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Mombojó – com um site e um CD assim, quem precisa de ácido? | ||||||||||||
Por Gisele Navarro | ||||||||||||
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No ano passado, acho que no mês de abril, decidimos qual seria o tema de nosso trabalho de conclusão de curso. Estávamos em nosso point decadente, o bar Oásis, na Prainha Paulista. Até que a Kaiser Summer proporcionou algumas associações de idéias. 1- o trabalho teria que ser sobre um tema divertido 2- eu e Fabi queríamos conhecer Recife 3- a Vânia louca-da-panela já tinha nos oferecido hospedagem uma vez 4- a Larissa conhecia um povo lá na cidade Logo, sob esse contexto favorável, porque não fazer um livro reportagem sobre o manguebeat? Juntaríamos o útil ao agradável. Praia, pessoas diferentes, baladas desconhecidas, e um pouco de trabalho. No final das contas, descobrimos que a coisa não era bem assim. Quase não vimos a cara das praias, ficávamos entrevistando o povo o tempo todo. Ao perseguir alguns músicos (do grupo dos que se achavam – pois é, essa classe de homem existe em todo o país) para tirar fotos e marcarmos entrevistas, chegamos a ser confundidas com groupies enlouquecidas. Isso sem contar que nossa primeira “anfitriã” revelou-se uma roubada. Saímos de lá depois de eu quase morrer eletrocutada no chuveiro, acusada de destruidora de lares (no sentido de coisas materiais). Pois é, não foi fácil. E ainda havia os tambores, que perseguiam meus ouvidos. Eu não agüentava mais ouvir os benditos. Até que conhecemos o Mombojó, banda pós-mangue que não tem esse lance percussivo (que em excesso enche o saco, como tudo, né), e associa o som experimental a letras absolutamente viajantes. E, depois que os entrevistamos, vimos que eles eram viajantes mesmo. Aliás, em relação às letras, o China tinha falado que “O Baú” era inspirado no Chapolin Colorado, conforme os meninos do Mombojó lhe disseram. Cara, se alguém achar alguma influência do Chespirito (é assim que se escreve? Tô ficando velha ou preciso conversar mais com a facção de pessoas que julga esse lance de Chapolin uma coisa cult) naquele texto, me avisa! Já tínhamos baixado uns mp3, bem legais, e depois ouvimos o cd demo. E agora eles lançaram o site www.mombojo.com.br, que tem o novo cd, “Nada de Novo”, completo pro povo sem grana (no qual me incluo) baixar! Além disso, tem fotos toscas de bastidores, letras, ficha técnica e crítica do Renato L (DJ e jornalista, um dos caras que fizeram os tais manifestos mangue). O blog é a maior viagem, também, e conta com dicas de sites e música – além de mais fotos toscas. E o design! Cheio de vaginas estilizadas desenhadas pela mulher do produtor... Pô, só... Ah, eu tava reclamando das percussões num momento de revolta. Tem outras bandas boas de monte, mas se eu falar num texto só, não vai sobrar assunto, né? A gente ouviu o CD do DJ Dolores e Orchestra Santa Massa até a exaustão, a Lari curte uma coisa Eddie... Ah, mil coisas! |
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