caixão de defunto, e dentro um velho vestido todo de preto, e tudo estava justamente em nossa sala de vizitas, então perguntamos da vizinha que era moradora antiga da rua, se tinha morrido algum morrador antigo em nossa casa, ela disse sim e contou que por desejo do falecido que era viúvo, queria se enterrado de preto, depois disto, minha mãe començou a entender o porquer dos fatos estranhos, e foi procurar ajunda em um centro espirita Bezerra de Meneses e uma vez por semana eu também ia junto, por causa daquele dia não conseguia ficar mais só naquela casa, outros fatos estranhos aconteceram em minha vida, mais o primeiro agente nunca esquece, hoje tenho 38 anos e quando eu tiver 60 anos eu não esquecerei, daquele tarde.