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<title>Jornale Carbonario</title>
<link>http://br.geocities.com/carbonariosblog/blog.html</link>
<description></description>
<language>pt-BR</language>
<copyright>Copyright 2007</copyright>
<lastBuildDate>Wed, 25 Jul 2007 19:35:36 -0300</lastBuildDate>
<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 19:35:36 -0300</pubDate>
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<title>Landmarks</title>
<description>&lt;p&gt;
      A primeira vez em que se fez menção à palavra Landmark em Maçonaria foi 
      nos Regulamentos Gerais compilados em 1720 por George Payne, durante o 
      seu segundo mandato como Grão-Mestre da Grande Loja de Londres, e 
      adoados em 1721, como lei orgânica e terceira parte integrande das 
      Constituições dos Maçons Livres, a conhecida Constituição de Anderson, 
      que, em sua prescrição 39, assim, estabelecia:
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&amp;quot;XXXIX - Cada Grande Loja anual tem inerente poder e autoridade para 
      modificar este Regulamento ou redigir um novo em benefício desta 
      Fraternidade, contanto que sejam mantidos invariáveis os antigos 
      Landmarks...&amp;quot;
&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Os Landmarks, que podem ser considerados &amp;quot;constituição maçônica não 
      escrita&amp;quot;, longe de ser uma questão pacífica, se constituem numa das mais 
      controvertidas demandas da Maçonaria, um problema de difícil solução 
      para a Maçonaria Especulativa. Há grandes divergências entre os 
      estudiosos e pesquisadores maçônicos acerca das definições e 
      nomenclatura dos Landmarks. Existem várias e várias classificações de 
      Landmarks, cada uma com um número variado deles, que vai de 3 até 54.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Virgilio A. Lasca, em &amp;quot;Princípios Fundamentales de la Orden e los 
      Verdaderos Landmarks&amp;quot;, citado por Nicola Aslan em &amp;quot;Landmarques e Outros 
      Problemas Maçônicos&amp;quot;, dá a seguinte relação de compilações de 
      &amp;quot;Landmarks&amp;quot;:
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      3, para Alexander S. Bacon e Chetwode Crawley;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      6, para a Grande Loja de Nova York, que toma por base os capítulos em 
      que se dividem as Constituições de Anderson;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      7, para Roscoe Pound, a Grande Loja da Virgínia e o cubano Carlos F. 
      Betancourt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      9, para J. G. Findel;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      10, para a Grande Loja de Nova Jersey;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      12, para A. S. Mac Bride;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      15, para John W. simons e para a Grande Loja de Tennessee;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      17, para Robert Morris;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      19, para Luke A. Lockwood e a Grande Loja de Connecticut;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      20, para a Grande Loja Ocidental de Colômbia, com sede em Cali;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      25, para Albert Galletin Mackey e Chalmers I. Paton e ainda a Grande 
      Loja de Massachussets, a qual, embora só admitindo 8 Landmarks, estes 
      são iguais àqueles enunciados por Mackey;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      26, para a Grande Loja de Minnesota;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      29, para Henrique Lecerff;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      31, para o Dr. Oliver;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      54, para H. G. Grant e para a Grande Loja de Kentucky.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      As Potências Maçônicas latino-americanas, via de regra, adotam a 
      classificação de vinte e cinco Landmarks compilada por ALBERT GALLETIN 
      MACKEY.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Os Landmarks de Albert Galletin Mackey
&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      I - Os processos de reconhecimento são os mais legítimos e 
      inquestionáveis de todos os Landmarks. Não admitem mudança de qualquer 
      espécie; desde que isso se deu, funestas conseqüências posteriores 
      vieram demonstrar o erro cometido.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      II - A divisão da Maçonaria Simbólica em três graus - Aprendiz, 
      Companheiro e Mestre - é um Landmark que, mais que qualquer outro, tem 
      sido preservado de alterações apesar dos esforços feitos pelo daninho 
      espírito inovador.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      III - A lenda do terceiro grau é um Landmark importante, cuja 
      integridade tem sido respeitada. Nenhum rito existe na Maçonaria, em 
      qualquer país ou em qualquer idioma, em que não sejam expostos os 
      elementos essenciais dessa lenda. As fórmulas escritas podem variar, e 
      na verdade variam; a lenda do Construtor do Templo de Salomão, porém, 
      permanece em essência. Qualquer rito que a excluir ou a altere 
      substancialmente, deixará de ser um Rito Maçônico.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      IV - O Governo da Fraternidade por um Oficial que é seu presidente, 
      denominado Grão-Mestre, eleito pelo povo maçônico, é o quarto Landmark 
      da Ordem Maçônica. Muitos pensam que a eleição do Grão-Mestre se pratica 
      por ser estabelecida em lei ou regulamento, mas nos anais da 
      Instituição, escontram-se Grão-Mestres muito antes de existirem Grandes 
      Lojas, e se todos os Regulamentos e Constituições fosse abolidos, sempre 
      seria mister a existência de um Grão-Mestre.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      V - A prerrogativa do Grão-Mestre de presidir todas as reuniões 
      maçônicas, feitas onde e quando se fizerem, é o quinto Landmark. É em 
      virtude dessa lei, de antiga usança e tradição, que o Grão-Mestre ocupa 
      o Trono e preside todas as sessões da Grande Loja, assim como quando se 
      ache presente à sessão de qualquer Loja subordinada à autoridade 
      maçônica de sua obediência.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      VI - A prerrogativa do Grão-Mestre de conceder licença para conferir 
      graus em tempos anormais, é outro importantíssimo Landmark. Os estatutos 
      e leis maçônicas exigem prazos, que devem transcorrer entre a proposta e 
      a recepção do candidato, porém o Grão-Mestre tem o direito de dispensar 
      esta ou qualquer exigência, e permitir a Iniciação, a Elevação ou 
      Exaltação imediata.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      VII - A prerrogativa que tem o Grão-Mestre de dar autorização para 
      fundar e manter Lojas, é outro importante Landmark. Em virtude dele, o 
      Grão-Mestre pode conceder a um número suficiente de Mestres-Maçons o 
      privilégio de se eunir e conferir graus. As Lojas assim constituídas 
      chamam-se &amp;quot;Lojas Licenciadas&amp;quot;. Criadas pelo Grão-Mestre só existem 
      enquanto ele não resolva o contrário, podendo ser dissolvidas por ato 
      seu. Podem viver um dia, um mês ou seis. Qualquer que seja, porém, o 
      prazo de sua existência, exclusivamente ao Grão-Mestre a deve.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      VIII - A prerrogativa do Grão-Mestre de criar Maçons por sua deliberação 
      é outro Landmark importante. O Grão-Mestre convoca em seu auxílio seis 
      outros Mestres-Maçons, pelo menos, forma uma Loja e sem uma forma prévia 
      confere os graus aos candidatos, findo o que, dissolve a Loja e despede 
      os Irmãos. As Lojas asssim convocadas por este meio são chamadas &amp;quot;Lojas 
      de Emergência&amp;quot; ou &amp;quot;Lojas Ocasionais&amp;quot;.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      IX - A necessidade de se congregarem os Maçons em Lojas é outro 
      Landmark. Os Landmarks da Ordem prescrevem sempre que os Maçons deveriam 
      congregar-se com o fim de entregar-se a tarefas operativas e que às suas 
      reuniões fosse dado o nome de &amp;quot;Lojas&amp;quot;. Antigamente, eram estas reuniões 
      extemporâneas, convocadas para assuntos especiais e logo dissolvidas, 
      separando-se os Irmãos para de novo se reunirem em outros pontos e em 
      outras épocas, conforme as necessidades e as circunstâncias exigissem. 
      Cartas Constitutivas, Regulamentos Internos, Lojas e Oficinas 
      permanentes e contribuições anuais são inovações puramente moderna de um 
      período relativamente recente.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      X - O Governo da Fraternidade, quando congregada em Loja, por um 
      Venerável e dois Vigilantes é um outro Landmark. Qualquer reunião de 
      Maçons congregados sob qualquer outra direção, como, por exemplo, um 
      presidente e dois vice-presidentes, não seria reconhecida como Loja. A 
      presença de um Venerável e dois Vigilantes é tão essencial para a 
      validade e legalidade de uma Loja que, no dia de sua consagração, é 
      considerada como uma Carta Constitutiva.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XI - A necessidade de estar uma Loja a coberto, quando reunida, é outro 
      importante Landmark que não deve ser descurado. O cargo de Guarda do 
      Templo, que vela para que o local da reunião seja absolutamente vedado à 
      intromissão de profanos, independe, pois, de qualquer Regulamento ou 
      Constituição.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XII - O direito representativo de cada Irmão nas reuniões da 
      Fraternidade, é outro Landmark. Nas reuniões gerais, outrora chamadas 
      &amp;quot;Assembléias Gerais&amp;quot;, todos os Irmãos, mesmo os Aprendizes, tinham o 
      direito de tomar parte. Nas Grandes Lojas, hoje, só tem direito de 
      assistência os Veneráveis e Vigilantes, na qualidade, porém, de 
      representantes de todos os Irmãos das Lojas. Antigamente, cada Irmão se 
      auto-representava. Hoje são representados pelas Luzes de sua Loja. Nem 
      por motivo dessa concessão, feita em 1817, deixa de existir o direito de 
      representação firmado por este Landmark.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XIII - O direito de recurso de cada Maçon das decisões de sua Loja para 
      a Grande Loja, ou Assembléia Geral dos Irmãos, é um Landmark essencial 
      para a preservação da Justiça e para previnir a opressão.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XIV - O direito de todo Maçom visitar e tomar assento em qualquer Loja é 
      um inquestionável Landmark da Ordem. É o consagrado &amp;quot;Direito de 
      Visitação&amp;quot;, reconhecido e votado universalmente a todos os Irmãos que 
      viajam pelo orbe terrestre. É a conseqüência do modo de encarar as Lojas 
      como meras divisões da família maçônica.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XV - Nenhum Irmão desconhecido dos Irmãos da Loja pode a ela ter acesso 
      como visitante sem que primeiro seja examinado, conforme os antigos 
      costumes, e como tal reconhecido. Este exame somente pode ser dispensado 
      se o Irmão visitante for conhecido por algum Irmão da Loja, o qual por 
      ele será responsável.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XVI - Nenhuma Loja pode intrometer-se em assunto que diga respeito a 
      outra, nem conferir graus a Irmãos de outros Quadros.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XVII - Todo Maçom está sujeito às leis e aos regulamentos da jurisdição 
      maçônica em que residir, mesmo não sendo, aí, obreiro de qualquer Loja.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A inafiliação constitui, por si própria, uma falta maçônica.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XVIII - Por este Landmark, os cadidatos à Iniciação devem ser isentos de 
      defeitos ou mutilações, livres de nascimento e maiores. Uma mulher, um 
      aleijado ou um escravo não podem ingressar na Fraternidade.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XIX - A crença no GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO é um dos mais importantes 
      Landmarks da Ordem. A negação dessa crença é impedimento absoluto e 
      irremovível para a Iniciação.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XX - Subsidiariamente à crença em um ENTE SUPREMO, é exigida, para a 
      Iniciação, a crença numa vida futura.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XXI - Em Loja, é indispensável a presença, no Altar, de um LIVRO DA LEI, 
      no qual supõe-se, conforme a crença, estar contida a vontade do Grande 
      Arquiteto do Universo. Não cuidando a Maçonaria de intervir nas 
      peculiaridades da fé religiosa dos seus membros, o &amp;quot;Livro da Lei&amp;quot; pode 
      variar conforme o credo. Exige, por isso, este Landmark que um &amp;quot;Livro da 
      Lei&amp;quot; seja par indispensável das alfaias de uma Loja Maçônica.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XXII - Todos os Maçons são absolutamente iguais dentro da Loja, sem 
      distinção de prerrogativas profanas, de privilégios que a sociedade 
      confere.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A Maçonaria a todos nivela nas reuniões maçônicas.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XXIII - Este Landmark prescreve a conservação secreta dos conhecimentos 
      havidos pela Iniciação, tanto os métodos de trabalho como suas lendas e 
      tradições, que só devem ser comunicados a outros Irmãos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XXIV - A fundação de uma ciência especulativa, segundo métodos 
      operativos e uso do simbolismo e a explicação dos ditos métodos e dos 
      termos neles empregados com o propósito de ensinamento moral, constitui 
      outro Landmark.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A preservação da Lenda do Templo de Salomão é outro fundamento deste 
      Landmark.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      XXV - O último Landmark é o que afirma a inalterabilidade dos 
      anteriores, nada lhes podendo ser acrescido ou retirado, nenhuma 
      modificação podendo ser-lhes introduzida. Assim como de nossos 
      antecessores os recebemos, assim os devemos transmitir aos nossos 
      sucessores - Nolumus est leges mutari.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&amp;quot;Bons Primos Carbonários - IRMÃOS PARA SEMPRE!&amp;quot;
&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&amp;quot;Cuando los que mandan pierden la vergüenza, los que obedecen pierden 
      el respeto&amp;quot;&lt;/b&gt;
    &lt;/p&gt;</description>
<link>http://br.geocities.com/carbonariosblog/archives/07-01-2007_07-31-2007.html#38</link>
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<category>Artigos</category>

<category>Historia</category>

<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 19:35:30 -0300</pubDate>
</item>

<item>
<title>Mãe de vítima critica Lula em carta ao governo</title>
<description>&lt;p&gt;
      &lt;img align=&quot;left&quot; height=&quot;65&quot; src=&quot;http://br.geocities.com/carbonariosblog/media/compasa.gif&quot; width=&quot;64&quot;&gt;
      Adi Maria Vasconcellos Soares, mãe de Luís Fernando Soares Zacchini, 41 
      anos, uma das vítimas do acidente com o avião da TAM, há uma semana, 
      divulgou uma carta (veja íntegra abaixo) dirigida aos governantes e à 
      família brasileira, na qual critica a atitude do governo em relação ao 
      acidente.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Segundo ela, a tragédia já era prevista. Porém, o que mais lhe 
      surpreendeu foi a reação do presidente que ela considerou falsa e 
      classificou como um insulto. &amp;quot;Não pensei que teria de passar por mais um 
      insulto: ouvir a falsidade de um presidente, sob a forma de ensaiadas e 
      demagógicas palavras de conforto. Um texto certamente encomendado a um 
      hábil redator, dirigido mais à opinião pública do que a nossos corações, 
      ao nosso luto, às nossas vítimas.&amp;quot;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Luiz Fernando Soares Zacchini era diretor de planejamento e assessor 
      jurídico do Sindicato dos Técnicos-Científicos do Estado do Rio Grande 
      do Sul (Sintergs). Nascido em Uruguaiana (RS), morava em Canoas (RS) com 
      a mulher e o filho.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Veja a íntegra da carta:
&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;quot;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Aos governantes e à família brasileira, Perdi o meu único 
      filho.
&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&lt;i&gt;Ninguém, a não ser outra mãe que tenha passado por semelhante 
      tragédia, pode ter experimentado dor maior.
&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&lt;i&gt;Mesmo sem ter sido dada qualquer publicidade à missa que ontem 
      oferecemos à alma de meu filho, Luís Fernando Soares Zacchini, mais de 
      cem pessoas compareceram. Em todos os olhos havia lágrimas. Lágrimas 
      sinceras de dor, de saudade, de empatia. Meus olhos refletiam todos os 
      prantos derramados por ele, por mim, por seu filhinho, por sua esposa, 
      por todos parentes e amigos. Por todos os sacrificados na catástrofe do 
      Aeroporto de Congonhas.
&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&lt;i&gt;Há muito eu sabia que desastres aéreos iriam acontecer. Sabia que 
      os vôos neste país não oferecem segurança no céu e na terra. Que no 
      Brasil a voracidade de vender bilhetes aéreos superou o respeito à vida 
      humana. A culpa é lançada sobre um número insuficiente de mal 
      remunerados operadores aéreos ou sobre as condições das turbinas dos 
      aviões. Um Governo alheio a vaias é responsável pelo desmonte de uma das 
      mais respeitáveis e confiáveis empresas aéreas do mundo, a VARIG, em 
      benefício da TAM, desde então, a principal provedora de bilhetes pagos 
      pelo Governo. Que a opinião pública é desviada para supostos erros de 
      bodes expiatórios, permitindo aos ambíguos incompetentes que nos 
      governam continuarem sua ação impune. Que nossos aeroportos não têm 
      condições de atender à crescente demanda de vôos cujo preço é o mais 
      caro do mundo. Quando os usuários aguardam uma explicação, à falta de 
      respeito ao cidadão juntam-se o escárnio e a cruel vulgaridade de uma 
      ministra recomendando aos viajantes prejudicados que relaxem e gozem. 
      Assuntos de alcova não condizentes com a reta postura moral e respeito 
      exigidos no exercício de cargos públicos. Assessores do presidente deste 
      país eximem-se da responsabilidade e do compromisso com a segurança de 
      nosso povo exibindo gestos pornográficos. Gestos mais apropriados a 
      bordéis do que a gabinetes presidenciais. Ao invés de se arrependerem de 
      uma conduta chula, incompatível com a dignidade de um povo doce e amável 
      como o brasileiro, ainda alardeiam indignação, único sentimento ao 
      alcance dos indignos. Aqueles que deveriam comandar a responsabilidade 
      pelo tráfego aéreo no Brasil nada fazem exceto conchavos. Aceitam as 
      vantagens de um cargo sem sequer diferenciarem caixa preta de sucata. 
      Tanto que oneraram e humilharam o país ao levar o material errado para 
      ser examinado em Washington. Essas são as mesmas autoridades agraciadas 
      com louvor e condecorações do Governo em nome do povo brasileiro, 
      enquanto toda a nação, no auge de sofrimento, chorava a perda de seus 
      filhos.
&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&lt;i&gt;Tudo isto eu sabia. A mim, bastava-me minha dor, bastava meu 
      pranto, bastava o sofrimento dos que me amam, dos que amaram meu filho. 
      Nenhum choro ou lamento iria aumentar ou minorar tanta tristeza. Dores 
      iguais ou maiores que a minha, de outras mães, dos pais, filhos e amigos 
      dos mortos necessitam de consolo. A solidariedade e amor ao próximo 
      obrigam-nos a esquecer a própria dor.
&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&lt;i&gt;Não pensei, contudo, que teria de passar por mais um insulto: 
      ouvir a falsidade de um presidente, sob a forma de ensaiadas e 
      demagógicas palavras de conforto. Um texto certamente encomendado a um 
      hábil redator, dirigido mais à opinião pública do que a nossos corações, 
      ao nosso luto, às nossas vítimas. Palavras que soaram tão falsas quanto 
      a forçada e patética tentativa que demonstrou ao simular uma lágrima. 
      Não, francamente eu não merecia ter de me submeter a mais essa provação 
      nem necessitava presenciar a estúpida cena: ver o chefe da nação 
      sofismar um sofrimento que não compartilhava conosco.
&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhores governantes: há dias vejo o mundo através de lágrimas 
      amargas mas verdadeiras. Confundem-se com as lágrimas sinceras e puras 
      de todos os corações amigos. Há dias, da forma mais dolorosa possível, 
      aprendi o que é o verdadeiro amor. O amor humano, o Amor Divino. O amor 
      é inefável, o amor é um sentimento despojado de interesse, não recorre a 
      histriônicas atitudes políticas.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Não jorra das bocas, flui do coração!
&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;E que Deus nos abençoe!
&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Adi Maria Vasconcellos Soares
&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;Porto Alegre, 21 de julho de 2007.&amp;quot;
&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;</description>
<link>http://br.geocities.com/carbonariosblog/archives/07-01-2007_07-31-2007.html#37</link>
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<category>Artigos</category>

<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 21:12:12 -0300</pubDate>
</item>

<item>
<title></title>
<description>&lt;p&gt;
      Q:.Q:.H::H::
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Nos ha llegado circular del &lt;b&gt;Gran Maestro de la Gran Logia de Chile 
      comunicando que el 22 de mayo&lt;/b&gt; pasado se inauguró el sitio Web &lt;a href=&quot;http://www.ilec.cl&quot;&gt;www.ilec.cl&lt;/a&gt; 
      de ILEC, &lt;b&gt;Instituto Laico de Estudios Contemporáneos&lt;/b&gt;.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      En este sitio se puede ver noticias, información y temas relacionados 
      con la defensa de los principios del laicismo, el libre pensamiento y la 
      libertad de conciencia, temas de real trascendencia laica y filosófica 
      que van en perfecta armonía con nuestros valores.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Investigaciones, libros, noticias, ensayos, seminarios, opiniones, 
      documentos, diplomados, cursos, revistas, publicaciones y otras 
      informaciones, hacen de este sitio Web una herramienta inmejorable en la 
      difusión de nuestros principios laicos y humanistas, insertando a 
      nuestras instituciones en un lugar de avanzada en el perfeccionamiento 
      meliorístico del hombre y la sociedad.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Espero que esta página sea un aporte para los hermanos de esta lista. 
      Debemos de estar a la altura de estos tiempos y hacer uso de este 
      elemento, que es Internet, para difundir nuestros principios, en 
      especial a la juventud quienes son los que más necesitan de una 
      educación ética y laica que fundamente la cultura de nuestros países.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Un TAF
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Axel Darrouy V.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      R:.L:.Bernardo O’Higgins N&amp;#186; 79
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Valle de Santiago
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Chile
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      M:.M:.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      
    &lt;/p&gt;</description>
<link>http://br.geocities.com/carbonariosblog/archives/06-01-2007_06-30-2007.html#36</link>
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<category>Artigos</category>

<category>Colunistas</category>

<category>Comunicação</category>

<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 19:23:42 -0300</pubDate>
</item>

<item>
<title>São João, Nosso Padroeiro... </title>
<description>&lt;p&gt;
      Desde que surgiram as primeiras associações de oficio organizadas hoje, 
      englobadas sob o rótulo geral de &amp;quot;Maçonaria Operativa&amp;quot;, ou &amp;quot;Maçonaria de 
      Ofício&amp;quot; cada ofício tinha o seu padroeiro.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A primeira organização de que se tem noticia, é a dos &amp;quot;Collegia 
      Fabrorum&amp;quot;, criados em Roma, no século VI a.C., por necessidade oriunda 
      da atividade bélica: era a época em que as legiões romanas espalhavam-se 
      pelo mundo conhecido, em sua ânsia conquistadora, destruindo, com a 
      guerra, as povoações conquistadas. Os &amp;quot;collegiati&amp;quot; seguiam os 
      legionários, para reconstruir o que fosse destruído por estes.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A principio, os patronos dos ofícios eram os deuses do panteão 
      greco-romano que a Igreja, depois, chamaria de &amp;quot;pagãos&amp;quot; havendo, 
      posteriormente, já na era cristã, a adoção de outros padroeiros. Com o 
      declínio dos &amp;quot;collegiati&amp;quot; , após a queda do Império Romano do Ocidente, 
      os ofícios passaram para o domínio exclusivo da Igreja, com as 
      Associações Monásticas, que, evidentemente, buscavam seus protetores 
      entre os santos e, principalmente, entre os mártires da Igreja.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Com a evolução dos ofícios, os frades passaram a ensiná-los a leigos, 
      que se colocavam sob a sua proteção, dai surgindo, no século XI, as 
      Confrarias, que, embora formadas por mestres leigos, sofriam forte 
      influência do clero católico, do qual aprenderam a arte da arquitetura e 
      o cunho religioso dado aos trabalhos. Quase na mesma época surgiam as 
      Guildas, que eram, inicialmente, entidades simplesmente religiosas, 
      passando, a partir do século XII, a formar corpos profissionais. Tanto 
      as Confrarias quanto as Guildas, pela influência religiosa, mantinham o 
      hábito do culto a protetores dos ofícios.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Deve-se considerar, também, por essa época, o &amp;quot;Compagnonnage&amp;quot; , criado 
      pelos Templários, para o serviço em suas distantes comendadorias do 
      Oriente. Cada um dos ofícios que compunha o &amp;quot;Compagnonnage&amp;quot; também 
      possuía o seu santo protetor: São José, para os carpinteiros, Sant’ Ana, 
      para os marceneiros, Santo Eloi, para os ourives, Santa Bárbara, para os 
      telhadores, a Assunção, para os pedreiros e canteiros, etc.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Só depois do século XII é que surgiria a organização profissional por 
      excelência, que foi a dos Ofícios Francos, ou Franco-Maçonaria. A 
      palavra &amp;quot;franco&amp;quot;, na Idade Média, designava não só o que era livre, em 
      oposição ao servil, mas, também, todos os indivíduos, ou todos os bens 
      que escapavam às servidões e direitos senhoriais. Os Ofícios Francos 
      eram formados por grupos privilegiados de artesãos, desligados dos 
      feudos, das obrigações e das imposições dos poderes real e feudal e com 
      liberdade de locomoção. Esses grupos, dedicados à arte de construir, 
      tinham os seus privilégios concedidos e garantidos pela Igreja, que era 
      o maior poder da época, fazendo com que eles fossem bastante apegados a 
      ela, aos seus santos e aos princípios religiosos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Estas corporações de ofício costumavam comemorar, festivamente, o início 
      do verão e o do inverno, ou seja, as datas solsticiais, ou solstícios. 
      Solstício é a época do ano na qual o Sol, tendo-se afastado do equador o 
      mais possível, parece estacionar, durante alguns dias, antes de tomar a 
      se aproximar daquela linha. Os solsticios, portanto, ocorrem quando o 
      Sol atinge suas posições mais afastadas do equador terrestre, havendo os 
      de verão e de inverno. Para os habitantes do hemisfério sul da Terra, o 
      solstício de verão ocorre quando o Sol atinge sua posição mais austral 
      (meridional, sul) e, o de inverno, quando ele atinge sua posição mais 
      boreal (setentrional, norte).
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O solstício de inverno, no hemisfério sul, ocorre a 21 de junho, 
      enquanto que o de verão acontece, a 21 de dezembro, invertendo-se no 
      hemisfério norte, onde o de verão é a 21 de junho e o de inverno a 21 de 
      dezembro. Por influência da Igreja, mentora das corporações, essas datas 
      solsticiais acabaram se confundindo com as datas dedicadas a São João, o 
      Batista (24 de junho) e São João, o Evangelista (27 de dezembro), que 
      não são exatamente as mesmas dos solstícios. E, graças a isso, os dois 
      São João foram considerados os patronos das corporações, hábito que 
      chegou, em alguns casos, à Maçonaria dos Aceitos (por ser formada por 
      homens não ligados à arte de construir, mas aceitos pelos operativos), 
      também chamada de &amp;quot;Especulativa&amp;quot; .
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Esclareça-se, entretanto, que não é em todos os ritos teístas que isso 
      acontece. Para a Maçonaria inglesa, por exemplo, a grande festa maçônica 
      é a de São Jorge, padroeiro da Inglaterra.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Para os ritos adogmáticos, como o Moderno, ou Francês, não há 
      padroeiros, já que o rito, em respeito à concepção metafísica de cada 
      maçom, evita símbolos religiosos. O Grande Oriente da França, que criou 
      a Palavra Semestral, em 1777, e que implantou o dogmatismo e sem 
      imposição de crenças, continua a considerar as exatas datas solsticiais, 
      para a emissão da Palavra.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Pode-se notar, também, que, quando se fala, nos demais ritos teístas, 
      como o Escocês, em &amp;quot;S. João, nosso padroeiro&amp;quot;, a referência não é a 
      apenas um, mas a dois santos da Igreja Católica: o S. João Batista e o 
      S. João Evangelista.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Batista, filho de Zacarias e Isabel, foi o precursor de Jesus, 
      anunciando a vinda do Messias e batizando-o, no rio Jordão. Segundo o 
      que consta nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, seus pais já eram 
      velhos quando o conceberam, por graça divina; já adulto, pregou, ao 
      povo, a penitência, para a espera do Messias, vivendo, ele mesmo, uma 
      vida austera, no deserto, alimentando- se de gafanhotos e mel silvestre.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Anatematizou Herodes e foi encarcerado por este. Depois, Herodias, 
      amante de Herodes, mandou que sua filha, Salomé, exigisse, dele, a 
      cabeça do João Batista, que acabaria, então, sendo degolado, no ano 28 
      ou 29 da era atual.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Evangelista, filho de Zebedeu, foi, como seu irmão Tiago, um dos 
      apóstolos de Jesus (na realidade, os chamados apóstolos eram membros de 
      uma confraria, muito comum entre os hebreus e chamada, em hebraico, de 
      &amp;quot;shaburá&amp;quot; sendo, os seus membros, os &amp;quot;shaberim&amp;quot;). Foi autor de um 
      Evangelho (o Evangelho do Espírito), o Apocalipse e três Epístolas. Era 
      um dos companheiros constantes de Jesus e um dos preferidos por ele. Foi 
      o primeiro a reconhecê-lo ressuscitado na Galiléia. Depois do ano 58, 
      instalou-se em Éfeso, de onde continuou sua pregação, tendo sido o 
      último apóstolo a morrer, no fim do primeiro século da era cristã, sob o 
      reinado de Trajano.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Em homenagem ao S. João Batista é que as Lojas do Rito Escocês (como de 
      outros ritos) dizem-se &amp;quot;Lojas de S. João&amp;quot;. E é em homenagem ao 
      Evangelista, que TRADICIONALMENTE RITO ESCOCÊS abre o Livro da Lei 
      Sagrada NO EVANGELHO DE SÃO JOÃO, capítulo 1, versículos 1 a 5, que 
      mostram o triunfo da Luz sobre as trevas, texto básico PARA O GRAU DE 
      APRENDIZ e que diz o seguinte:
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;quot;No Princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era 
      Deus. Ele estava no Principio com Deus. Todas as coisas foram feitas por 
      Ele e sem Ele nada existiria. Nele estava a Vida e a Vida era a Luz dos 
      homens. A Luz resplandece nas trevas e as trevas não a compreenderam&amp;quot;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Esse texto, que tem tudo a ver com o grau de Aprendiz Maçom, pois este, 
      simbolicamente, veio das trevas, para procurar a Luz, acabou sendo, no 
      Brasil, injustificadamente, substituído pelo salmo 133, da Fraternidade, 
      que é um texto aplicável a toda a escala do rito e não especificamente 
      ao grau de Aprendiz.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O Rito Adoniramita também homenageia o Evangelista, abrindo o Livro, no 
      grau de Aprendiz, no Evangelho de S. João, capitulo 1, versículos 6 a 9:
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &amp;quot;Houve um homem enviado por Deus, que se chamava João. Este veio por 
      testemunha, para dar testemunho da Luz, afim de que todos cressem por 
      meio dela. Ele não era a Luz, mas veio para que desse testemunho da Luz. 
      Era a Luz verdadeira, que alumia a todos os homens, que vem a este 
      mundo. &amp;quot;
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Nos demais ritos teístas praticados entre nós, isso não ocorre: no Rito 
      de York, o Livro das Sagradas Escrituras é simplesmente aberto em 
      qualquer trecho (pois não há uni obrigatório); no Rito Schroeder ele 
      está presente, mas permanece fechado; e, no Rito Brasileiro, com base no 
      Escocês deturpado praticado no Brasil, a abertura é no salmo 133.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;i&gt;&lt;b&gt;A representação simbólica dos solstícíos deve estar presente nos 
      templos, no CÍRCULO ENTRE PARALELAS TANGENCIAIS E VERTICAIS. Este sugere 
      que o Sol não transpõe os trópicos, recordando, ao maçom, que a 
      consciência religiosa de cada obreiro é de foro íntimo e portanto 
      inviolável. Além da representação dos solstícios — inicio do verão e do 
      inverno — as duas paralelas representam os trópicos de Câncer e de 
      Capricórnio, em todos os ritos teístas representam também, Moisés e o 
      Rei Salomão, o primeiro porque instituiu a Lei de Deus (o decálogo) e 
      erigiu o Tabernáculo, e o segundo porque construiu o templo de 
      Jerusalém. No Rito Escocês principalmente, as paralelas tambem 
      SIMBOLIZAM O S. JOÃO BATISTA E O S. JOÃO EVANGELISTA.
&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;i&gt;&lt;b&gt;Na Carbonária, o santo padroeiro é São Theobaldo, o protetor dos 
      Carvoeiros e que ficou designado pelos Florestais como o seu santo de 
      referência e crença, tendo o mesmo papel para a Ordem dos Carbonários, 
      que São João Batista para os Pedreiros.
&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
       
    &lt;/p&gt;</description>
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<category>Artigos</category>

<category>Historia</category>

<category>Liturgia</category>

<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 19:21:02 -0300</pubDate>
</item>

<item>
<title>Na Zona Rural Venezuelana, Terra Muda de Mãos à Força</title>
<description>&lt;p&gt;
      &lt;b&gt;The New York Times
&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      URACHICHE, Venezuela - O presidente Hugo Chávez está executando o que 
      poderá se tornar a maior redistribuição forçada de terras na história da 
      Venezuela, construindo vilas agrícolas utópícas para os invasores, 
      gastando dinheiro em novas cooperativas e enviando tropas de comando do 
      exército para supervisionar propriedades confiscadas em seis estados.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Os partidários de Chávez formaram milhares de cooperativas estatais para 
      confiscae fazendas e ranchos de criação de gado de proprietários 
      particulares. Os donos das terras dizem que a compensação é difícil de 
      obter. Autoridades locais descrevem a apreensão das terras como pedras 
      para construir &amp;quot;a estrada para o socialismo&amp;quot;.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;b&gt;&amp;quot;Isto é terrorismo agrário encorajado pelo Estado&amp;quot;&lt;/b&gt;, 
      disse Fhandor Quiroga, proprietário de terras e líder da câmara de 
      comércio de Yaracuy, indicando as dezenas de seqüestros de 
      latifundiários por gangues armadas nos últimos dois anos.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      O governo diz que o objetivo da reocupação nacional é fazer melhor uso 
      de terras improdutivas e tornar a Venezuela menos dependente da 
      importação de alimentos. Novas leis permitem que os sem-terra gerenciem 
      e cultivem terras que agora pertencem ao governo.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Antes do início da reforma agrária em 2002, cerca de 5% da população 
      possuía 80% das propriedades privadas do país. O governo afirma que 
      agora ocupou mais de 3,4 milhões de acres e realocou mais de 15 mil 
      famílias.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Trabalhadores agrícolas pobres e moradores desempregados da cidade que 
      invadiram terras no local estão cheios de otimismo, e os ricos 
      latifundiários cheios de raiva. Nos subúrbios da cidade de Urariche, por 
      exemplo, está a Fundo Bella Vista, comunidade agrícola inagurada por 
      Chávez durante um episódio transmitido por seu programa de televisão em 
      abril.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      A Bella Vista é uma das 12 &amp;quot;cidades comunais&amp;quot; que Chávez planeja 
      construir neste ano. Possui limpos corredores com casas idênticas de 
      três quartos para 83 famílias, sala de leitura, estação de rádio, um 
      prédio com serviço de internet banda larga gratuito, escola e uma praça 
      com o busto de Simon Bolívar, herói nacional da Venezuela.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Com o financiamento de bancos estatais, a cooperativa planta mandioca, 
      milho e feijão, melhor adaptados ao solo daqui do que a cana de açúcar, 
      dizem oficiais em Caracas. Ao queimar cana durante as invasões, os 
      sem-terra preparam o solo para outras plantações e dão aos proprietários 
      menos incentivo para lutar por controle. O governo estadual e federal 
      têm a Bella Vista como exemplo do fervor ideológico que Cháves tenta 
      incutir na zona rural.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Mas enquanto as recém-inaguradas comunidades agrícolas estão eufóricas, 
      os proprietários de terras permanecem tensos. Economistas dizem que a 
      reforma agrária poderá surtir efeito oposto ao pretendido por Chávez, e 
      tornar o país mais dependente de alimentos importados do que antes. As 
      incertezas e divisões das ocupações de terra levaram à diminuição dos 
      investimentos por alguns fazendeiros. A produção de certos tipos de 
      alimentos ficaram relativamente baixas, causando a carência de certos 
      ítens como açúcar, dizem os economistas.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      Simon Romero
    &lt;/p&gt;</description>
<link>http://br.geocities.com/carbonariosblog/archives/06-01-2007_06-30-2007.html#34</link>
<guid>http://br.geocities.com/carbonariosblog/archives/06-01-2007_06-30-2007.html#34</guid>

<category>Artigos</category>

<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 19:23:57 -0300</pubDate>
</item>

<item>
<title>Belo Trabalho...</title>
<description>&lt;p&gt;
      Impressionante trabalho exotérico e filosófico, mas também Alquímico, no 
      link abaixo.
    &lt;/p&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;a href=&quot;http://www.triplov.com/Coloquio_07/Antonio-de-Macedo/Introducao.htm&quot;&gt;http://www.triplov.com/Coloquio_07/Antonio-de-Macedo/Introducao.htm&lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;</description>
<link>http://br.geocities.com/carbonariosblog/archives/06-01-2007_06-30-2007.html#33</link>
<guid>http://br.geocities.com/carbonariosblog/archives/06-01-2007_06-30-2007.html#33</guid>

<category>Artigos</category>

<category>Comunicação</category>

<pubDate>Sun, 10 Jun 2007 15:22:40 -0300</pubDate>
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