Ya Soshla Layevska

   Joe avisou Diana para que ela fosse ao prédio do FBI na madrugada seguinte, exatamente às 4 horas.
   Os hackers tentam descobrir a forma na qual Joe descobriu que Dana esta viva, e chegam a conclusão de que pode ter sido acessando os Arquivos dela no FBI, já que o grampo que colocaram nele permite ouvi-lo e não vê-lo.

No esconderijo dos hackers:
   Brad - Teríamos que achar um modo de saber o que o Joe acessou e...
   Joey - Afe, Brad, falando assim até parece que não sabemos como fazer isso. É só acessar um simples "Histórico"! Pra que tanto drama?! Nem precisa ser hacker pra isso...
   Brad - Para entrar no sistema precisa sim.
   Joey - Tá bom, você esta certo. Quem terá a honra?
   Tom - Deixa que eu faço isso.
   Depois de analisarem tudo eles descobrem que a própria Dana andou falando com Joe, via "figurinhas" no sistema do FBI.
   Tom - Safadinha essa garota!
   Joey - Falando nela, alguém alimentou o gato??
   Brad - Eu fiz isso, pois se não fizer, o coitado morre de fome!

Enquanto isso em Kiev, Ucrânia
   Dana - Bem, aqui está o mapa em inglês, querido.
   Skinner - Querido?
   Dana - Amor? - e cochichando - Vê se disfarça...estão nos olhando.
   Skinner - Desculpe linda, estava distraído.
   Dana - Só espero que não seja olhando outra.
   Ao falar isso Dana dá uma boa olhada ao redor e algumas garotas que estavam perto deles em um posto de gasolina para de olhá-los.
   Skinner - Não trocaria meu anjo por nada no mundo.
   Dana abre o mapa e olha para Skinner.
   Dana - Estamos neste ponto, nós precisamos chegar até a Rússia o mais rápido possível, sem pegar aviões, trens, ônibus ou qualquer tipo de transporte em que possamos chamar a atenção.
   Skinner - Mas o que exatamente faremos na Rússia?
   Dana - Há um correspondente meu, lá. Ele ficou encarregado de nos entregar as informações que conseguir de Tallc e Tyler...
   Skinner - Então, melhor dirigir.
   Dana - Deixa que eu faço isso agora, você esta com cara de acabado.
   Skinner - Tudo bem, não vou nem insistir...

Prédio do FBI, 3:57
   Diana esta na frente do prédio, olhando para todos os lados a espera de Joe. Achando já ter levado um bolo, ela decide entrar, ao chegar perto da porta alguém toca seu braço.
   Diana - Ah! - alguém fecha sua boca.
   Joe - Fique calma, sou eu. - e a soltando - Diana, precisamos conversar, seriamente, antes de mais nada.
   Ele abre a porta com seu cartão e os dois entram no prédio.
   Ambos descem pelas escadas, pois a força do prédio (produzida por um gerador) esta sendo utilizada para manter câmeras de segurança e computadores ligados, a força sobressalente é ligada 2 minutos após a entrada de alguém no prédio - tempo suficiente para se chegar correndo a um elevador, mas ambos acham melhor utilizar as escadas, já que para baixo todo santo ajuda!
    Quietinhos até a sala de Joe, Diana tem em seus pensamentos milhares de possibilidades, mas nenhuma delas poderia adivinhar o que Joe queria com ela.
   Joe - Diana...eu andei lendo os arquivos sobre você. Descobri algo que...
   Diana - Algo que o que?
   Joe - Diana, eu sei sobre seus pais...
   Diana - Você? Como? Escuta, não era para você...não conte isso! Droga, eu... - ela se vê incapaz de terminar uma frase.
   Joe - Calma, eu acho que não é nenhum motivo para se envergonhar. Só achei estranho nada ter sido mencionado em sua ficha, nem os nomes de seus pais...O FBI não costuma contratar pessoas assim.
   Diana - Não é? Oras! Você não sabe nem metade das coisas que eu passei!
   Joe - Eles são inocentes...
   Diana - Eu sei disso, mas quem acredita?
   Joe - Eu acredito, e se confiar em mim, posso te ajudar a limpar a ficha deles.
   Diana - Isso esta me cheirando...
   Joe - Só quero sua amizade e algum segredo sobre certos assuntos...Dana e eu não divulgávamos tudo da investigação e já que trabalharemos juntos...bem, acho que...talvez...pudesse me ajudar? Em troca da minha ajuda.
   Diana - E em troca do que ela fazia isso?
   Joe - Em troca de...não posso falar. Do mesmo modo que não posso falar nada de você a ela.
   Diana - Porque ela esta morta?
   Joe - Não, porque confio em você. Acho que não esta aqui pra acabar com a vida de ninguém. Eu vejo isso.
   Diana - Tudo bem...me diga tudo o que sabe, e quem sabe eu te ajude?
   Joe - Uma chantagem, ah? Tudo bem...
   Diana - De certa forma... - ela fica com o coração na mão, mas quer saber tudo o que ele descobriu.
   Joe - Bem, seus pais trabalhavam na NASA, exatamente na equipe de Steven Tyler que foi acusado de usar tecnologia alienígena para proveito próprios, e seus pais foram acusados de acobertá-lo e de certa forma serem cúmplices...
   Diana olha para Joe tentando disfarçar a surpresa em ver que o agente conhece até detalhes da história.
   Joe - Só que nunca ninguém provou nada contra eles, o que os torna inocentes. Nesta mesma época na qual foram acusados, você foi chamada para o FBI. Eu acho que você deva ter ficado com vergonha de contar o fato e perder algum prestigio e fez isso em sua ficha, não é?
   Ela indica que sim com a cabeça e começa a olhar para o chão.
   Joe - Quer saber o que eu acho?
   Diana - Eu sei...que eu não deveria estar aqui e que meus pais são culpados. E que para ajudar nesse seu servicinho sujo, quer que eu esconda informações... - antes que ela termine, ele interrompe.
   Joe - Acho que são inocentes.
   Diana - Você, o que?
   Joe - São inocentes, e posso provar isso. Mas não sozinho, preciso da sua ajuda e da de alguns hackers...
   Diana vê-se super feliz em saber que algo pode ser feito para provar a inocência de seus pais.
   Joe - Só preciso da sua palavra, de que vai guardar certos segredos, nem tudo o que descobrimos pode ser revelado, esse é um ramo perigoso.
   Diana - Bem...pode contar comigo, mas não abuse, olhe lá hein?
   Joe - sabe que é a primeira vez que te vejo sorrir desde a primeira vez que et vi?
   Ela fica meio encabulada e tenta mudar de assunto:
   Diana - mas o que faremos agora? Nosso caso era prender os hackers.
   Joe - Diremos que ninguém invadiu o sistema, criamos algumas provas falsas, apagamos alguns caminhos e é isso...
   Diana - Mas não podemos fazer isso?
   Joe - Mas não fizemos nada...Entendeu?
   Diana - Sim, claro, não há provas de que invadimos o sistema e...
   Joe - Sem eles ficará mais difícil para provar a inocência de seus pais. Temos muito trabalho, melhor começarmos já.
   Joe pega seu laptop e deixa o micro da sala para Diana trabalhar, ela fica meio surpresa em ver que ele também é um hacker, pela forma na qual trabalha encobrindo pistas e apagando provas.

Dana e Skinner (alias Walter Skinner), já estão na Rússia:
   - Nossa informante chama-se Ana Layevska.<
   Skinner puxa uma ficha no laptop e começa a ler as informações:
   - Layevska, Ana. Nascida na Ucrânia....Ucrânia? O que ela faz na Rússia?
   - O que nós fazemos na Rússiia?
   - Como o Joe se dava tão bem como vvocê?
   - O Joe? Ah, ele me ama! - ela ironiza e ccai na gargalhada.
   - Tudo bem, a senhorita Layevska, vai nos encontrar onde?
   - Em Moscou, capital. Ela trabalhou para aa antiga KGB, hoje todo acreditam que a organização está extinta, mas não é tão assim...
   - Compreendo...
   Os dois chegam há uma casa em Moscou. Skinner vai até a porta e é atendido por uma moça com trajes de empregada.
   - Por favor, a senhorita Layevska.<
   - Ya Soshla S!
   - O que?
   - Oh, mil perdões, sou eu.
   Dana aproxima-se.
   - Olá Ana, como vai?
   - Bem, como sempre de mudança e dissfarçada. Pois entrem, por favor. Mas que cabeça a minha.
   Depois de entrarem na casa que era bem quente, ao contrário da neve que caia lá fora, Ana leva-os até uma sala.
   - E a agente Mila Kunis?
   - Minha irmã está fazendo allguns trabalhos para os ingleses. Pouca coisa, nada muito relevante...Mas eu tenho informações para vocês.
   Ela se levante e pega uma maletinha de aparência velha que faz Skinner acreditar ter alguns papéis, mas deixa-o impressionado ao ver o computador de alta resolução escondido dentro, a mala era só uma fachada que não surpreendeu a agente Squilo.
   - Consegui cruzar alguns dados e fichas dee pessoas que chegaram ao aeroporto internacional do Japão com as características físicas e comportamentais de Victor e Mara. Eis o que descobri!
   Ela mostra na tela o endereço de onde Marcela e Steven estão.
   - Mas e os disfarces? - Skinner fica impreessionado.
   - Ao contrário dos americanos, n&oaacute;s sabemos que uma pessoa não muda 100% de sua atitude, mesmo disfarçada, e ainda podemos recorrer a impressões digitais nos copos de plástico em aviões, em cédulas e estas coisas...
   - Ana, você é um gênio!!! Nos acompanha até Tóquio?
   - Com todo prazer, mas antes, vocês vão se vestir com outras roupas e o mesmo acontecerá comigo.
   A agente entrega algumas roupas aos dois, de modo que Skinner pareça pai de duas adolescentes desligadas que serão abrigadas a estudar no exterior. As duas fazem uma maquiagem em Skinner e ele realmente fica com cara de vovô.
   Os três seguem para o aeroporto internacional russo com registros e passaportes falsos e as duas protagonizam uma cena onde são meio que obrigadas a ir, com as caras mais emburradas do mundo enquanto o 'papai' vai comprar as passagens.   
    Ana começa a contar as novas para eles em português, o que deixa Skinner confuso (pois ele só fala inglês, mas essa história é toda em tecla sap!).
    - Os aviões agora são equipaados com alguns equipamentos modernos que permitem alguns agente acessarem aparelhos eletrônicos de áreas especificas durante o vôo. Essas informações não são dadas aos passageiros durante o vôo e a KGB pediu sigilo absoluto ao governo, por isso podemos acessar informações, se necessário, durante o vôo.
   Skinner fica curioso:
   - O que estão aprontando lindinhas??
   - Apenas treinando o espanhol, papai!
   - Boas meninas... - e sussurra - me contemm depois, safadas, eu não falo português.

   Enquanto isso, Diana e Joe no FBI:
   - Senhorita Smith, missão terminadaa! Agora, tenho que lhe apresentar alguns caras...
   - As Sete horas da manhã? Eles v&attilde;o te matar.
   - Fica tranqüila, eles nem dormiram aainda.

   Joe e Diana vão até uma "rede" onde os participantes jogavam F-22 e Mig-29 desde a madrugada e mesmo assim não demonstravam nenhum sinal de cansaço.
   - Não entende, aqui está cheeio de caras desocupados...Porque quer me apresentar a eles.
   Joe vira ela e aponta para três caras sentados no final da sala.
   - Aqueles três vagabundos ali, s&atiilde;o três dos melhores hackers do país.
   - Hei, é o Tom e...
   - E os outros dois que você nãe;o conhece ainda.
   - Eu pensei de tudo em minhas investiga&cccedil;ões, menos que eles participavam de redes!
   - Por isso que eu disse para você, ttem que confiar em mim, eu sei coisas que você ainda não faz idéia. Mas vamos até lá.
   Joe vai indo em direção aos hackers.
   - Puxa, que pena vou atrapalhar o jogo de vocês...
   - Me dê dois segundos, Joe. - Brad ffala sem tirar os olhos da tela.
   Menos de dois segundos depois, metade dos participantes da sala colocam as mãos na cabeça enquanto o resto comemora.
   - Isso é que é chamar a atennção num anonimato... - diz Diana.
   Tom a reconhece quando vira e olha para Joe com uma cara nada contente.
   - Bem, quero lhes apresentar a agente Dianna Smith, que vocês já conhecem por nome e ainda não haviam visto. Com exceção de você, não é Thomas.
   Brad e Joey cumprimentam ela, e Joey já parte para as piadinhas:
   - Você merece um prêmio, se atturar o Joe por mais de uma semana entra para o Hall do FBI!
   Diana entra na brincadeira e finge demonstrar surpresa.
   - É mesmo? Nossa, então achoo que vou receber uma condecoração daqui cinco dias...Bem, ele não é tão chato, só se faz de chato, e sabe que ele encara o papel muito bem?
   - Ixi Joe, já está com o fillme queimado com a nova colega de trabalho? - pergunta Brad.
   - De certa forma...meu filme já esttá queimado em todo o FBI, uma a mais uma a menos, qual a diferença? - responde o agente não demonstrando irritação.
   - Joe, começou a treinar ioga por aacaso? - pergunta Tom antes dos hackers e Diana caírem na gargalhada.
   - Hei! Parem já com isso.
   - É, realmente ele começou aa pouco tempo... - e mais risadas se seguem.
   Joe senta em um dos computadores ao lado dos hackers.
   - Qual o objetivo do jogo?
   - Eliminar bases inimigas - responde Tom.<
   - Mas antes vocês precisam eliminar os waacks, certo?
   - Andou fazendo a lição de ccasa, Joe?
   Joe não diz nada e começa a jogar também. Diana acha a cena ridícula, afinal um agente do FBI não devia se sujeitar a isso.
   Ele caiu no outro time, pois um dos jogadores havia saído para ir ao banheiro.
   Primeiramente ele sobre a uma altitude que escapa do radar, depois de destruir os waacks que protegiam o campo inimigo, ele é derrubado por Joey, mas um dos carinhas na sala que caiu no seu time destrói a base dos hackers e ainda manda uma mensagem de obrigado a Joe.
   Os hackers ficam abismados.
   - Você já jogou isso? - perguunta Joey.
   - Não, andei lendo estratégiias de guerra.
   Diana fica impressionada, mas não tanto quanto os hackers que não se conformam enquanto a metade acostumada a perder da sala faz a maior algazarra.   
   Mila Kunis chega na rede e vai em direção a Joe.
   - Você é Joe Perry?
   - Sim, sou.
   - Preciso conversar com você.>
   Diana fica com um pouco de ciúmes e os hackers meio abismados com a beldade, que acreditam que Joe consegui chamar a atenção.
   Joe e Mila saem da rede, Brad convida Diana pra jogar e apesar de ela dizer que não sabe, eles a fazem ficar.
   Lá fora:
   - No que posso ajudá-la?
   - Trago notícias de Ana Layevska, WWalter Skinner e Dana Squilo.
   - E como posso confiar, não conhe&cccedil;o nenhuma Dana.
   - Ela me disse que diria isso...Bem, perguunte o que quiser.
   - Como me achou?
   - Os três caras com você s&atiilde;o hackers e a garota agente federal. Dana me disse que os encontraria aqui, ela falou para eu tentar perguntar aos hackers onde te achar. Mas como pode ver, tive sorte em te achar aqui.
   - Tudo bem, qual é a informaçl;ão.
   - Eles estão indo para o Japãe;o, o endereço de onde Marcela Tallc e Steven Tyler estão esta neste papel. - ela entrega para ele um envelope - Eles planejam pegá-los em dois ou três dias, sua missão é correr para lá imediatamente.
   - Tudo bem...E você?
   - Ana Layevska perguntará à você sobre mim, diga que chegarei depois, ainda tenho coisas a fazer por aqui.
   Joe entra de novo na sala.
   - Diana, precisamos ir.
   - Puxa, justo agora que estava gostando doo jogo...
   - Qual o problema, Joe? - pergunta Brad.
   - Aquela era a agente russa, Mila Kunis, aamiga de Dana. Skinner quer que eu vá para o Japão agora, eu quero saber se você irá Diana.
   - Porque se eu irei?
   - Steven está lá...
   Diana levanta-se imediatamente.
   - Manteremos contato com vocês e Joeey...
   Joey pergunta sem se virar:
   - O que?
   - Pouca altitude...vai ser pego pelo...
   O sinal do radar inimigo toca e Joey fica mais impressionado com Joe.
   - Eu tentei avisar...

   Diana e Joe vão para suas casa preparar suas malas. Em meia hora eles precisam estar no aeroporto para pegar um vôo para o Japão. Mas...tá bom, não sem antes das cenas engraçadas de "cadê não sei o que lá?" que todo mundo passa quando arruma uma mala as pressas.

   E o trio chega ao Japão...
   Ana e Dana pegam suas malas quanto "papai" liga para um hotel a fim de reservar quartos à eles. As duas vão para uma lanchonete no aeroporto esperar por ele.
   Ana - Ops! Meu telefone.
   Ela atende seu telefone em espanhol, e a conversa toda segue-se neste idioma (realmente espanhol, nada de português desta vez), enquanto Dana confere sua caixa postal.
   - Ai...vinte dois telefonemas do Joe, devee haver algo errado...
   Imediatamente ela retorna a ligação, Joey, por sua vez, estava em meio a uma 'invasão' de um site de uma cantorinha pop quanto o telefone toca.
   - Ai ai...nem assim eu consigo as musicas desta gata antes do resto da humanidade - ele olha par o telefone e atende correndo - Dana? É você mesma??
   - Sim, a própria. O que de é; tão importante a ponto de ligar vinte e duas vezes para o meu telefone??
   - Nossa! Foi tudo isso?
   - Sim, mais um pouquinho dava vinte e quattro e conheço dois carinhas que iriam adorar saber disso!
   - Ah...você é boazinha vai, nnum conta.
   - Claro que não, amigos são para essas coisas.
   - Mas acho que perguntar se estou bem n&attilde;o era realmente o motivo crucial de tantas chamadas, era?!
   Joey muda de personalidade em um instante:
   - Ah sim, porque a senhorita não noos disse que Joe sabia de tudo? Hei?? Nós fizemos papel de idiotas. Sem contar que ele além de acabar com um encontro do Tom, ainda arrumou uma parceirinha. Sabia, é??
   - Encontro do Tom? O Joe com outra parceirra?? Espera ai, me explica cada ponto aos poucos. Acho que a ligação deve estar ruim, ou estou ouvindo coisas absurdas! Uma delas é você com voz de bravo!
   - Mas eu estou bravo!
   - Primeiro ponto, continue...
   - Porque contou ao Joe?
   - Não contei...ele descobriu certoss pontos fuçando no PC de nossa sala no FBI...
   - Isso explica como ele descobriu, mas de onde veio a certeza?
   - Ele estava desesperado, ia ser processaddo por crimes que não aconteceram. Achei o meio injusto deixá-lo assim.
   - Bem, você ainda consegue ser humanna com o mala, tudo bem...
   - Agora me explique você, que neg&oaacute;cio é esse de 'parceirinha'?? 
   - Ah, tá. Tinha esquecido...A agentte Diana Smith!
   - Smith? A única Smith que conhe&cccedil;o faz parte da equipe anti-hackers...
   - É a própria!
   - Então, está ai a bronca dee vocês?
   - Não, o buraco é mais fundoo. Pesquisando sobre ela, descobrimos que alguns parentes dela são amigos muito próximo de Steven!
   - Ai como o Joe é tonto! Eu desaparreço e ele acaba com tudo!
   - E tem mais!
   - Mais ainda??
   - Ele vai ajudá-la a provar que sãoo inocentes...
   - Do mesmo jeito que ele queria provar a iinocência de Marcela...Imagino o tipo de 'ajuda' que o Joe deve dar a estas garotas...
   - Principalmente dar...
   - O que?
   - Nada! Eu dizia que, ainda tenho que te ffalar do Tom.
   - Bem, o Tom nunca apronta algo tãoo absurdo como o Joe. Pode dizer.
   - Ah não?? Está preparada?
   - Yo creo que, pero no con toda la fe...
   Neste momento Ana olha para Dana e comenta com Mila Kunis (do outro lado da linha):
   - Se tínhamos algo a esconder, esquueça, ela pode nos entender.
   Dana quer rir, mas Joey continua:
   - Chica, no hablo español.
   - Desculpe-me, foi só para testar aa agente Layeska.
   - Opa! "A" agente!! Gostei desse "a".
   - Eu juro que te apresento ela assim que vvoltar para o FBI. Mas me conte sobre o Tom!
   - Ops, é mesmo. Tom marcou um chat com uma garota em uma lanchonete.
   - Ai meu Deus, isso não cheira bem....
   - A garota disse chamar Alice.
   - Por acaso não era a do "paíe;s das maravilhas", era? - zomba Dana.
   - Hahahha, não, mas podia!
   - Ela era loira?
   - Não é isso, ela nãoo era loira...hum, bem a não ser que estivesse de peruca...
   - Não divague, a conta é carra no final...
   - Ops! Ah é, bem ela era ningu&eacuute;m menos que a agente Smith!
   - Eu digo: o Joe só presta para enttrar em encrencas! Mas o Skinner não acredita...Estamos prestes a pegar Marcela e Steven, e o Joe e sua 'zinha' que não venha querer soltá-lo depois.
   - Se ele fizer isso, pode contar comigo e com os outros hackers para acabar com o Joe.
   - Calma!! Não quero matá-lo,, ele é estabanado mais ainda é um ser humano...Um ser humano desprovido de inteligência, porem um ser humano...
   Ana a estas alturas já havia desligado e imaginava o agente Perry como um nerd, feioso que só entrou para o FBI por ter "as melhores notas da classe" além de "conhecer as pessoas certas".
   Skinner chega algumas minutos depois com ótimas notícias.
   - Preciso desligar Joey, alimentem meu gatto, hein?
   - Pode deixar patroa, agora tenho um sitezzinho para invadir...
   - Vai lá...Mas antes!
   - Madonna mia...
   - Só quero pedir uma coisinha, e voocê ainda poderá quebrar um sistema, não é o máximo?
   - Ok, eu não resisto, diga.<
   - Eu te darei um IP dial up, você innvade este micro e passa as informações de Diana Smith, afinal quero saber tudo o que vocês sabem sobre ela. Sabendo tudo será mais fácil tentar fazer o Joe cair em si.
   - Ok! Fala ai.
   - Bem, vamos lá - ela conecta o commputador de Layevska e depois passa o IP.
   - Prontinho, aliás, você veriia apagar os temporaly files, F5 não mata ninguém!
   - Ahahha, o micro não é meu,, acha que eu passaria o meu? De qualquer forma, muito obrigada!
   - Agora vou lá invadir um sitinho bbásico...
   - Ok, 'intel'!
   - Hehhehe, 'intel'!
   Skinner dá uma chave para Ana e outra para Dana, que acaba de desligar. (Ana, Dana, Diana...tudo meio igual, não acham? Juro que não fui intencional, acabou meio sem querer e estou até me confundindo agora que estou nesta parte, mas as coisas vão piorar para mim, irão ver em breve!)

   E Joe e Diana?
   Estão em um avião, direto para o Japão, mas como a viagem é demorada, você terá que se contentar por hora com o trio "família feliz".
   - Odeio quando ela fala isso de mim, Dianaa. Parece que não somos importantes.
   - Veja pelo lado bom, significa que daqui ao Japão, nada de ruim vai nos acontecer.
   Elementar, minha cara! Mas vou cuidar dos outros, tudo bem?
   - Sim, tranqüila, eu cuido do Joe.
   Ih...

   Bem, voltando ao Japão, desta vez para a dupla de vilões: Steven e Marcela.
   Marcela estava colocando em prática algumas noções básicas de hackerismo, depois de pedir inúmeras coisas no hotel ela deu um jeitinho (brasileira é fogo, dá jeitinho em tudo!) de apagar todos os pedidos do sistema.
   Os dois estão curtindo, enquanto nem fazem idéia de que o FBI esta perto.
   Steven arrumou alguns compradores para um vírus alienígena e garantiu a eles que pode "dar um jeito" de infectar pessoas e depois vender a vacina a eles, mas é claro a coisa toda não sairá nada barata. Porém os "compradores" parecem extremamente interessados no vírus. Principalmente para usá-lo em caso de guerra.

   Chegando ao mesmo hotel estão Dana, Ana e Skinner. Ele consegui quartos ao lado e a frente do dos vilões, o que possibilitará desvendar todos os truques da dupla de vilões e seus planos, antes de mandá-los definitivamente para a cela.
   Ana chama os dois agentes ao seu quarto (o que fica a frente do de Steven).
   - Falei com minha irmã no aeroportoo. Ela já fez com que Joe viesse para cá. Só há um pequeno problema...