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Inversão de valores Por
Flávio Nicoliche
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O Brasil e o mundo estão passando por um período único
na história da humanidade. Um período de total inversão nos valores da
sociedade, conseguida através da mídia e dos porcos que as controlam. Inevitavelmente,
quando assistimos televisão, quando lemos jornais, quando ouvimos uma música
ou em qualquer outra forma de mídia, somos bombardeados por uma falsa
liberdade, que na verdade não passa de uma tentativa de banalizar nossas
mentes, para que aceitemos tudo o que eles querem nos impor. Quando
passa uma novela na TV onde um personagem é gay, a intenção não é
mostrar a realidade de um homossexual e que este, como um ser humano, deve
ser respeitado e ter seus direitos, mas sim impor-nos que o
homossexualismo é uma coisa normal e saudável, o que não é verdade. Quando
mostram dezenas de filmes cheios de adolescentes se drogando e depois vêm
com uma novela hipócrita mostrando uma situação tão exagerada e mal
feita – se uma mãe comparar o comportamento do seu filho com o
personagem vai achar que seu filho é um anjo, quando esse na verdade pode
estar se drogando desde a infância e os sintomas não serem aqueles –
eles não querem conscientizar as pessoas do mal que é a droga, mas
mostrar que são politicamente corretos, isto é, hipócritas! Quando
transmitem músicas de bandas como “É o Tchan” e diversos funks com
refrões do tipo “vai popozuda”, ou em programas como o “Show da
Xuxa”, onde as crianças ficam dançando e se vestindo como essas “dançarinas”
ou “apresentadoras”, não estão levando diversão para as crianças,
na verdade estão induzindo a sexualidade precoce nessas crianças. Quando
passam filmes e notícias de países como os EUA e os da Europa, sobre as
brigas raciais ou sobre medidas tomadas pelos governos desses países em
relação ao racismo, não querem que o racismo no Brasil diminua ou mesmo
acabe, o que eles querem é que nosso racismo, que infelizmente ainda
existe em nossa Pátria, seja como o deles, isto é, segregacionista. Um
racismo que segrega e divide as raças, tanto em bairros ou guetos, quanto
em bares, lojas, estilos musicais, escolas e faculdades, etc, quanto na própria
convivência pacifica entre elas. O racismo no Brasil existe sim, mas tem
características totalmente diferentes a essas. O preconceito do
brasileiro é muito mais social do que racial, e mesmo que o preconceito
racial exista, não se manifesta em formas violentas. Em que lugar do
Brasil aconteceram conflitos como os ocorridos na Califórnia na década
de 90, ou as constantes pancadarias entre europeus e imigrantes? O que
mais aparece na nossa sociedade, em relação ao racismo, é a injúria,
que é o ato de xingar ou ofender outra pessoa. Gostaria de saber onde
fica o índio nessa história de cotas raciais? Infelizmente,
a mídia e os governantes estão ganhando essa batalha! Cada vez mais o
povo brasileiro aceita a pederastia, o homossexualismo, as drogas, a
pornografia, a segregação racial, a sexualidade precoce de nossas crianças,
e com isso aumenta a discórdia entre o povo.
Durante passeata pela liberação das drogas, manifestantes
xingaram policiais e fumaram maconha no meio da rua. Porém o
“governo”do Estado do Rio (Benedita do PT) não considerou isso uma
apologia às drogas. Só
no mês de maio tivemos várias provas disso, onde no começo do mês
presenciamos uma passeata pela liberação da maconha, realizado no Estado
do Rio de Janeiro. Mais de 500 drogados se reunirão para pedirem o fim da
proibição da maconha, alegando que isso acabaria com o tráfico e com a
extorsão que eles sofrem dos policiais quando são flagrados com a droga.
Num ato de sanidade das nossas autoridades, esses “manifestantes”
(leia-se drogados) foram filmados pela Policia Civil para uma futura
investigação e abertura de processo por apologia às drogas. Porém essa
sanidade durou muito pouco, mas precisamente um dia, pois no dia seguinte,
o próprio chefe de gabinete da Policia Civil, delegado Pedro Paulo Pinho,
voltou atrás depois de uma ligação do novo Secretário de Segurança Pública,
Roberto Aguiar do PT, e disse: “Como delegado tenho de cumprir a lei,
mas tenho consciência de que a liberação das drogas seria o melhor
caminho contra a violência...” (Jornal do Brasil de 06/05/02). Essa
alegação de que a legalização acaba com o trafico ou com a violência,
no mínimo mal intencionada, mostra a falta de competência de nossa polícia
e de nossos governantes, que poderiam pelo menos ver exemplos anteriores,
ou mesmo ver o que acontece nos países que se utilizaram desse artifício
como a Holanda, onde a situação piorou tanto que vão voltar atrás
nessa estúpida forma de acabar com o tráfico e a violência. Se
não bastasse isso, o Presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso,
ergueu em pleno Palácio do Planalto a bandeira do movimento gay, no lançamento
do Programa Nacional de Direitos Humanos, que entre outras coisas tenta
aprovar o casamento de homossexuais e o direito aos transexuais de mudar
seu nome em documentos. Ao mesmo tempo foi lançada uma campanha publicitária
onde um “menino” fica triste porque brigou como o “namorado”.
Assinou também um decreto que institui cotas para negros na administração
pública, como já acontece nos assentamentos de terra e em algumas
faculdades públicas do país. Esse
tipo de lei ou decreto não passa de uma medida politicamente correta, com
a intenção de se auto declarar democrático e liberal.
Infelizmente
a mídia continua fazendo o que quer com a cabeça de nosso povo que, por
culpa de nossos governantes, não possui a menor capacidade de filtrar
esse tipo de coisa. Pra falar a verdade, nem as classes mais “instruídas”
de nossa sociedade possuem esse tipo de filtro, pois mesmo em nossas
fontes de conhecimento – as escolas e faculdades – essas aberrações
são aceitas com uma certa normalidade. Enquanto isso o tempo vai passando, o homossexualismo
vai se tornando uma coisa comum podendo inclusive casar entre eles, as
pessoas podem mudar de sexo oficialmente, e uma raça tem mais vantagens
que outras para “acabar” com o racismo. Em breve esses mesmos
homossexuais poderão adotar crianças inocentes e indefesas (lembrando
que basta ter dinheiro para adotar uma criança no Brasil), as drogas serão
liberadas e quem sabe, a pedofilia. Para que o rumo do Brasil seja este, basta levantarmos uma bandeira vermelha e gritarmos que somos politicamente corretos, liberais, democráticos, tolerantes e outras pérolas da ignorância. Mas se você não quer ver seus filhos usando drogas, crianças sendo adotadas por homossexuais, ou mesmo o ódio racial gerado por medidas segregacionistas que tiram o direito de uns para dar à outros; cuidado, pois você será taxado de nazista, fascista, tirano, ditador, etc, etc e etc... A ESCOLHA É SUA!!!!
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