Autodeterminação dos Povos

Solução para a paz mundial.

 

Por Rafael Medina

 

Estamos atravessando um período de turbulência em âmbito internacional, onde nações estão sendo sufocadas e oprimidas apenas por desejarem ser livres e donas do seu próprio destino.

Grupos que lutam pela libertação da palestina, uma causa nobre e verdadeira, como o Hamas e o Rezbollah são chamados de terroristas e se tornam vilões a nível internacional, devido à propaganda mundial manipulada e parcial.

Nós nos preocupamos muito com os rumos tomados, a nível mundial, nesses últimos meses (dizemos nesses últimos meses apenas por comodidade, pois na verdade esses rumos já são tomados há mais de seis décadas), pois vemos claramente que o país que desejar ser dono de si próprio sofrerá sanções e até mesmo, como vemos ultimamente, ofensivas militares. Tendo como exemplo o Iraque.

Em alguns paises árabes/muçulmanos notamos essa visão, onde seus lideres são chamados de tiranos, loucos, fanáticos, etc; o que justificaria  todos os ataques efetivados a esses paises e as milhares de mortes de civis inocentes, dentre eles mulheres e crianças.

Em paises como Iraque e Líbano a justificativa das sanções é que não há “democracia” e que esses paises são contra os “direitos humanos”, justificativas vazias de conteúdo que na verdade são pretextos (desculpas esfarrapadas) para o uso da força bruta contra países que não querem se curvar ao “governo mundial”.

Mas qual seria a justificativa a ameaça de sanções e as pressões internacionais impostas à Áustria a pouco tempo atrais? A resposta é que o que realmente incomoda os “donos do mundo” não é a falta de democracia, pois no caso da Áustria, é uma tentativa explicita de negar a vontade do povo austríaco que elegeu Joerg Haider democraticamente. O que realmente os incomoda é que um povo seja livre, independente, tenha vontade própria e amor à sua pátria, e que não escolha seus governantes apenas por interesses materiais e pessoais, mas sim por interesse de toda a coletividade. Em resumo, um governo que inconsciente ou conscientemente se coloque contra o plano de dominação mundial.

No Brasil o “nosso” governo infelizmente não é diferente da maioria dos governos do mundo, ou seja, é um governo marionete. O nosso presidente (como diria Enéas: “em bom português, ele é uma besta”), não passa de um boneco nas mãos dos donos do mundo, que não tardam em roubar nossas riquezas dia após dia, como uma sanguessuga que só larga sua vítima quando ela seca.

Quando o nosso país estiver sem nada, seremos jogados de lado e esquecidos. Nosso país se tornará um grande Haiti e a Amazônia terá se tornado “patrimônio da humanidade” nas mãos de uma minoria de hipócritas gananciosos e apátridas.

Se chegar o dia em que tivermos um governo que realmente represente os sagrados interesses de nossa pátria (se Deus quiser esse dia chegará), o que será que vai acontecer com o nosso país? Se o rumo dos acontecimentos não mudarem sofreremos sanções ou até invasões militares, apenas por defendermos os interesses brasileiros e as riquezas do solo pátrio.

É daí que surge a importância de um exercito forte e de sentimento de orgulho de ser brasileiro no povo, pois como estamos vendo nos acontecimentos atuais não é o respeito às outras culturas e povos ou às regras de moral que prevalecem. O que prevalece hoje são as regras de força, visivelmente executadas pelos Estados terroristas dos Estados Unidos, Inglaterra e Israel.

Enquanto existir política de sufocamento, vão existir revoluções, guerras, atentados terroristas e outros males à humanidade. Mas se os povos resolverem adotar a postura de respeito mutuo pelas diferentes culturas, pelos idiomas, pelas riquezas de cada pais, procurando resolver cada problema com soluções que não firam o orgulho de um povo por se encontrar em desvantagem material, que não imponham a verdade de um sobre a do outro pela força, se chegará a um melhor relacionamento internacional.

Mais uma vez apelamos para uma velha mensagem a anos reclamada por nacionalistas do mundo todo, principio consagrado no Direito Internacional (infelizmente só no papel), mas que é sufocado a ferro e fogo pelos dominadores do mundo: SOMENTE COM A AUTODETERMINAÇAO DOS POVOS SE ALCANÇARÁ A PAZ MUNDIAL.

Se essa mensagem um dia for compreendida e os povos despertarem para essa verdade, nós teremos uma chance de vivermos em um mundo bem menos turbulento que o atual, em um mundo muito mais justo e tranqüilo, em um mundo livre.

 

O BRASIL E O MUNDO PEDEM PAZ!!!