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Por Alfredo Peracetta Junior
No mês de fevereiro de 1997 eu e meus amigos combinamos de
acampar na cidade de Cerro Azul PR. Nessa cidade eu e meu primo promoviamos
festas em um club da cidade e por esse motivo erámos bastente conhecidos pelas
pessoas da cidade, que era muito pequena, sem falar que faziamos o maior sucesso
com as meninas de lá, já que eramos de fora.
Voltando para o acampamento, eu, meu primo e dois amigos resolvemos combinar com
4 meninas da região para acamparmos num lugar chamado prainha, que era um rio
onde moradores da região costumavam se banhar.
Para chegar nesse lugar era necessário pegar uma trilha e andar aproximadamente
1 km mato á dentro para chegar no rio.
No dia do acampamento pegamos as meninas e fomos para o local era
aproximadamente 6 horas da tarde quando terminamos de armar as barracas na beira
do rio e começamos a beber, rir e namorar com as meninas.
Quando chegou a noite fizemos uma fogueira e começamos a contar casos e
historias de fantamas, quando as meninas já muito assustadas pediram para nós
pararmos. Foi então que o inesperado aconteceu, um vulto branco entre as
arvores vinha em nossa direção e já estava aproximadamente uns 10 metros de nós.
Eu achei no primeiro instante que poderia ser um assaltante pois não era
dificil saber que nós estavamos lá, mais eis a surpresa assustadora o homem
que aparentava uns 35 aos estava flutuando, todos ficamos estáticos,
paralizados com a aparição e com uma voz irônica ele diss - "Vocês não
devem ficar falando essas coisas, pois vocês não estão sós hoje(risos), digo
que vocês devem desmanchar as barracas da beira do rio e armar para cima do
barranco(risos) pois senão o inesperado ocorrerá.
Após aquele espectro sumiu e um choro incontido de desespero das meninas ocupou
o som do lugar. Nesse momento procurei manter a calma e fiz o que o espirito
pediu, armei as barracas para cima do barranco e cada casal entrou nas suas
barracas, onde passamos uma noite de horror constante, com urros, passos e todo
o tipo de coisas sinistras, foi a noite mais longa da minha vida e também a
mais assustadora.
Quando o dia finalmente amanheceu, o rio inesplicavelmente havia subido e
inundado o local onde anteriormente haviamos montado as barracas. Chamei os
outros e todos ficaram admirados e felizes pelo bom aviso do além.
Quando eram umas 10 horas da manhã resolvemos levantar acampamento e quando
caminhavamos já pela estrada principal paramos em uma venda, onde contamos o
acontecido para o dono da venda e o mesmo disse que a 30 anos um rapaz nessas
caracteristicas havia morrido afogado no local e que nós não eramos os únicos
a ter visto o mesmo, e disse que o local era realmente assombrado por mau espíritos
e que esse era um espirito bom, mais que não tinha paz.
E você ainda quer acampar na prainha?
Alfredo Peracetta Junior