O Começo
Dana Squilo é a agente mais "não compreendida" do FBI. Ela
acredita em óvnis, discos voadores, ter o que assistir de bom na TV em
finais de semana, termino das aulas, que as bandas pop um dia desaparecerão
ou se tornaram mais dignas, etc. Uma infinidade que coisas que só
fazia com que seus superiores não a demitissem pelo simples fato
de ela ser concursada (coisas da lei) e de conseguir achar rumos (as vezes
duvidosos) para quase todos os casos...quase todos porque ela ainda se
torturava com a idéia de que sua irmã havia sido abduzido
por alienígenas que estavam pesquisando a vida terrena.
As teorias de Squilo preocupavam o alto-escalão da KGB, do FBI,
da PM de SP, da PM do RJ, dos agentes da realeza, da marinha, etc. Muita
gente a queria fora, ou ao menos controlada, Walter Skinner - seu supervisor
- teria que tomar algumas medidas...
Sexta,
14:01 - prédio do FBI
Skinner tentava contar a Squilo o que estaria por vir, enquanto isso a
agente andava de um lado para o outro da sala se recusando a acreditar:
- Veja meu caso Squilo, é mais dif&ícil para mim do que para
você.
- Com certeza, os chefes sempre dizem issoo! Mas não será
você quem terá alguém supervisionando o seu trabalho
e dizendo aos superiores que você é completamente pirada.
Nisso, é claro, ele tentará achar para vocês uma forma
de me mandar embora daqui?
- Se acalme, não é assim. O agente que te ajudará
não é uma pessoa assim.
- Skinner, você acha que um mée;dico pode ajudar em algo numa
investigação federal? Eles fazem a autópsia e pronto!
Acabou! O trabalho deles vem depois do nosso...
Alguns minutos de bate-papo (nada amigável) depois, Squilo desce
para sua sala no subsolo do FBI, enquanto Skinner recebe o novo agente.
- Bem, o senhor tem boas recomendaç;ões. Acho que não
terá problemas em fazer os relatórios da agente Squilo.
- Certamente senhor.>
O agente era ninguém mais, ninguém menos que Joe Perry. (nota:
Ok, mas como isso é tipo "Arquivo X" ele será Joe Perry,
tá? Eu sei também que a médica seria a mulher e que
o agente seria 'o' investigado, mas ficaria muito previsível para
excess, x-philes, shippers, half, etc. Na verdade eu nem sei porque tantos
nomes diferentes só para se nomear "fãs de Arquivo X").
Retornando ao texto:
Joe Perry é levado pela secretária de Skinner (nota: você
certamente deve ter reparado esse cara no clipe "Janie's Got A Gun"!! Sim
ele é o detetive, foi por isso que não o tirei da trama,
eheheh). Ela o leva até o subsolo, para a sala de Squilo.
- Senhor, essa é a sala de Squilo.<
- No subsolo?
- Sim senhor, ela trabalha com casos n&atiilde;o aceitos pelo FBI. Espero
que tenha sorte.
- Muito obrigado, acho que vou precisar....de um pouco, pelo menos.
Perry bate na porta e ouve um "Não entre" lá de dentro. Mesmo
assim ele entra.
- Olá, sou o agente Joe Perry, sereei seu parceiro senhora Squilo.
Ela olha ele de cima a baixo, de baixo para cima, etc...Ela dá uma
boa olhada no cara! E apesar de contente pelo gato que está a sua
frente, ela tem que parecer não gostar da situação...pois
na verdade ninguém gosta de alguém (mesmo lindo) investigando
seus passos, não é?
- É senhorita Squilo...Pois bem, Peerry, qual sua função
aqui?
- Skinner disse que devo auxiliá-la.
- De que forma?
- Deverei proceder com a verdade em cada uuma das investigações,
e não distorcer fatos culpando o governo ou ETs...
- Vai ri...A verdade pode estar no espa&cccedil;o!
- Não seria "A verdade está lá fora"?
- Só se você quiser que o Chrris Carter nos processe...
- Ok, desculpe. Voltemos para a cena.
- Bem, eu não preciso de ningu&eacuute;m correndo atrás de mim 24
horas por dia agente Perry.
Domingo,
17:04 - ainda no subsolo do Bureau...
Algum tempo depois...tempo suficiente para eles se enturmarem (acho que
até demais).
Squilo se levanta com alguns papéis, e antes que possa mandá-lo
ficar lá ele já está atrás dela.
- Como me livro de você?
- Sou seu parceiro, não se livrar&aaacute; de mim tão cedo.
- Está bem...O Skinner disse que &eeacute; uma temporada não
é?
- Sim.
- Depois posso ficar livre?
- Certamente.
- Maravilhoso!
- Onde vamos?
- Investigar um caso, onde mais?
- Ah sim...é um caso do Arquivo A?<
- Sim, temos que economizar letras, at&eaccute; chegar ao X custaria bem
caro...O que se passa é: uma garota foi encontrada morta em uma
estrada que liga a capital a...
- Tá vai ao caso logo, eu nã;o quero saber que é a
rodovia interestadual a qual você está se referindo.
- Joe?
- O que?
- A mau humorada sou eu...
- Mas você é a Dana Scully e eu o Fox Mulder, o mau humorado
sou eu.
- Não, Joe lembra-se que invertemoss?
- Ah é, foi mau Dana...
- Acontece...
Os dois agentes vão até a cena do crime.
Domingo,
20:00 - estrada interestadual
Dana está dirigindo enquanto Perry lê o caso (nota: ok, eu
vou tirar carteira esse ano, mas também não tô no FBI
ainda...nem o Joe, então não custa fantasiar mais um pouquinho).
Joe se pega com uma pergunta tremendamente difícil de se fazer a
Dana...
- Dana, eu...preciso lhe perguntar algo?/font>
- Ahã, pode dizer - responde ela seem prestar muita atenção.
- É algo sobre nós...>
- Nós?! - ela de repente estáe; ouvindo tudo que ele diz -
Nós o que? Esse é o primeiro episódio, Mulder e Scully
só começam a sacar que gostam um do outro a partir da quinta
temporada, mais ou menos, Perry.
- Eu sei, não é isso.>
- Então o que é?
- É que a Scully tem um namorado, qque depois é morto...se
é que me lembro bem...
- É eu lembro que ela tinha, mas n&ão sabia que ele tinha
sido morto.
- Eu acho que foi.
- E qual é a pergunta?
- Se eu faço ela e você faz oo Mulder, significa que eu tenho
uma namorada e que...
- Fala homem! Não me mate de curiossidade!
- O Skinner teria que ser mulher, porque eele gosta da Scully.
- Ah é...verdade. Mas não quuero tirá-lo da série...Faremos
o seguinte, você tem a namorada e o Skinner gosta de mim, tá
bom assim?
- Ótimo!
- Agora vamos nos concentrar no caso, ok?<
- Sim senhora...ops senhorita.
Segunda,
8:56 - em algum lugar que nem mesmo a autora sabe dizer
Os dois começam a investigar e como todo caso dá em um local
úmido, lá vão eles para um túnel na qual disseram
que foi o que a garota saiu correndo horas antes de morrer...
Os dois estão munidos de lanternas e armas, as lanternas para clarear
o caminho e as armas...bem, as armas estão ai para serem usadas
caso haja a necessidade.
Joe esbarra em alguma coisa:
- Squilo, vem aqui!
- Sim, o que foi?
- Isso te parece suspeito?
- Um monte de folhas numa caverna ú;mida? Bem, pode ser, esse túnel
com luzes acima na mesma caverna já é bem suspeito para mim.
- Acha que devemos seguir até o finnal dele?
- Claro, não dizem que a luz est&aaacute; no fim do túnel?
- Foi uma piada?
- Relaxa Joe, logo-logo chegaremos ao funddo do túnel.
- Oh não! Outra vez não!
- Calma ai, é modo de dizer!>
- Ah tá, foi mau...
Enquanto eles andavam pelo túnel, Perry decide perguntar algo que
esta te deixando encafifado:
- Skinner e os chefes do Bureau disseram qque você corre atrás
de marcianos, é sério?
- Marcianos? Faça-me um favor...N&aatilde;o existe vida inteligente
só na Terra e em Marte. Eu os chamo de extraterrestres, alienígenas,
ou simplesmente ETs...
- Ah!!! E porque essa fascinaç&atillde;o doentia...
- Doentia? Não é bem assim.<
- Como médico acho que é...<
- Quando era pequena minha irmã, Daanny (nota: escalei uma amiga)
foi seqüestrada por alienígenas...
- Ah sim...Tadinha tá biruta.
- O que disse?
- Nada! E você quer recuperá-la?
- Não, agradecê-los pelo favor.../font>
- Ok, ok, não toco mais no assunto..
- Olha uma porta!
- Onde?
E Joe tromba na porta e cai no chão...
- A sua frente...
- Agora já vi, né!
- Desculpa, só deu para falar agoraa. Você estava tão
empolgado me criticando que decidi não interrompê-lo.
- Tá certo...vamos lá ent&attilde;o.
Eles abrem a porta e dão de cara com uma sala toda branca cheia
de computadores e arquivos, tudo está desligado e muitos equipamentos
estão quebrados. Há um ar de depósito abandonado e
a energia elétrica parece a muitos ter sido cortada. Joe, sempre
precavido, leva seu laptop e pega a memória de um micro e acopla
nele, enquanto ele vasculha os arquivos, Squilo vai até uma das
prateleiras e pega uma pasta que continha o nome da garota morta: Cristy
Standy, mais a frente na letra D ela acha Danny Squilo. Ela pega as duas
pastas e vai em direção ao Perry.
- Achou algo?
- Nada de interessante...
- Acho que progredi mais que você meeu caro Watson, hehheheh.
- Verdade o Watson é médico....vai ver o Chris Carter gostava
de Sherlok Holmes...Epa, o que achou Dana?
- Uma pasta com arquivos sobre Cristy Stanndy, você pode olhá-los?
Joe começa a olhar as folhas enquanto ela começa a fuçar
no laptop dele.
- São fichas médicas, existeem algumas anotações
completamente inacreditáveis...
- Como o que? - pergunta ela ainda mexendoo nos arquivos.
- Aqui diz que ela sofria de uma doen&cceddil;a que transformava seus ossos
em pó e...
- Osteoporose? E dai?
- E depois eles voltavam ao normal!>
- Viu, eu não sou a única loouca aqui...
- Eu nunca disse isso. Parece que esses caaras, ou seja lá quem forem
acharam a cura para essa doença.
- Com cobaias humanas? Porque acha que mattaram a garota?
- Talvez ela tenha morrido devido ao rem&eeacute;dios...ao tratamento...
- Ah tá, e as suas autópsiass não disseram bem isso...
- Ok, ela morreu com um tiro.
- Bem, um tiro, a arma era uma arma laser na qual só o governo federal
possui poder de posse.
- Isso não prova nada, existem ladrrões.
- E existem corruptos meu caro, o mundo n&ão é um conto de
fadas, todo bonitinho, onde você vive como bem entende e termina
com a frase "felizes para sempre". Estamos todos sendo observados até
que o governo decida o que fazer conosco...
- Ai você já exagerou, o goveer...
- Achei!
- Que susto! O que você achou?
- Aqui diz que Cristy fazia parte do projeeto Gamma Rax, na qual eles estavam
tentando achar cura de maus mentais, essas pessoas haviam sido abduzidas
e...
- Abduzidas? Isso é piada, née;?
- Não, está aqui...
Joe Perry vê que é sério e então pede para que
ela continue enquanto pega a outra pasta na mão e lê "Danny
Squilo, parte do projeto da Gamma Rax, desaparecida sem causa aparente".
- Continua dizendo que tentaram fazer com que ela esquecesse mais sem sucesso...
- Ah, Danny é o nome de sua irm&atiilde;?
- Sim é, porque?
Ela o vê com a pasta na mão e pega dele.
- Não mexa no que diz respeito a miinha irmã!
- Desculpe-me, eu só...
- Queria ajudar, né? Vai ajudar maiis lendo apenas o que diz respeito
ao caso de Cristy!
- Ela também fez parte do projeto dda Gamma Rax, talvez...
- Fez?
- Sim, eu achei que poderia ser útiil...
- Precisamos descobrir mais sobre a Gamma Rax, pegue essa CPU e vamos embora,
ah não esqueça a pasta de Cristy. O Skinner vai adorar isso...
- Ele vai nos matar...Principalmente a mimm...
- Joe, posso te chamar assim né?
- Ok, Joseph é estranho mesmo, ehehheheh.
- Bem, Joe o Skinner vai...ah já peerdi o fio da meada!
- Acontece, ehehehhe.
Os dois ouvem um barulho e saem correndo de lá com a CPU, as pastas
e algumas anotações. (Nota sobre CPU: CPU não é
o gabinete! CPU é a memória do micro, se você tiver
aula com algum metido a espero que chamar gabinete de CPU corrija-o! Ele
está errado, não tenha medo. E se você for levar o
micro para consertar e o cara pedir o CPU, leve apenas o CPU - uma pecinha
pequenina de tudo que vai dentro do gabinete - e se ele reclamar diga que
se ele quisesse o gabinete que peça certo da próxima vez.
Pois se você chamar o gabinete de CPU perto de uma pessoa que realmente
entende, essa pessoa vai querer te matar...ou no mínimo achará
que você num sabe nada...).
Segunda,
10:30 - estrada retorno à interestadual
- Algumas coisas ainda não est&atillde;o claras para mim, Dana. -
Diz Joe, agora na direção.
- Como o que?
- O que é a Gamma Rax? Ou quem?
- É um projeto governamental, preciisamos falar com alguns contatos
meus. Pegue o próximo desvio, ok?
- Ok, mas são seguros?
- Muito seguros.
Eles seguem em direção a Nova Iorque, exatamente a um apartamento.
Segunda,
18:36 - um apartamento no subúrbio de Nova Iorque, local: secreto
Dana toca a campainha, enquanto Joe fica no carro. Ele a ouve conversar
com alguém, mas finge não notar. Ela volta ao carro e o chama,
pegando todos os papéis.
Eles entram no prédio e lá encontram três caras, um
deles se vestia totalmente socialmente (poderia ser um agente - pensa Joe),
o outro se vestia normal e o terceiro aparentava ainda estar em seus tempos
de adolescência com uma camiseta de uma banda.
- Olá rapazes. Ele é Joe Perrry, meu parceiro.
Um deles, o normal, se aproxima e diz:
- Puxa Dana, o Skinner encrencou mesmo comm você, hein? O que foi
dessa vez?
- O de sempre...Na verdade preciso de uma favor de vocês.
Thomas Hamilton, tal com a camiseta do Aerosmith (nota: propaganda é
a alma do negócio!!!) é um hacker especializado em invadir
sistemas governamentais, os outros também são hackers, porem
é Thomas quem pergunta o que ela quer.
- Qual o problema desta vez, Dana? Nos troouxe algum desafio?
- Sim, Thomas, na verdade eu precisa saberr tudo sobre o projeto Gamma Rax.
- Gamma Rax? Ok, vou checar, só um minuto.
O cara que usava roupa social, Joey Kramer, era um hacker dos mais experientes
e chamou a atenção de Dana.
- Squilo, você perguntou sobre a Criisty Stand esta manhã,
achei nos arquivos da CIA a poucos que ela simplesmente sumiu de sua casa
quando tinha 6 anos...
- Seis anos? - Pergunta ela espantada.
- Sim, a mesma idade que Danny tinha quanddo sumiu...Talvez as duas fizessem
parte do mesmo projeto.
Joe, que acha estar com informações mais adiantadas que os
hackers da sala diz:
- Isso já sabíamos, senhor?<
- Joey Kramer.
- Ok, senhor Kramer. Dana e eu achamos ficchas médicas das duas no
mesmo local. Um túnel onde a garota foi encontrada morta.
Ele se aproxima de Joe, pronto para estragar sua surpresa.
- Bem, senhor Perry, fomos nós quemm descobrimos a localização
do tal túnel, sabia?
- Vocês? - Joe se demonstra chocado e olha para Dana procurando respostas.
- Sim, Joe, foram eles...
O terceiro, Brad Whitford, tentou tirar o despreparado agente da situação.
- Não o culpem por fazer parte do ggoverno corrupto que vivemos.
Talvez Dana o mostre o caminho real das coisas.
- Perseguir naves e invadir computadores nnão me parece o caminho
natural das coisas, senhor.
- Ok, ok, a discussão acaba aqui! JJoe, você não precisa
tentar explicar suas teorias aqui e nem vocês dois, ok? Eu estou
tentando achar informações da Gamma Rax, caso não
possam me ajudar eu vou pessoalmente até o meu chefe e o sufoco
até ficar azul e confessar o que anda ocorrendo.
Thomas, o hacker que estava pesquisando, anuncia:
- Não precisa ir Dana, acabo de achhar todas as informações
necessárias e não, da Gamma Rax.
- Eu já disse que você &eacutte; incrível?
- Já, toda vez que faço algoo por você.
Os outros três, com ciúmes aparente, fingem não ouvir
aquilo.
- Como são bobos não, Hamiltton? Ficam ai com cara de dor
de barriga ao invés de vir aqui ler o que você achou.
- Com certeza, Dana.>
Os três se aproximam, Dana vira-se para Joe:
- Acho que temos uma pista concreta, veja só o endereço.
- Isso não está errado, n&attilde;o? Esse é o endereço
da embaixada canadense...
- Com certeza não, Perry, isso &eaccute; feito pela CIA - responde
Kramer.
Joe já esta se sentindo mais que humilhado lá dentro e precisa
fazer algo rápido para dar o fora dali correndo...bem, correr dali
para longe é o que ele queria, mas o Skinner mandou ficar de olho
em Dana, então? O que fazer?
O telefone de Joe toca, ele se afasta e atende.
- Joe.
- Oi Joe, é o Skinner. Aonde voc&eccirc;s estão?
- Oh, nós...Skinner sabe como &eacuute; não é?
- Eu não sei de nada...
- Pois deveria! Como chegou a esses cargo sem entender patavinas?
- Pata-o-quê?
- Sem entender nada, oras!
- Joe, não enrole, diga aonde voc&eecirc;s estão.
- Você quer saber mesmo?
- Diga já!
- No cemitério municipal.
Skinner parece estar aliviado do outro lado da linha, mesmo assim pergunta:
- Fazendo o que?
- A Dana veio trazer flores a Danny, algumm mau nisso?
- Oh não, claro que não...Essta de olho nela?
- Sim, posso vê-la daqui.
- Isso mesmo Joe, não a perca de viista e faça um relatório
no final.
- Eu farei até dois, um de como s&aatilde;o belas as flores de plásticos
nos túmulos e outro de quantas pessoas podem ser enterradas em cada
túmulo...
- O que?
- Tchau, Skinner! - e Joe desliga.<
Skinner só ouve uns "tu-tu-tu" do outro lado, mas esta aliviado.
Afinal ele esta de olha na Dana e não vai deixar qualquer agentezinho
dar em cima da sua querida...ops de sua melhor (melhor?)...ok, ok, da agente
Scully. Melhorou?
Voltando a história, os três hackers e Dana olham espantados
para Joe, e Joey zomba:
- Ora, ora, ele sabe mentir?
Tom entra no meio:
- Mas que feio, Joe!>
Dana, vendo que a situação esta ficando chata para seu parceiro,
e eternamente grata por não ter sido dedurada, o ajuda.
- Obrigada Joe, foi muito bondoso da sua pparte enganar o Skinner e colocar
sua carreira em perigo só para me ajudar. Você poderia ser
demitido, porque fez isso.
- Estou começando a acreditar que hhá algo mais...
- Mais?
- É, parece meio egoísta achharmos que em um Universo tão
grande somente a Terra é habitada.
Joe percebe que acaba de salvar sua reputação em relação
a o que sua parceira pensava dele, e com certeza esta se sentindo muito
bem deixando aqueles hackers chatos sem palavras.
- Obrigada Tom, Brad e Joey. Eu e o Joe aggora precisamos ir.
- Mas já? - pergunta Brad.
- Sim, temos muito trabalho pela frente. AAinda precisamos investigar a
Gamma Rax.
- Tudo bem, mas mande e-mails, ok?<
- Tudo bem. Tchau. <
Terça,
3:05, fora do prédio dos hackers
- Desculpe-me Joe, eu não tinha repparado o quanto embaraçoso
estava sendo para você estar lá em cima.
- Dana, muitas coisas são embara&cccedil;osas as vezes, vamos esquecer,
ok?
- Tudo bem...
- Só não me traga mais aqui!! - brinca Joe.
- Tá!
Os dois pareciam ter esquecido do tempo, mas ouvem um tiro e saem correndo
na direção em que o barulho veio.
Ao chegar lá, Dana vê que nada aconteceu, provavelmente alguém
havia feito aquilo para chamar a atenção dos agentes, depois
que a câmera filma em uma rotação de 360 graus (nota: esse
efeito é caro, precisamos de patrocinadores), Dana vê que
Joe sumiu.
- Joe? Joe, cadê você?<
Ela vê um clarão vindo do céu.
- Não! Joe! Você não ppode ir...como Danny foi! Joe!!
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